Foto: Creative Commons/JoshBerglund19
A vida na timeline do Facebook é cor de rosa. Em um curto período de tempo, desliza pela sua página um cenário digno de propaganda de margarina: são fotos das férias em uma praia paradisíaca. Comentários sobre o fim do mestrado no exterior (e muita gente “curtindo” isso). Sorrisos, muitos sorrisos, com o grupo de amigos na última balada ou no churrasco da família reunida. Comemorações da corrida de revezamento completada no fim de semana passado. Posts de gente aproveitando a vida ao máximo em jantares, shows e outros eventos divertidíssimos. Quanto glamour!
E, diante do desfile de maravilhas da vida alheia, muita gente fica triste. Sim, o efeito colateral das redes sociais é se comparar aos outros, superestimar a felicidade alheia e se sentir inferior. É o que concluiu um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Stanford, na Califórnia, nos Estados Unidos.
O psicólogo Alexander Jordan, um dos pesquisadores que estudou 140 estudantes de Stanford, percebeu que quanto mais as pessoas subestimavam as emoções negativas dos outros, mais solitários e tristes elas ficavam. A pesquisa não foi centrada no uso de redes sociais, mas Jordan notou que essa tristeza surgia após a checagem da página no Facebook.
E as mulheres sofrem mais com isso. Outra conclusão do estudo é que o sexo feminino estava ainda mais vulnerável ao efeito depressivo do Facebook, por prestar mais atenção às atualizações voltadas à vida pessoal dos seus contatos.
Portanto, não se engane. Por trás daquela bela praia paradisíaca da foto tem alguém que ralou durante meses para juntar dinheiro e implorou ao chefe para sair de folga. Depois daquela balada, todos aqueles jovens belos, bem vestidos e sorridentes ficaram de ressaca. Aquele cara metido a atleta acorda todo dia de manhã para correr, faça chuva ou sol, e está cheio de bolhas nos pés. E o outro sujeito que vive comentando sobre todos livros que lê nem sempre chega à última página. Nada disso apareceu no Facebook. Nem elas, nem você são super-heróis. E você, que não é bobo, também não vai transparecer as mazelas do seu cotidiano no Facebook, certo? ; )
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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011 -
19:05
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Belmont Patrick -
Aaah eu acho mesmo q a kátia arima é sempre gata o facebook é médio,eu gostava do ning mais agora ... |
foto: Erich Stüssi
Acidentes com refrigerante no CPU, migalhas no teclado ou ketchup no monitor são terríveis para quem ama seu hardware. O problema é que comer na frente do computador pode trazer malefícios não só para seus equipamentos, mas para sua silhueta.
Sim, se você continuar com suas comilanças enquanto usa o PC, corre o risco de engordar. Um estudo realizado no departamento de psicologia experimental da Universidade de Bristol, no Reino Unido, revelou que as pessoas que comem enquanto usam o computador se sentiam menos satisfeitas após a refeição, em comparação a pessoas que realizaram as refeições sem se distrair.
Na pesquisa, publicada American Journal of Clinical Nutrition, 44 participantes foram divididos em dois grupos, que realizaram refeições em condições diferentes. Um grupo ficou jogando Paciência no computador e o outro realizou a refeição sem distrações. Depois de 30 minutos, os pesquisadores ofereceram biscoitos aos participantes, que poderiam comer o quanto quisessem. O resultado: quem não se distraiu no computador consumiu, em média, 250 calorias a menos em biscoitos.
Que a distração pode levar a comer mais, muita gente sabe. É o caso da minha mãe que, mesmo sem o embasamento de nenhuma pesquisa acadêmica, diz para não comer na frente da TV. Ela tem razão: quem nunca viu alguém devorar, sem perceber, aquele balde imenso de pipoca de 700 calorias acompanhado 1 litro de refrigerante durante uma sessão de cinema? Então, cuidado com as guloseimas na frente do computador. Afinal, nem todo o nerd consegue ter o corpinho esguio do Sheldon, do seriado The Big Bang Theory.
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terça-feira, 21 de dezembro de 2010 -
21:05
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O perigo do lanchinho na frente do PC [Blog lá em casa] « Cafofo Urbano -
[...] Original por: Lá em casa [...] |
Quando estão no conforto do seu lar, muitas pessoas mantêm o notebook no colo. Nada mais cotidiano do que tuitar, fazer a ronda nas redes sociais e navegar na frente da TV – não é raro ver os assuntos da TV parar nos trending topics do Twitter. E imagino que o laptop acompanhe muitas pessoas às suas camas.
Porém, notícias recentes têm chamado atenção para os perigos desse hábito. Estudo da Universidade State of New York concluiu que o uso de notebooks sob o colo pode prejudicar a saúde reprodutiva masculina. No início de outubro, um relatório publicado na revista Pediatrics, feito por dois médicos do Hospital Universitário de Basel, na Suíça, sugere que casos de eritrema (mancha avermelhada) na pele em crianças, como resultado de contato prolongado com o notebook, podem induzir ao câncer.
Para que você continue a usar o seu notebook sem ficar preso à mesa do escritório, o jeito é adotar um acessório que evite o contato direto do equipamento com seu corpo. Eis uma seleção de produtos, em diversas faixas de preço.
Fresh Notebook, da Zagg
Com cristais polimerizados que dissipam o calor, esse acessório é prático para guardar e transportar. É leve e pode ser enrolado. No teste do INFOlab, funcionou bem. Disponível em dois tamanhos: para 12 a 14 polegadas e para 12 a 17 polegadas. Preço: cerca de R$ 50.
Apoio Home Sweet Home
Trata-se de uma almofada com enchimento de isopor e um tampo de PVC, para apoiar no colo. Isola o notebook do corpo, mas não esfria a máquina. Na loja Tok Stok, por R$ 29,90.
Mesa com pés
Uma simples mesa com pés que se recolhem pode ser uma solução simples e barata para manter o notebook longe do seu corpo. Esse modelo custa cerca de R$ 37 em lojas online como Extra e Ponto Frio. E serve para você fazer o lanche rápido na sala ou na cama também. Mas não esfria a máquina.
E-table Cooler
Se você topar pagar um pouco mais caro por uma mesinha, pode encontrar uma que tenha coolers para resfriar o seu computador. Esse modelo tem regulagem de altura e inclinação, dois coolers e porta-copo. A partir de R$ 179, em lojas online como Americanas, Submarino e Carrefour.
Laptable, da Asys
Outro produto que passou pelo INFOlab. Tem regulagem de altura, apoio para mouse e compartimento para canetas e outros objetos. Suas mesas de movimentam na horizontal. É mais bonito na foto do que pessoalmente. Seu preço salgado assustou muita gente. Custa cerca de R$ 1000, em sites como Magazine Luiza e Shoptime.
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terça-feira, 9 de novembro de 2010 -
20:34
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Notebook no colo sem perigo | buzz.bagarai -
[...] Outro produto que passou pelo INFOlab. Tem regulagem de altura, apoio para mouse e compartimento para canetas e outros ... |
Foto: Matti Mattila
Imagine a cena: seu filho, sobrinho, neto, afilhado ou qualquer outra criança escrevendo um inocente bilhete. “Querido Papai Noel, eu fui bonzinho o ano inteiro. Gostaria de pedir nesse Natal um iPhone4 ou um iPad. Se não der, pode ser um iPod Touch.”
Acredite, isso não tem nada de exagerado. O fato é que as crianças trocaram seus pedidos de bonecas e carrinhos por presentes tecnológicos. Foi o que revelou a pesquisa Toy Report, feita pela Duracell, fabricante de pilhas e baterias, com 2138 crianças e pais. Na lista dos 10 presentes mais desejados por crianças e adolescentes de 5 a 16 anos, oito deles são gadgets.
E parece que o bom velhinho terá de negociar uma parceria com Steve Jobs, da Apple. iPhone4 (14%), iPod Touch (13%) e iPad (12%) são os três presentes mais desejados pelas crianças que participaram da pesquisa. Quanto maior a idade da criança, maior o interesse pelos gadgets. Os produtos da Apple foram pedidos por 17% das crianças de 5 a 8 anos, 50% do público de 9 a 12 anos e 66% do grupo de 13 a 16 anos.
O Kinect para Xbox, acessório para jogar de acordo com os movimentos do corpo, ficou em quarto lugar da lista do Noel, enquanto o Playstation Move ficou em oitavo lugar (escolhido por 4% dos entrevistados) . A videocâmera Flip ficou em sexto lugar (4% dos entrevistados), enquanto a boneca-filmadora Barbie Video Girl (foto abaixo) ficou em décimo lugar (3%). O game Harry Potter para 1-4 anos, da Lego, também entrou para a lista, em nono lugar, com 3% dos votos.
É claro que isso é só um reflexo dos sonhos dourados das crianças. Muitas delas vão encontrar presentes mais simples debaixo das árvores de Natal. Afinal, nem todo adulto acha educativo dar presentes tão luxuosos às crianças ou simplesmente não tem tanta grana para tal.
A pesquisa da Duracell foi feita no Reino Unido. Aqui, creio que as crianças têm sonhos bem mais modestos, mas conheço também várias que têm ambição demais para a idade, concordam?
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segunda-feira, 25 de outubro de 2010 -
20:45
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Crianças pedem iPhone de presente de Natal | buzz.bagarai -
[...] A pesquisa da Duracell foi feita no Reino Unido. Aqui, creio que as crianças têm sonhos bem mais modestos, ... |
fotos: divulgação
Conhecida por sua forte atuação na área de redes corporativas, a Cisco resolveu apostar no mercado doméstico, em uma área bastante promissora: a telepresença. Cada vez mais comuns nas empresas, que querem economizar dinheiro e tempo com transporte de seus funcionários, os sistemas de telepresença vão começar a invadir os lares para aproximar amigos e familiares que estão fisicamente distantes, em alta definição.
Quem vai negar que aquele chat com vídeo feito pela internet não ajuda a matar um pouco da saudade daquela pessoa querida que está longe? Pois a experiência prometida pela Cisco vai muito além dessa que experimentamos com a dupla computador-webcam.
Chamado de ūmi, o sistema inclui uma câmera de alta definição, um console e um controle remoto. O sistema vai conectado por um cabo HDMI a uma TV HD com conexão à internet.
Montado o sistema, dá para ver o pessoal do outro lado em uma videochamada em tempo real de 1080p (1920 x 1080 pixels). As gravações ficam em 720p. Mas, para vídeos em 1080p, é preciso ter banda larga de verdade, com mínimo de 3,5 Mbps para dowload e upload.
É possível regular o sistema para captar imagem de uma área determinada do ambiente e fazer uma regulagem da captação de luz. Com o controle remoto em mãos, é possível dar zoom para ver detalhes da cena ou passear pelo ambiente com a câmera, com movimentos na horizontal (panorâmica) ou na vertical (tilt).
A interface que aparece na tela da TV dá acesso a mensagens de vídeo, permite gerenciar contatos, gravar vídeos para compartilhar no YouTube, no Facebook ou por e-mail. Dá para configurar o sistema para receber avisos de chegada de videomensagens por SMS, no celular.
Naturalmente que para ter um ótimo aproveitamento do sistema é ideal que as duas pontas tenham o equipamento, mas quem não tiver o ūmi também pode conversar com usuários do sistema da Cisco, pelo Google Video Chat, a partir de um computador.
No endereço umi.cisco.com, o equipamento já pode ser encomendado, para entrega no dia 15 de novembro. O preço do equipamento é US$ 599, além de taxa mensal de US$ 24,99, para uso ilimitado de chamadas, mensagens e armazenamento. O produto também será vendido na Best Buy. Mas, por enquanto, apenas para os americanos.
Sem dúvida é algo muito caro ainda, mas também bastante desejável. Acho que a tecnologia não garante amizade verdadeira, mas não tenho dúvida nenhuma de que pode ajudar a mantê-la, quando a intenção realmente existe. Se é assim, que seja em alta definição!
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quarta-feira, 6 de outubro de 2010 -
20:57
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Cisco investe em telepresença doméstica | buzz.bagarai -
[...] Sem dúvida é algo muito caro ainda, mas também bastante desejável. Acho que a tecnologia não garante amizade verdadeira, ... |
Você é um daqueles adultos nostálgicos que acham que as crianças deveriam deixar o videogame um pouco de lado para se interessar por brincadeiras tradicionais? Então, talvez goste de saber que o clássico infantil “mamãe e bebê” ganhou uma versão modernosa no console Wii.
A Majesco Entertainment está preparando o game de simulação Babysitting Mama, em que o jogador banca a babá. Um bonequinho todo cuti-cuti tem um acessório nas costas que se conecta ao controle remoto para detectar a movimentação.
Ao começar o jogo, você escolhe um dos seis bebês – cada um tem uma personalidade e necessidades diferentes (ai, que medo!). Aí você tem vários desafios, como ninar o bonitinho até ele dormir, trocar sua roupa, banhá-lo, alimentá-lo (sim, fazê-lo arrotar faz parte da diversão), sempre movimentando o boneco e/ou o controle remoto. Dá até para competir com alguém para ver quem se dá melhor no desafio.
A empresa pretende iniciar as vendas do game em dezembro, por volta de 60 dólares. É o preço que se paga para ter um bebê com tecla de on e off! Cansou, é só desligar!
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segunda-feira, 20 de setembro de 2010 -
20:57
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Lá em casa: Vire uma babá com game do Wii | MS Notícias -
[...] Fonte [...] |
foto: Will Brenner/Creative Commons

Cães não são mais os únicos culpados nas escolas
Professores, mamães e papais, atenção: a manjada desculpa “Meu cachorro comeu meu trabalho” ganhou versões mais modernas, relacionadas ao mundo tecnológico. Agora, o maior culpado da lição de casa que não foi entregue é do computador (ou do e-mail, da internet, da impressora etc).
A pesquisa foi realizada pela empresa de backup online Mozy, com 500 professores e 1000 estudantes do Reino Unido, no mês de agosto. Segundo o levantamento, 78% dos estudantes consultados produzem seus trabalhos escolares no computador.
O estudo revelou também que oito em cada dez estudantes culpa a tecnologia para justificar alguma falha na escola. A mais comum de todas as desculpas dos alunos que não entregam os trabalhos foi “mandei um e-mail com o trabalho, mas ele voltou”. Veja a seguir a lista das desculpas mais comuns nas escolas do Reino Unido.
E você, que é mais crescidinho, já apelou para uma delas?
AS 20 DESCULPAS MAIS COMUNS
1- Eu mandei um e-mail para você, mas ele voltou
2- Eu terminei o trabalho, mas deletei por acidente
3- O meu cachorro comeu o trabalho
4- Meu computador quebrou e perdi o trabalho
5- Minha impressora quebrou
6- Eu terminei o trabalho, mas não pude salvá-lo
7- Acabou a tinta da minha impressora
8- A internet caiu e por isso não pude fazer pesquisas ou acessar o material
9- Eu derrubei bebida no meu computador e ele quebrou
10- Minha casa foi roubada e levaram meu computador
11- Não consegui conectar meu computador à impressora
12- Meu computador foi hackeado e um vírus destruiu meu HD
13- O Windows Vista deu pau e apagou um programa
14- Derrubei meu jantar no computador
15- Perdi meu notebook
16- Acidentalmente prendi o trabalho na máquina de lavar
17- Derrubei da minha mochila quando vinha para a escola
18- As letras do meu teclado se apagaram e não pude digitar
19- O trabalho voou da minha mão
20- Eu coloquei o trabalho sobre a TV e ele voou
quarta-feira, 8 de setembro de 2010 -
21:37
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Diário de Classe » Blog Archive » Tecnologia vira desculpa… -
[...] http://info.abril.com.br/noticias/blogs/la-em-casa/comportamento/tecnologia-vira-desculpa-para-nao-e... [...] |
Ver TV, ouvir rádio, navegar na web, atualizar as redes sociais, falar ao telefone, tudo ao mesmo tempo. Quase um terço (29%) dos jovens de 16 a 24 anos fazem atividades de que envolvem telecomunicações simultaneamente, percentual muito maior que entre os maiores de 55 anos (12%). Essa foi uma das descobertas da pesquisa realizada pela Ofcom, órgão regulador de comunicações do Reino Unido. Naquele país, as pessoas ficam 45% tempo que passam acordadas ligadas a um dos meios eletrônicos e audiovisuais de comunicação.
Embora ainda esteja longe dos 55 anos, já passei dos 24; mesmo assim posso dizer faço parte dessa geração multifunção. Nessa semana, eu me peguei em casa navegando na internet, com a TV ligada, enquanto falava ao celular – até que o telefone fixo tocou. No monitor do meu PC eu acompanho o leitor de RSS, três contas de e-mail, Twitter, Facebook, Orkut e o mensageiro instantâneo. O telefone fixo toca o dia todo e eu não perco nenhuma piadinha dos colegas. As notícias, comentários de leitores e avisos de agenda brotam de todos os lados. E aí surge a pergunta: dá para fazer tudo direito?
A gente tenta, mas não dá. Lidar com a avalanche de informação é da natureza da minha profissão e de outras, eu sei. Mas é preciso focar para fazer completar uma tarefa bem feita. Essa é minha modesta opinião e não estou sozinha. Em uma pesquisa realizada na Stanford University, nos Estados Unidos, as pessoas que se engajaram em multitarefas intensamente não se deram bem em testes de habilidade de ignorar informações irrelevantes, memória e de alternação de tarefas.
Em época de fechamento de textos aqui na redação da INFO, meu colega Maurício Moraes usa o processador de textos em tela cheia, para não se distrair com outros aplicativos. E eu, confesso, cheguei a tirar o telefone do gancho e ficar no modo invisível no mensageiro instantâneo – prometo que não vou repetir esse pecado corporativo terrível – ainda assim me acharam pelo celular. Mas, enfim, o importante é que consegui cumprir meus prazos e, enquanto não puder ter um clone assistente, vou ter que definir prioridades.
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010 -
17:07
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Fabio Kendi -
Ou o conteúdo da internet/TV se mostra MUITO superficial (a ponto de uns 30% de atenção ser suficiente para ser ... |
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