
A Microsoft detalhou como vai funcionar sua loja de aplicativos: 70% da receita dos aplicativos vai para os criadores, cada desenvolvedor define o preço do seu programa e o processo de aprovação será rigoroso. Lembra algum modelo de negócio que você já viu por aí?

A Apple tanto insistiu nas suas restrições e picuinhas na App Store que fez por merecer o que acaba de ganhar: um mercado negro onde serão vendidos os aplicativos rejeitados pela loja oficial do iPhone.

A Amazon liberou um aplicativo que transforma o iPhone em Kindle, mas outros leitores de e-books já estavam disponíveis para o aparelho e desempenham a função com bastante competência. Confira alguns deles:

Melinda Gates queria ter um iPhone, mas Bill vetou. Em entrevista à Vogue, a primeira dama do império Microsoft disse que iPhones e iPods não entram na casa da família.

O desenvolvedor brasileiro Marcelo dos Santos colocou na App Store uma seleção de quatro novos aplicativos nacionais – um gratuito e três pagos.

Vídeo no YouTube mostra que G1 poderia ter multitouch, não fosse o veto da Apple
Um “acordo de cavalheiros” pode estar por trás de uma das ausências mais sentidas no Android: o recurso multitouch.

Mesmo com os muitos aplicativos úteis da App Store, há que se admitir que a loja também tem muita bizarrice.

O clima esquentou. Apple e Palm trocaram nos últimos dias ameaças veladas que podem culminar em uma disputa judicial envolvendo a tecnologia multitouch do iPhone.

Se você precisa de um bom motivo para destravar seu iPhone para aplicativos de terceiros, aqui vai um: sua privacidade pode melhorar sensivelmente depois do jailbreak.