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Oi + Brasil Telecom = boa idéia?

por Sandra Carvalho
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Se existe um bom aliado do consumidor, é a competição.  Desse ponto de vista, a anunciada fusão da Oi
com a Brasil Telecom é interessante?

Depois de anos de brigas tão ferozes que foram parar várias
vezes nas páginas policiais, os acionistas da Brasil Telecom e da Oi
concordaram sobre o futuro das suas ações.  O governo, que adora se entreter com a idéia
de uma grande empresa nacional de telecom, deu as bênçãos à compra.

 Esse clima de lua-de-mel não é suficiente, é claro, para
tornar a aquisição da Brasil Telecom pela Oi uma boa idéia. Mas sabe que é? Corre-se o risco, como sempre, de o dinheiro
do contribuinte acabar subsidiando o sonho da grande empresa nacional. Esse é o perigo maior. Quase todo o resto é
vantagem pura.

 Em primeiro lugar, ter uma terceira grande empresa para
concorrer com os espanhóis da Telefônica e os mexicanos da Telmex, fortíssima
em todo o país, com exceção de São Paulo, seria uma injeção monstro de
adrenalina num mercado que clama por concorrência. Não dá para deixar voz, banda larga e IPTV na
mão de apenas dois grupos.  Ou dá?

 Com uma grande empresa como alternativa, o poder de barganha
dos consumidores aumentaria significativamente. Isso é o que importa. Se essa grande empresa ficaria ou não com
grupos nacionais como La Fonte e Andrade Gutierrez, para mim é irrelevante.  Duvido que fique, a médio ou longo prazo.

 Mas não seria bacana ter por aqui outro
grande nomão de telecom que comprasse essa empresa  â€“ digamos, a British Telecom ou a Deutsche
Telekom – – concorrendo com a Telefônica e a Telmex? A vida do consumidor, nessas condições de competição,
só poderia melhorar.  Go for it!

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Vamos respirar os lixões eletrônicos?

por Sandra Carvalho
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O que você acha de enfrentar, de uma só vez, chumbo, PVC, retardantes de chama polibromados, bário, cromo, mercúrio, berílio e cádmio? Pois estes são os ingredientes básicos dos lixões eletrônicos que o nosso modo de vida só faz crescerem. 

A revista National Geographic deste mês traz uma reportagem extraordinária sobre as ameaças dos lixos high tech, alimentados por zilhões de computadores e TVs. A imensa maioria não é reciclada (para ter uma idéia, só 26,1% dos desktops, notebooks e impressoras são reclicados, e apenas  24,5% dos monitores CRT e LCD). No caso das tevês, é pior ainda: o número cai para 13,4%.

Boa parte desses lixões vão acabar em países pobres, para revenda de produtos usados ou para extração de matérias primas, como cobre, do que é lixo puro. Nesse processo, elementos carcinogênicos como cádmio e berílio e muito tóxicos, como chumbo, PVC e retardantes de chama polibromados , comprometem a saúde de muita gente.

Vale a pena ler o texto da National. Se você não quiser se dar ao trabalho de ir até a banca para admirar no papel as fotos magníficas da reportagem, dê um pulo no próprio site da revista, em
http://nationalgeographic.abril.com.br/ng/edicoes/94/reportagens/mt_264271.shtml

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Para o abraço, com o Blu-ray

por Sandra Carvalho
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Brad Pitt na pele de Jesse James: destino é Blu-ray

Duvido que alguém, a olho nu, possa dizer que a imagem de Blu-ray ou do HD-DVD seja a melhor. Mas tudo indica, hoje, que já temos um vencedor: o Blu-ray.

O jornal inglês Financial Times está dizendo nesta terça-feira que o estúdio Paramount está prestes  a retirar seu apoio ao HD-DVD. Uma cláusula de seu contrato com o consórcio do formato lhe permitiria bater em retirada se a Warner virasse casaca, isto é, se passasse para o lado do Blu-ray. Foi exatamente isso que ocorreu na semana passada. Veja o texto do FT em http://www.ft.com/cms/s/0/dc409afa-bd75-11dc-b7e6-0000779fd2ac.html?nclick_check=1

Os estúdios 20th Century Fox, a Metro Goldwyn-Mayer e Walt Disney já tinham se alinhado ao Blu-ray.  Ficou firme, ao lado do HD-DVD, até agora, a Universal.

Talvez assim, com a situação mais definida, o Blu-ray possa mostrar suas imagens magníficas a mais do que meia dúzia de pessoas. Por enquanto, pelo menos no Brasil, o Blu-ray ele está longe de ter uma presença forte no dia-a-dia das pessoas, mesmo dos mais entusiasmados early adopters.

 Há pouquíssimos filmes para alugar nas locadoras (quantas vezes um ser humano pode ver o Schwarzenegger em Terminator?)  e pouquíssimos, fraquíssimos (com as exceções de sempre) e caríssimos filmes para vender nas lojas. Não se pode chamar 140 reais de pechincha, mesmo um Blu-ray, certo? O caminho mais garantido para ter acesso a uma seleção mínima de títulos, a preços palatáveis, até agora,  é www.amazon.com.

 O preço dos players no varejo brasileiro, é claro, não ajuda: está na faixa dos 3000 reais, e daí para cima, seja Samsung, LG ou Sony. A opção mais barata, o console PS3, da Sony, a principal advogada do Blu-ray, é de 2400 reais na versão de 60 GB, considerados os preços dos nomes mais conhecidos do varejo.

Mas, como sempre, é tudo uma questão de escala. Se a disputa com o HD-DVD fica para trás, como há indícios de que vai ficar, as coisas tendem a deslanchar para o Blu-ray, e os preços, a cair. Aí a brincadeira fica mais divertida.

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XO ou ClassMate PC? Huhh…

por Sandra Carvalho
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Lula com o XO: opção preferencial?

 
A Intel e a OLPC, o grupo que promove o XO, o laptop
dos 100 dólares, estão trocando
acusações mútuas. A Intel, que aderiu
tardiamente ao XO, abandonou o barco. Preferiu  ficar com o seu próprio projeto, o ClassMate
PC.

Não chega a ser uma surpresa. A maior rival da Intel, a AMD, endossou o XO
na primeira hora e estava muito mais à vontade dentro da OLPC. A Intel preferiu apostar primeiro no seu
ClassMate PC para depois apoiar o laptop de 100 dólares.

Quem tem razão, nessa disputa verbal, não importa, na
verdade. Os dois projetos são muito
interessantes e podem mostrar serviço nas escolas. O que importa, mesmo, é que os laptops educacionais cheguem às mãos dos
estudantes,  acompanhados da banda larga
que precisam. Se vai ser XO, com
Linux, ou ClassMate PC, com Windows XP ou Linux, é quase irrelevante. Com tudo
migrando para a internet, o sistema operacional é cada vez menos importante.

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A praga da iEntry

por Sandra Carvalho
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Se você cair no mailing da  empresa americana iEntry, do Kentucky,  prepare-se para um longo período de provação.  Ã‰ quase impossível se livrar das newsletters com que ela empesteia os e-mails alheios.

Segundo a própria iEntry, ela manda cerca de 50 milhões de e-mails por mês, para 6 milhões de pessoas. Não se trata de uma newsletter nem de duas.  São dezenas, cada qual com um nome, todas girando em torno de temas tecnológicos.  

Claro que há um link para cair fora do mailing, e tenho a impressão que ele garante um alívio provisório, de alguns dias. Mas não há remédio definitivo contra essa praga.

As newsletters vão de ColdFusionProNews a DevWebNews.  Só para desenvolvedores web e programadores, são 22 títulos diferentes.  Para administradores de TI e executivos da área são mais 34.  Na área de e-business, outras 27. Enfim, não há como vencer essas pestes todas, a não ser usando e abusando de tantos filtros que muitas mensagens legítimas acabarão sucumbindo junto.

Segundo a iEntry, os anunciantes que sustentam seu negócio são de classe internacional.  Os nomes que ela cita são mesmo. Mas anunciar em publicações que forçam tanto a barra é um tiro no pé, não é?

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Já checou seu nome no Google hoje?

por Sandra Carvalho
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Este é um hábito que está se tornando recorrente. Postar vídeos
no YouTube ou escrever blogs já trabalho, mas acompanhar a própria reputação na
web é fácil. Por via das dúvidas…

Uma pesquisa do instituto Pew, chamada Administração da
Identidade Online e Busca na Era da Transparência, mostrou que 47% dos
internautas já buscaram informações a respeito de si próprios na web. Cinco
anos atrás, eram apenas 22%. Os dados são
baseados nos hábitos dos internautas americanos.

Quanto mais jovem, com mais escolaridade e renda mais alta, mais o internauta procura
acompanhar o que se diz a seu respeito na web. Homens e mulheres agem da mesma
forma – não há diferença de compartamento por sexo nesse caso.

A pesquisa indica que 22% fazem buscas sobre si mesmos de
vez em quando, 3% pesquisam regularmente e 74% checaram sua reputação online um
ou duas vezes na vida.  Quer apostar que
daqui a cinco anos esses percentuais já terão ido para estratosfera?

Para conferir a pesquisa completa do Pew, vá a http://www.pewinternet.org/PPF/r/229/report_display.asp

 

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25 sites indispensáveis da Time

por Sandra Carvalho
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O site da revista Time acaba de publicar a lista dos 50
melhores sites de 2007, cheia de endereços originais.  Mas o que é imperdível mesmo é a lista dos 25
sites sem os quais não dá mais para viver.

Aí o critério não é o da invenção nem da inovação. Trata-se
simplesmente daqueles endereços sem os quais a sobrevivência é impossível hoje
em dia. Na mosca: quem hoje pode passar sem  Google, Yahoo, YouTube, Wikipedia, Digg, Amazon,
IMDB? 

 Numa versão brazuca, seria essencial acrescentar, é claro, o
Buscapé, o Mercado Livre, o Estadão, o G1, as homes do UOL e do Terra, e algumas
lojas online, como Americanas, Fnac, Fastshop, Saraiva. Dê uma olhada em
 http://www.time.com/time/specials/2007/article/0,28804,1638266_1638253,00.html

para conferir a lista completa.

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10 presentes high tech de última hora

por Sandra Carvalho
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Nokia N800: uma das dez sugestões

Esta lista foi montada sob medida para agradar a pessoas que vivem ligadas na internet. Está longe de ser perfeita. Quem deixa para comprar presentes de Natal nos últimos minutos do segundo tempo não pode ter pretensões de ser, ao mesmo tempo, original e econômico.  Papai Noel não existe, lembra?   Se a grana anda curta, ou se você é um poupador obsessivo,  não vai dar para ler e comprar.  Mas, como sempre, vai dar para ler e sonhar.

 

1 – Rádio SoundBrigde, da Pinnacle.  Com esse radinho online dá para ouvir música sem nem lembrar que o PC existe. Pequeno, Wi-Fi, ele se conecta ao roteador diretamente. Basta plugar num receiver, colocar a senha da rede e deixar o som rolar.  A pré-seleção de rádios é bárbara.  E dá para brincar à  vontade com as playlists do iTunes e do Windows Media Player. Custa cerca de 460 reais

 

2 – Receiver AV Denon 3808 – Se é para gastar com áudio e vídeo, com este receiver gasta-se por bons motivos.  Além do sonzão de altíssima qualidade típico da Denon , garante-se, ao mesmo tempo, no rack da sala, Wi-Fi, porta Ethernet, USB, upscaling para 1080 p,  quatro conexões HDMI de entrada e uma de saída para a TV. Pela porta USB, com um pen drive, toca-se não apenas o trivial, como MP3 e WMA, mas até Flac. Agora, o susto: o preço, no Brasil, passa dos 7500 reais.

 

 

3 – Minilaptop Eee PC, da Asus  – Para quem não pode passar um segundo sem ter algo para acessar a internet à mão, o Eee PC é tiro certo.  Com ele,  navega-se com conforto sem ter de carregar o notebook o tempo todo. A tela, de 7 polegadas, é muito mais eficiente para a web que a dos smartphones.  A Asus estima o preço no varejo do micrinho em 1100 reais.  A dificuldade é encontrar um exemplar à venda.

 

4 – Tablet Nokia N800, da Nokia  – Um presentão para qualquer nerd que já tem praticamente tudo.  Bom companheiro para internet, o N800 não é um celular, mas fala por VoiP.  Conecta-se à internet tanto por Wi-Fi quanto por redes celulares.  Para quem faz questão de internet em viagens mas não quer se dar o trabalho de carregar o note, é uma mão na roda.  Está na faixa dos 1500 reais.

 

5 – iPod Touch – Para usar iPhone no Brasil é preciso espírito de aventura.  Nem todo mundo topa as gambiarras de desbloqueios. Já o iPod Touch é unanimidade – daqueles presentes que garantem gratidão pela vida eterna.  A tela ultra bem definida, brilhante, é irresistível para a web por Wi-Fi.  Pode ser que o iPod Touch seja melhor como player de música do que como dispositivo de acesso à internet, por uma ou outra limitação de formato. Ainda assim, é uma opção de primeira. Na versão com 8 GB, dá para encontrar por menos de 1000 reais em suavíssimas prestações.

 

6 –Notebook XPS 1330, da Dell  - Notebook só se dá para alguém muito especial – e põe especial nisso. Com a tampa vermelha, o Dell XPS 1330 é uma máquina que chama a atenção em qualquer lugar pelo design classe AAA.  Nada nele, na aparência,  lembra os laptops convencionais da empresa. Com 13,3 polegadas, o XPS tem um teclado ultra confortável e uma tela belíssima.  A conexão HDMI garante os vídeos baixados da web na telona da TV com qualidade máxima.  O preço é menos atraente que as qualidades do notebook: mesmo uma configuração básica sai por mais de 7 mil reais.

 

7 – PS3, da Sony – Que tal combinar games de última geração com resolução altíssima, Wi-Fi e player de Blu-ray num console só?  Embora não seja importado diretamente pela Sony, o PS3 é vendido aqui por grandes redes do varejo.  Supõe-se , assim, garantia de suporte técnico em caso de problemas.  Como player de vídeo, o PS3 roda  Blu-ray  feito para o Brasil e os Estados Unidos (os dois países estão na mesma zona no caso do Blu-ray) e DVDs para a região 1, dos Estados Unidos, de onde é importado (o Brasil está na zona 4).  O PS3 é vendido a partir de 2300 reais.

 

8 – TV Time Machine 2, da LG – Nem parece TV, mas é.  Com LCD de 32 polegadas, HD interno de 80, capacidade de rodar DivX através de uma porta USB e poder de interromper a programação a qualquer momento, a Time Machine 2 nem precisaria ter o design espetacular que exibe.  É mais um desses presentões dos quais não se esquece.  Como nada é perfeito, a Time Machine 2  não é full HD – mas 1366 X768.  Mas faz bonito com Blu-ray, TV digital, DVD e o que for.  Hoje em dia se encontra por 3200 reais.

 

9 – Conversor para TV digital Philips – Boa dica, por enquanto, apenas para quem mora em São Paulo, que já entrou na era da TV digital.  Com design muito interessante, esse conversor garante imagens magníficas nas regiões em que a recepção da TV digital é boa.  Se a recepção não é boa, o conversor Philips não faz milagres.  Nenhum conversor faz . O preço é de 109
9 reais. Esse patamar já revoltou o ministro das Comunicações, Hélio Costa.   

 

10 – Conversor USB para TV digital, da Gradiente – Quem duvida que imagem em 240 p pode ficar muito decente muda de idéia ao ver a TV digital num desktop ou notebook. É diversão garantida, desde que se resista à idéia de tentar tela cheia. A tecnologia 1Seg, usada aqui, não foi feita para isso. O conversor da Gradiente é dos melhores dessa primeira safra do gênero USB, que se pode levar para todo lado.  Dá para encontrar por menos de 400 reais.  

 

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Forrester esnoba o Brasil e vai embora

por Sandra Carvalho
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De dez pesquisas interessantes sobre internet, pelo menos
uma ou duas são da Forrester. Mas a
empresa fecha as portas de seu escritório no país no dia 31 de dezembro. Não fica sequer uma única pessoa aqui para
contar a história.

A empresa tinha cerca de 30 clientes no Brasil, alguns
cobiçadíssimos em qualquer parte do mundo – como o Bradesco. Mas achou que atender esses clientes in loco
era demais. Vai fazer isso a partir dos
Estados Unidos. Um presente de Natal para o Gartner, o principal concorrente da Forrester, que continua por aqui.

A razão do abandono do mercado brasileiro? Aparentemente, o percentual tímido das
receitas locais no bolo do faturamento mundial da empresa, de cerca de 202 milhões de dólares anuais. De bom, ficam os profissionais treinados pela
Forrester. Que, aliás, estão procurando
emprego.

 

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Conversor X TV digital de mão

por Sandra Carvalho
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A comparação parece esdrúxula, mas sabe que não é absurda?  Em alguns lugares de São Paulo, TVs digitais portáteis, pouco maiores que um maço de cigarro, pegam melhor o sinal das transmissões digitais que telonas estáticas com conversores e antenas.

 

Levei para casa uma tevezinha da Gradiente, com tela de 3,5 polegadas, movida a tecnologia 1Seg,  e pus exatamente diante de um LCD Samsung de 40 polegadas, plugado num conversor Philips e uma antena Plasmatic. Adivinha o resultado?  

 

A micro Gradiente sintonizou todos os canais, com exceção da Gazeta, com uma imagem boa. A Samsung pegou quatro canais – Globo, Rede TV, MTV e SBT – com uma imagem magnífica, bem melhor do que DVD.

 

Resumo da ópera: a tecnologia 1Seg usada pela TV de mão – e logo mais pelos celulares – é impressionante pelo alcance.  Já a transmissão dos sinais digitais pelos meios convencionais, usada pelo LCD,  é bem menos convincente.  Aparentemente, o sinal das emissoras de TV tem de ser muito mais potente para se universalizar.

 

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