A Amazon prepara o lançamento de uma versão do seu leitor de livros digitais Kindle com tela colorida e capacitiva sensível ao toque ainda este ano.
Quem acha que os e-readers em preto e branco são sem graça vai gostar do Kyobo e-Reader. O lançamento acaba de ser anunciado pela Qualcomm em uma parceira com a Kyobo Book Centre, da Coreia do Sul. O aparelho é o primeiro a usar a tecnologia Mirasol.
O mercado de e-readers não é dos mais competitivos. Apesar da presença de alguns nomes como o Kobo e o nook, da Barnes & Noble, e até nomes brasileiros, como o Positivo Alfa, o grande player do mercado é mesmo o Kindle, da Amazon.
A Panasonic aproveitou a feira de tecnologia e-Book Expo Tokyo para anunciar seu novo aparelho que está em fase de acabamento, o Raboo UT-PB1. Embora esteja em uma feira voltada para e-readers, o aparelho é mesmo um tablet.
Não é novidade que a Kobo tem um e-reader. Mas é novidade que esse e-reader é touchscreen. A fabricante tirou seus botões laterais e colocou uma tela sensível ao toque no leitor digital, dando a ele uma cara nova, com um design bem mais limpo.
Finalmente a Asus tirou seu e-reader das sombras das fábricas. O aparelho, nomeado Eee Reader DR900, é promessa da fabricante desde o começo do ano. Ele chega às claras com algumas novidades frente a outros gadgets semelhantes, a começar pelo tamanho.
Com o tempo, as opções de e-reader começam a aumentar no Brasil. O novo aparelho a chegar por aqui é o W860, rodando uma versão do Linux na tela de 8 tons de cinza.
O papel tem perdido algum espaço para os leitores de livros e a Asus resolveu criar uma briga também na escrita. O dispositivo para isso é o Eee Note EA800, que serve para ler livros digitais e para tomar notas rápidas.
Irmã maior do Positivo Alfa, a versão Wi-Fi do aparelho conta com browser para baixar livros da rede sem precisar ligá-lo ao PC. Aproveitamos sua visita ao INFOlab para dar uma fuçada e tirar algumas impressões do novo leitor de livros.
A Amazon e a Sony ainda não conseguiram colocar telas de E ink coloridas em seus leitores de livros digitais. Enquanto elas decidem como e quando vão fazer isso, uma empresa chinesa, a Hanvon Technology, saiu na frente.