
Windows 7 Sins: a turma do GNU em campanha contra Redmond
Nova campanha da Free Software Foundation tenta convencer os usuários de que a Microsoft é mesmo o império do mal.
A organização fundada e dirigida por Richard Stallman colocou no ar o site Windows 7 Sins (pecados do Windows 7). Logo na página inicial, o site diz que “o software proprietário em geral e o Microsoft Windows em particular prejudicam todos os usuários de computador”. Depois, segue afirmando que o Windows 7 comete sete pecados capitais: envenenar a educação, invadir a privacidade, comportar-se como um monopólio, aprisionar o usuário, abusar dos padrões, obrigar ao uso de proteção contra cópia de conteúdo e ameaçar a segurança.

Hemminger: a liberação dos drivers resolveu o problema (foto: James Morris)
Stephen Hemminger afirma que os drivers que a empresa cedeu para incorporação ao Linux estavam em desacordo com a licença.
Os programas foram liberados na semana passada pela Microsoft sob licença GPL v2. Servem para que o Linux rode com melhor desempenho sobre o virtualizador Hyper-V, que é parte do Windows Server 2008. Deverão ser incluídos numa versão futura do kernel do Linux. Hemminger é engenheiro chefe da empresa Vyatta e um ativo desenvolvedor de software livre. Ele conta, em seu blog, sua própria versão de como esses drivers, que já existiam antes, acabaram sendo liberados sob a GPL v2, que a Microsoft criticou duramente no passado.

Steve Ballmer: em 2001, ele disse que o Linux era câncer
Para vender mais Windows Server, a empresa adota uma postura pragmática em relação ao Linux.
A notícia que circulou segunda-feira foi um choque para quem acompanha a posição da Microsoft em relação ao Linux. A empresa liberou 20 mil linhas de código para ser incorporadas ao sistema operacional rival – tudo com a licença GPL de software livre. É uma mudança significativa. Afinal, em 2001, Steve Ballmer chegou a dizer que o Linux era câncer para a indústria do software. Na mesma época, Craig Mundie, outro executivo da empresa, declarou que a GPL era uma ameaça à indústria do software.

Versão alfa do Kumo: a tela (não oficial) que tem circulado na web é parecida com a de outros sites de busca
O Kumo, que deve suceder o atual Live Search, usa programas de código aberto.
A Microsoft vai vender o XP até 2010, mas ele pode perder a briga para o Linux.

IE8 falso: esta tela foi montada por alguém com partes do IE7 e do Office 2007,
e divulgada na web como sendo do IE8
A futura versão 8 do Internet Explorer pode ficar pronta em 2009.
A votação que pode transformar esse formato em padrão oficial da ISO termina domingo.