
Office Key Card: número de série para ativar o software
A nova edição gratuita Office Starter virá pré-instalada nos micros e vai exibir anúncios.
O Office Starter vai substituir o Works, o pacote basiquinho de aplicativos que vem pré-instalado em muitos PCs. O novo pacote terá apenas versões reduzidas do Excel e do Word. A descrição publicada no blog oficial do Office 2010 dá a entender que essas versões Starter vão permitir visualizar e editar planilhas e textos simples. Mas não terão muitos dos recursos encontrados nas versões completas do Excel e do Word.
A Microsoft também anunciou duas novas maneiras de adquirir o Office, que deverão estrear com a versão 2010. A primeira é um cartão que traz um número de série para ativação do produto. Quem comprar um micro com uma versão de demonstração do Office, com validade limitada, poderá ativar o software com esse cartão. Ao que parece, ele será vendido nas mesmas lojas que vendem os computadores.
Outra novidade é a possibilidade de comprar o Office via download, por meio de um serviço que a Microsoft chama de Click-To-Run. Usando tecnologias de streaming de aplicativos e de virtualização, o Office Click-To-Run poderá ser usado logo após a pessoa fazer o pagamento e iniciar o download. Ou seja, não será necessário esperar que o pacote inteiro seja baixado e nem fazer a instalação da maneira tradicional.
Para a Microsoft, essas novas opções – assim como o Office Web, a versão online dos aplicativos – têm duas finalidades. A primeira é levar mais pessoas a experimentar o Office e convencê-las a pagar pelo produto. A segunda é oferecer uma alternativa a produtos gratuitos como o OpenOffice e o Google Docs. Até agora, a turma de Redmond tem se dado bem nessa briga. Segundo a própria Microsoft, o Office é usado por 500 milhões de pessoas. A versão de demonstração do pacote teve 23 milhões de downloads em apenas um ano. E o Office Home and Student, a edição econômica para até três PCs, tem sido o software mais vendido no varejo americano nos últimos dois anos.
Acho que alguém na Microsoft anda lendo o livro “Free” de Crhis Anderson, essa proposta da microsoft se encaixa perfeitamente ao conceito Free.
Free, pero no mucho!!!
O problema de compra de software não é cultural, e sim relacionado a carga tributária brasileira, e a falta de uma política mais severa contra a pirataria.
Garanto que se o software tivesse um preço mais justo (sem tanto imposto), muita gente compraria.
Engraçado isso… uma empresa que fabrica o melhor pacote de ferramentas de escritório do mundo (o número de usuários e a necessidade de “compatibilidade” das suites concorrentes mostram isso) não pode cobrar por ele que recebe críticas. A natureza intangível do software facilita a sua pirataria mas isso não quer dizer que não haja custo no seu desenvolvimento.
Pagamos tranquilamente R$ 500,00 ou mais em aparelhos celulares mas achamos um absurdo pagar R$ 300,00 (Home & Student) em uma suite de aplicativos que acabamos por usar mais que o celular.
Não há a cultura de compra de software no Brasil e isso tem que ser revertido.
Eu prefiro as minhas versões não Starter: o OpenOffice no Linux e um Office 2007 provindos de lugares negros da internet. Realmente é interessante tudo isso, vamos ver até quando eles vão fazer essa caridade (ou até quando as pessoas vão aguentar olhar para o seu micro e aqueles comerciais e banners ridículos de toques de celular).
É… MSOffice é que é Office, a turminha do pinguim que durma com um barulho desses…
Eu estou muito satisfeito com o BrOffice, é o bastante, simples, prático e eficiente.
No Windows 7, estou sem Office e quando preciso usar algo, entro uso o Google Docs.
Latada!!!
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