
O anúncio da aposentadoria da marca Napster, feito nesta semana, encerrou de vez a trajetória brilhante de um software que revolucionou o modo como consumimos cultura. Como todo mundo já conhece o começo dessa história e também seu final, resgato aqui um momento decisivo da história do programa, que poderia ter mudado tudo.

Inspirado no quadro “Que fim levou” do fanfarrão apresentador Milton Neves, vou fazer uma série de posts falando sobre as ocupações atuais de ícones do mundo geek que brilharam muito e depois sumiram dos holofotes. Para começar, uma olhada em Shawn Fanning, menino prodígio que criou o Napster, em 1998.