
Desculpas antecipadas pelo saudosismo, mas já não se fazem jogos polêmicos como os de antigamente. Os games já ultrapassaram todos os limites em seus roteiros e cenas, com todos os tipos de violência sendo vastamente explorados. Em 1997, a coisa era diferente. Muita gente ainda pensava que videogame era coisa de criança e achava revoltante um jogo como Carmageddon, em atropelar pedestres era um objetivo e não uma falha.

Lançado em 2000, o Nokia 3310 sempre foi famoso por ser prático e confiável, mas nunca por ser cool. Quase doze anos depois, o cenário se inverte. Na prática, o celular basicão da fabricante finlandesa não serve para nada. Mas ele nunca foi tão querido e comentado na internet. Ele virou um meme!

Em outubro de 2003, a Nokia colocou no mercado o N-Gage, misto de celular, videogame e MP3-Player. O aparelho era poderoso, a empresa estava no auge da sua popularidade e a ideia parecia boa, mas havia um detalhe bizarro: o jeito de segurar o gadgets na hora de fazer ligações.

Parece bizarro fazer um post nostálgico sobre o iPhone, mas, é isso mesmo, o primeiro smartphone da Apple completa, hoje, seu quinto aniversário. Longe de ser peça de museu, o aparelho continua flutuando em prestígio. De qualquer forma, é impressionante relembrar o quanto as coisas mudaram de lá para cá.

Em 2012, não vai ser fácil aguentar tantas piadinhas relacionadas com as profecias de que o mundo irá acabar. Em 1999, a praga que angustiava o mundo era digital e, se não ameaçava acabar com o mundo, tinha potencial para gerar um caos gigantesco. A praga, claro, era o chamado bug do milênio, que relembraremos um pouco nesse post.

O final do ano está chegando e, nessa hora, as listas com os melhores gadgets começam a pipocar por todo lado. Aqui no Ctrl+Z não poderia ser diferente. Quer dizer, poderia. Vamos listar os melhores do ano com ajuda dos leitores da INFO… de 1997!

O anúncio da aposentadoria da marca Napster, feito nesta semana, encerrou de vez a trajetória brilhante de um software que revolucionou o modo como consumimos cultura. Como todo mundo já conhece o começo dessa história e também seu final, resgato aqui um momento decisivo da história do programa, que poderia ter mudado tudo.

Pena que a festa durou pouco. Bem pouco. Entre 1999 e 2001 a genial ideia de prover acesso à internet (discada) sem cobrar virou moda e os maiores portais embarcaram nessa. Os lucros com a publicidade, no entanto, não fechou as contas e os provedores gratuitos foram acabando rapidamente. Relembre essa história.

Meninos e meninas, já existiu internet sem Google. Isso não quer dizer que naqueles tempos de conexão discada e GIFs animados os internautas não pudessem fazer pesquisas. Altavista, Lycos e o brasileiro Cadê? davam conta do serviço, ganhavam grana, fama e eram os endereços mais visitados da web. Tá, e depois? Leia a seguir;
É difícil dizer quem foi o melhor atacante do futebol nos anos 1990. Os candidatos são muitos: os brasileiros Romário e Ronaldo, o francês Eric Cantona, o argentino Gabriel Batistuta. Para quem jogava International Superstar Soccer a questão é mais simples. No game, lançado em 1995, o craque era o camisa 7 Allejo, que desequilibrava os jogos para o Brasil. O nome esquisito deve-se a problemas de direitos autorais que fizeram com que a produtora Konami escalasse a seleção brasileira com figuras como Paco, Roca e, claro, Allejo. Apesar disso, o Superstar Soccer tinha movimentos mais realistas e inúmeras possibilidades de passes, dribles e chutes. A diversão era tanta que Allejo virou febre no YouTube. Quem procurava por seu nome no site em meados de setembro encontrava mais de 250 vídeos com os melhores momentos do craque.