Você acabou de baixar as atualizações automáticas e descobre que está à bordo do Firefox 3.5. Parabéns. Que legal. Mas, muitas das suas extensões preferidas vão parar de funcionar. E muitas das extensões legais que você descobrir no site de Addons da Mozilla também não vão funcionar no navegador. Sorte que dá para dar um jeitinho, e usar qualquer extensão velha no Firefox. A seguir, veja como faz.
A saída para driblar esse problema está no próprio Firefox. Use a barra de endereços do mouse para digitar o comando about:config. E a brincadeira vai começar.
Antes de abrir o capô para mostrar suas configurações internas, o Firefox, normalmente, pede uma confirmação do usuário. Você deverá clicar no botão que diz algo como “Prometo ser cuidadoso” (ou, em inglês, I’ll be careful, I promise!).
Uma lista enorme de parâmetros vai aparecer. Pode ignorá-la solenemente. O próximo passo é clicar com o botão direito do mouse sobre a lista e escolher Nova Opção, depois em Boolean
Aparecerá uma janelinha com um campo chamado “Forneça o nome da opção:” (ou, em inglês: Enter the preference name:). É hora de digitar “extensions.checkCompatibility” e teclar Enter. A seguir, é preciso definir esse parâmetro como falso (false).
Isso evitará que o Firefox cheque a compatibilidade das extensões antes de instalá-las.
Dependendo do Addon, ele continuará sendo barrado, mas a solução é repetir o processo e criar outra expressão booleana, com o parâmetro “extensions.checkUpdateSecurity”, que também deve ter valor “falso”.
Agora é só reiniciar o Firefox e abrir a porta para as (extensões) velhinhas!
PS. Se você usa versões de teste do Firefox, tente o addon Nightly Tester Tools, que garante a compatibilidade das extensões velhas com o 3.7 e outros alphas e betas que estão por vir.
Você confia na rede da sua empresa para enviar e-mails confidenciais? Tem coragem de guardar mensagens com o número do seu CPF ou cartão de crédito? Acha que nunca ninguém vai acabar entrando na sua caixa postal? Se respondeu sim para alguma dessas perguntas, é hora de acordar para a vida e aprender a mandar e-mails criptografados.
Com apenas uma extensão para Firefox, dá para proteger o conteúdo das suas mensagens de forma simples e fácil. Não, sério mesmo. É só copiar o texto, por uma senha e enviar a mensagem codificada. Quem receber o conteúdo vai usar essa mesma extensão para incluir a senha e decodificar a mensagem.
A ferramenta é gratuita e chama-se Lock the text. Para usá-la, você seleciona o texto de qualquer caixa de texto (Gmail, Hotmail, Outlook, BOL, não importa…), clica com o botão direito do mouse e seleciona Lock the Text e depois Lock. Vai aparecer uma tela, em que você informa a senha (no campo “passphrase”) e cola o texto. Pronto, sua mensagem está 101% protegida da bisbilhotice alheia.
Quando seu amiguinho receber a mensagem criptografada, tudo o que ele tem a fazer é selecionar o texto (entre as palavras BEGIN e END), clicar com o botão direito do mouse e escolher Lock the Text e depois UnLock. Será preciso informar a senha que você definiu anteriormente.
Uma sugestão: para facilitar sua vida, você pode combinar pessoalmente com seus contatos mais frequentes de usar sempre uma mesma senha.
Você passa vergonha toda vez que olha para o seu perfil no Twitter por causa daquela foto que aparece toda torta atrás dos posts? Está cansado de usar a mesma imagem de fundo pré-fabricada que outros duzentos amigos usam? Veja como personalizar de verdade a sua conta do microblog.
Em 140 toques, a dica é sem enrolação: Para deixar o visual do Twitter do jeito que você sempre quis, é só acessar FreeTwitterDesigner.com.
O site usa o seu cadastro no Twitter como registro e funciona como um editor de imagens básico. A diferença é que o FreeTwitterDesigner já facilita tudo pois mostra o desenho padrão do site por cima das imagens e formas que você aplica.
Ele já conta com alguns temas bonitos, que você pode aprimorar. Mas o grande barato é fazer o upload de fotos e posicioná-las como bem entender na página. Depois, dá para aplicar efeitos básicos, como transparência e borrões. Também dá para incluir texto e mudar as cores do texto dos posts.
Outra coisa legal do serviço é a opção de montar um fundo de acordo com as resoluções de tela mais comuns, como a mais popular 1024×768 pixels.
Com o FreeTwitterDesigner não tem desculpa para deixar o Twitter com um fundo de tela feiosinho.
Se o seu chefe é uma pessoa decente, você nem precisa ler esse texto. Chefia moderna não bloqueia nem monitora sua vida on-line. Mas o que você faz quando seu superior é um déspota que pede para te adicionar no Facebook?
Primeiro e mais importante: não fale numa rede social o que você não falaria em uma lugar público. Depois, não precisa bloquear ninguém. Isso é muito deselegante e existe uma alternativa melhor: mostrar apenas o que você quer para as pessoas que você quer.
Clique em Configurações, depois em Configurações de Privacidade, depois em Perfil.

Na lista de opções que aparece, note que para cada atividade sua no Facebook é possível configurar uma política de acesso (Minhas redes e amigos etc…).

Entre as alternativas, vá até a última: “Personalizar…”. Uma janela se abrirá e você poderá incluir o nome dos usuários proibidos de ver suas atualizações. Basta digitar os nomes, para que o Facebook encontre os contatos em tempo real. Daí é só por o seu amado chefinho na lista negra.

Uma opção legal, para evitar constrangimentos, é clicar em “alguns amigos”. Assim, você elege apenas as pessoas que poderão ver suas atualizações. Todos os outros contatos continuam como seus amigos, mas não terão com saber das suas estripulias no Mafia Wars.
Você já viu o ícone do OpenID por aí. Também já ouviu falar que esse lance faz você logar em vários sites sem precisar de novos cadastros. Mas, eaí? Como faz para ter um usuário e senha no padrão OpenID?
Por ser tão legal, seguro e inovador, o OpenID acaba dando um nó na cabeça de quem tenta usá-lo. Só que não precisa ter medo nem preguiça: ele funciona bem , faz você poupar tempo e só vai dar trabalho com cadastro na primeira vez.
O primeiro passo é cadastrar seu usuário OpenID. Há vários sites que oferecem isso, o MyVidoop.com é um exemplo. Entre lá, crie um usuário, informe seu e-mail e pronto, você já vai criar uma URL que servirá para autenticar sites compatíveis com OpenID. Ou seja, você apenas entra lá rapidinho e já sai com um seunome.myvidoop.com
Esse endereço será sua chave de entrada para os sites compatíveis.
O MyVidoop também pede que você clique em uma sequência de imagens que será usada para validar seus cadastros depois. As instruções são bem simples. Você escolhe três tipo de objeto. Um carro, uma bola e um navio. No futuro, quando precisar logar em um serviço que pede senha, você vai clicar em novas fotos que mostrem esses itens.
Dá para se cadastar de um jeito ainda mais fácil, criando uma OpenID a partir da sua conta do Google. É só usar esse serviço aqui. O resultado será uma chave do tipo:
http://openid-provider.appspot.com/seunominhofeio
Pronto. Acabou o drama. Simples, né? Agora que você já tem um OpenID, vá brincar! Blogger, Flickr, Technorati, Yahoo! e WordPress aceitam esse tipo de senha para autenticar comentários e cadastros.
PS. O que é chato é que muitos sites escondem a opção de logar via OpenID. Todos os gigantes da internet apóiam essa iniciativa… mas eles ainda preferem que os usuário se cadastrem em seus monótonos formulários.
Você acabou de instalar o Windows 7, até está gostando do sistema novo, mas, quando abre o Firefox, acha que o browser estraga o visual do desktop? Com dois downloads dá para mudar o figurino do navegador e deixá-lo na moda.
O primeiro passo para aproximar o Firefox do Windows 7 é instalar o plug-in New Glasser. Com ele, a moldura do navegador receberá o visual arredondado e as transparências do tema Aero, do Vista e do Win7.
Depois de enfeitar a moldura, é hora de mexer no tema do Firefox. E, advinha só, existe um tema prontinho para deixar o Firefox melhor integrado ao Windows 7. Ele foi feito por um usuário da rede social de designers DeviantArt, e ficou bem perfeito.
Pronto! Assim o Firefox não vai mais parecer um programa de 16 bits no meio da interface sofisticada do novo Windows.
Outra opção (mais rápida)
Também dá para chegar a um efeito bacana usando apenas um plug-in: o Classic Remix for Windows 7. Ele já instala um acessório para colocar as transparências no Firefox e também usa um tema mais moderninho.
Outra opção (mais tosquinha)Também dá para dar um tapinha rápido no visual do Firefox usando o plug-in Personas. Com ele, basta acessar um menu e escolher um tema de cores novo. Já existem várias opções populares com motivos que lembram o Windows 7. Não é uma solução completa, mas quebra o galho.
Vale lembrar
Para funcionar direito essas extensões precisam rodar no Firefox instalado em máquinas com Vista ou Windows 7.
Apareceu na sua máquina um documento .DJVU? Como diabos abrir uma foto que veio em X3F? Está pensando que é vírus esse arquivo JLS? Neste post, você vai ver como se faz para saber qual ferramenta pode abrir e editar os mais bizarros tipos de arquivo.
Antes de falar de extensões desconhecidas, vale aquela velha dica: é sempre obrigatório ter um antivírus instalado e atualizado na máquina e evitar fazer downloads em sites suspeitos. Dito isso, para ir direto ao assunto: se quiser abrir qualquer arquivo estranho consulte o OpenWith.org.
O site traz uma lista com as extensões e os programas gratuitos que podem lidar com elas. Dá para procurar formatos pela letra do nome ou pela categoria de programa. Se os documentos esquisitos são uma constante na sua vida, dá para usar o programa para desktop do OpenWith.org.
Outra dica dentro do mesmo tema: se depois de descobrir que raios era aquela extensão, você também pode convertê-la para um arquivo mais conhecido. Essa tarefa pode ser feita via web no site Media-Convert.
Com o serviço, você consegue transmutar praticamente qualquer tipo conhecido de documento. Basta fazer upload do arquivo e escolher qual será a sua nova extensão. A especialidade do site são os padrões musicais, mas também dá para converter arquivos compactados, textos, imagens, apresentações e outros tipos de mídia. Tudo de graça, sem cadastro e bem rapidinho.
Calma. Respire fundo. Você não é a única pessoa do mundo que tem uma incontrolável vontade de enviar 845 links dos YouTube para os seus amigos todos os dias. Sempre haverá montes de vídeos inacreditavelmente legais que merecem ser repassados. E até existe um jeito de fazer isso sem incomodar. Veja como se faz.
O primeiro passo para enviar links com classe é fazer login no YouTube. Para quem ainda não se ligou, você pode usar a mesma conta que já usa no Gmail e no orkut.
Depois disso, é só usar o site normalmente até encontrar AQUELE videozinho que vai despertar em você o instinto mais irresistível de compartilhar.
Agora, não seja aquele jeca que recorta e cola o link do browser e sai incomodando os contatos do Messenger. Logo embaixo do vídeo, você verá vários links para classificar o vídeo (as estrelihas vermelhas) e para espalhar o conteúdo: Enviar vídeo, Facebook e orkut. Assim, já dá para espalhar o vídeo automaticamente para seus contatos.
Mas, o mais legal vai acontecer depois de você ativar a função AutoShare. Para tanto, acesse o link Minha conta e depois Configuração da conta. Depois, clique no item Compartilhamento (na lista lateral). Ali você terá todos os detalhes do AutoShare
Esse recurso faz com que sua conta do YouTube seja integrada ao Facebook, ao Twitter e até ao Google Reader. É só cadastrar o seus usuários no YouTube e decidir quais ações do site vão virar atualizações nessas redes sociais. As ‘situações’ são as seguintes: Classificar um vídeo, Comentar sobre um vídeo, Inscrever-se em um canal, Adicionar um vídeo como Favorito e Enviar um vídeo.
Pronto, com o Autoshare ligado você pode dar 5 estrelas para o vídeo de um cantor dos anos 80 sendo humilhado e todos os seus contatos das redes sociais vão saber que você viu e gostou disso.
Twitter e Pownce nasceram na mesma época e com a mesma ideia. O primeiro virou febre mundial, e o outro desapareceu. O motivo? Só o Twitter sempre foi integrado aos celulares. Hã!? Você ainda não usa o Twitter pelo celular? Então veja como se faz.
O Twitter, sem a ajuda de nenhum software adicional, pode receber e enviar posts por meio de SMS. Mas isso só compensa para os gringos. Nós, brasileiros, precisamos pagar uma salgada taxa, pois a única opção de telefone é de um número estrangeiro.
Para contornar isso, você pode se cadastrar em sites nacionais que quebram o galho, oferecendo números brasileiros para os quais você pode enviar suas mensagens.
Dois exemplos de endereços com esse serviço são o sms.blog.br e o s2twitter.com.
Rapidinho pela web
Quem não tem paciência para instalar um aplicativo próprio para o Twitter no celular pode gastar seu plano de dados e usar o browser HTML do celular para acessar uma versão do site feita para rodar na telinha dos telefones: m.twitter.com
Ele é BEM mais leve do que o site original e tem o design criado para ser exibido nas estreitas telas dos telefones.
Para cada celular, um programa
OK, você tem um plano de dados e um smartphone. Assim, a melhor saída é instalar um pequeno aplicativo para ler e enviar conteúdo do Twitter. Seu celular não é um iPhone? Sem problemas, todos os principais sistemas operacionais portáteis têm ferramentas para tuitar. Abaixo os links para elas:
Tweets60 (Nokia E71 e XpressMusic)Feito para celulares com sistema Symbian, ele faz o básico, permitindo ler, postar e acompanhar atualizações de amigos.
Quakk (Windows Mobile)
Com código aberto, o programinha é mais um que preza pela simplicidade, mas resolve o problema na hora de ler e postar textos no Twitter.
Twiterrific (iPhone)Envie os posts com um iPhone
O Twiterrific une todas as notificações do Twitter numa mesma tela, separando os itens por cor e facilitando as citações e respostas de DMs.
TwitterBerry (esse dá para advinhar)Simples ao extremo, faz o trivial, mostra posts e traz atalhos para escrever e para acompanhar Direct Messagens, citações e lista de contatos.
A máquina que você usa no escritório não é nenhuma maravilha. O webmail do seu e-mail profissional é tosco, te faz lembrar de 1997. Só que você precisa usar o Outlook o dia todo. Tem jeito de se livrar da lentidão? Então como faz?
Várias configurações do Outlook podem drenar preciosos fiapos de memória. A seguir, três dicas simples para deixar o cliente de e-mail da Microsoft menos pesado.
*Desatolar a Caixa de entrada*
O Outlook pode iniciar mais rápido se a sua Caixa de Entrada tiver menos mensagens. Clique em Arquivo, depois em Novo e, lá no final da lista de opções, em Arquivo de Dados do Outlook. Depois basta seguir as instruções para dar nome e definir onde os e-mails serão guardados. Dá até para proteger o acesso desse arquivo com senha.
Com o arquivo PST, você mantém mensagens antigas salvas em um documento separado, que não é carregado no início do programa. Esse truque é útil também se você trabalha em uma empresa que oferece pouco espaço de armazenamento para suas mensagens. Armazenar as mensagens localmente
*Desabilitar Add-ons*
No menu Ferramentas, clique em Central de Confiabilidade. A janela mostrará uma série de recursos obscuros presentes no Outlook. Clique na opção Suplementos.
Você verá uma lista com uma série de add-ons que nem sempre são úteis, mas que sempre são carregados.
Para dar cabo deles, clique no botão “Ir” que fica no rodapé da janela. Ele mostrará as categorias de acessórios e os itens habilitados em cada um delas. Daí para frente é só entrar e remover add-ons que não estão sendo usados. Há, por exemplo, um tal de “Serviço Móvel do Outlook” que supostamente manda SMS para celulares.
Nunca usei. Acho que nunca vou usar. Então, desabilitei.
*Apelar para a versão light*
Se você usa o Outlook apenas para receber e enviar mensagens, apele para a “modo de segurança” do programa. Achar esse Outlook Light é fácil. Vá ao menu Iniciar, clique no Executar e, na caixinha que aparece, digite apenas Outlook /safe. Essa função foi desenhada para que o programa seja aberto mesmo quando há algum erro grave de execução. Mas também serve para usar uma versão mais enxuta e com menor gasto de memória.