ESPACO
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C

09/06/2007

Linguagem de programação desenvolvida por Dennis Ritchie e Brian Kernighan nos Laboratórios Bell (hoje parte da Lucent Technologies) em meados dos anos 70. Apesar de originalmente ter sido desenvolvida como um sistema de linguagem de programação, C provou ser uma linguagem poderosa e flexível para ser usada em uma série de outras aplicações, de programas de negócios a engenharia. Ela é particularmente popular entre programadores de PCs porque é relativamente pequena e requer menos memória que outras linguagens. O primeiro grande programa escrito em C foi o sistema operacional Unix.


Cache

20/04/2004

Pequena quantidade de memória utilizada para armazenar dados temporariamente, de modo a fornecê-los rapidamente quando solicitados pelo processador. As memórias cache L1 (nível 1), L2 (nível 2) e L3 (nível 3) ficam embutidas na placa-mãe ou no próprio chip.


Cache L1

18/07/2006

Memória muito veloz e de pequena capacidade que armazena dados e instruções temporariamente no processador. Também se diz cache primário.


Cache L2

18/07/2006

Segundo nível de memória temporária. É mais lento que o cache L1, mas com maior capacidade. Também é chamado de cache secundário. Alguns processadores têm também o cache L3, ou terciário, ainda mais lento e de maior capacidade.


CAE

20/04/2004

Acrônimo de Computer Aided Engineering, ou Engenharia Auxiliada por Computador. Facilita os cálculos estruturais e as simulações durante a criação de desenhos.


Caixa de areia

10/05/2005

Recurso de segurança do Java. Corresponde a regras que desativam funções do applet Java. Exemplo: o aplicativo tem acesso restrito à memória e aos recursos do sistema operacional. Se essas limitações não existissem, a máquina do internauta ficaria vulnerável a ataques.


CAQ

13/12/2005

Sigla de Computer Aided Quality, ou Qualidade Assistida por computador, o CAQ entra na criação de planos de inspeção e medições para fazer controle de qualidade da produção de materiais.


Casemod

25/05/2004

Nome dado à modificação de gabinetes de micros, como inclusão de luzes, cortes e pintura. O termo surgiu do inglês case modification.


CBK

10/05/2005

É a sigla para Common Body of Knowledge, uma coleção de tópicos considerados essenciais para profissionais de segurança da informação em todo o mundo. Seus conceitos são cobrados na obtenção de certificações como a CISSP (Certified Information Systems Security Professional). O CBK é mantido pelo consórcio internacional (ISC)2, e é também um espaço para discussão, debate e resolução de problemas na área.


CCIE

10/05/2005

Sigla da certificação de redes topo de linha da Cisco. Significa Cisco Certified Internetwork Expert e é indicada para engenheiros com muita experiência na área de redes. É um dos títulos mais difíceis de obter, com um exame teórico e outro prático: durante dois dias, o aluno é exposto a problemas reais, simulados em computador.


CCVP

10/05/2005

Ou Cisco Certified Voice Professional, é a caçula das certificações da Cisco. Disponível desde fevereiro, nasceu da demanda crescente por telefonia IP e convergência de redes. Contempla voz na arquitetura de redes, com foco em QoS (qualidade de serviço), gateways, telefones IP, aplicações de voz e em produtos da própria Cisco, como sistemas de gerenciamento, roteadores e switches.


Chave pública

22/11/2005

Sistema de criptografia que utiliza duas chaves: uma pública, que pode ser amplamente conhecida, e uma privada, ou secreta, conhecida apenas pelo receptor da mensagem. A criptografia de chave pública funciona assim: quando Ana envia uma mensagem a Paulo, usa a chave pública de Paulo para codificar o texto. Ao receber o documento, Paulo usa sua chave privada para decodificá-lo. As chaves pública e privada são inter-relacionadas. Somente a chave pública pode ser utilizada para criptografar mensagens e somente a secreta pode decifrá-las.


Chave simétrica

16/06/2004

Sistema de criptografia no qual o remetente e o destinatário de uma mensagem compartilham uma única chave, usada para criptografar e para decifrar o documento. Esse sistema contrasta com a criptografia de chave pública, ou assimétrica (veja Chave Pública), que utiliza duas chaves. A chave única, ou chave secreta, é mais simples e rápida, mas tem a desvantagem da insegurança. Um exemplo dessa técnica é o DES (veja DES).


Chipset

17/07/2006

Conjunto de chips da placa-mãe responsável pela comunicação com os componentes do micro e por algumas funções extras, como placas de rede e de som embutidas. Na maioria das placas atuais, o chipset é composto por dois chips, o Northbridge e o Southbridge.


Classe

06/07/2004

Protótipo que define características comuns a todos os objetos de um determinado tipo.


ClearType

02/07/2004

Recurso do Windows que suaviza as bordas das fontes de tela. O ClearType cria sombras no entorno das letras, tornando-as mais legíveis para o usuário.


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