ESPACO

REVISTA / EDIÇÃO 258


O projetor dá o recado


Quatro aparelhos portáteis para apresentações profissionais

Por BRUNO FERRARI

Um treinamento para a equipe de vendas, uma palestra ou uma reunião para apresentar os números da empresa são situações freqüentes no mundo dos negócios que requerem o uso de um projetor. Aos poucos, os projetores multimídia se espalham pelas companhias brasileiras. Um estudo da empresa Pacific Media Associates prevê que serão vendidas 67 mil unidades neste ano no Brasil — um crescimento de 15% em relação a 2006. O INFOLAB testou quatro aparelhos portáteis adequados a apresentações profissionais, das marcas Hitachi, Sony, Panasonic e Mitsubishi. Os preços variam de 2,8 mil a 8,6 mil reais e, em geral, correspondem à potência e aos recursos que eles oferecem. A Escolha da INFO fica com o Panasonic PT-LB60NTU, que impressionou pela qualidade da imagem. Já a Escolha Econômica vai para o Hitachi CPX2, que tem boa relação custo/benefício.

Brilho Campeão

A imagem do PT-LB60NTU, da Panasonic, impressionou nos testes do INFOLAB. A lâmpada de 3 200 lumens permite projetar boas imagens mesmo numa sala parcialmente iluminada e a resolução de 1 024 por 768 pixels oferece boa visualização dos detalhes. A correção automática da distorção trapezoidal também merece destaque. Outro recurso interessante é o ajuste manual para dia ou noite, que configura rapidamente o brilho e o contraste da imagem para locais muito claros ou muito escuros. O projetor possui uma interface Wi-Fi 802.11 b/g. Mas ela funciona apenas para o monitoramento do sistema, ou seja, não é possível dispensar o cabo de vídeo. Um ponto negativo é o tamanho acima da média, que pode incomodar quem transporta muito o projetor.

Nitidez com economia

O CPX2, da Hitachi, merece destaque pela boa relação custo/benefício. Com 2 000 lumens de brilho e resolução de 1 024 por 768, sua qualidade de imagem agradou nos testes do INFOLAB. Esse projetor pesa apenas 1,8 kg, o que facilita o transporte. Ele vem com uma interface Wi-Fi num cartão SD. Ela serve para monitorar e gerenciar o sistema a distância. O aparelho possui uma entrada USB, onde pode ser acoplado um memory key com fotos em JPEG para exibição. O foco e a correção de distorção trapezoidal são automáticos. Como ponto negativo, o CPX2 esquenta bastante. O INFOLAB chegou a registrar 60ºC na saída de ar.

     



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