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Peladonas por IP


O conteúdo da Playboy TV está disponível na web em banda larga

POR SILVIA BALIEIRO

Nem só de Paris Hilton é feito o conteúdo erótico da internet brasileira. Pela tela do micro, com uma conexão de banda larga, já é possível assistir ao conteúdo de alguns canais adultos de TV a cabo, como a Playboy TV (www.playboytvonline.com.br). Oferecido pela empresa argentina Claxson, todo o material que pode ser assistido no já conhecido canal Playboy, da televisão por assinatura, vai para a internet usando a plataforma da ESDC (El Sitio Digital Channel), o braço tecnológico de internet da Claxson.

Na web, o material é oferecido sob demanda, ou seja, o usuário escolhe a hora em que quer assistir a programas como Confissões de um Voyeur, Playmates de Pijama ou Casa da Tentação. Os vídeos campeões de audiência são oferecidos em três opções de velocidade de acesso: 200 Kbps, 500 Kbps e 700 Kbps. Já os menos assistidos têm como única opção 150 Kbps.

A hospedagem no Brasil de todo o conteúdo da Playboy TV está sendo feita pelo portal de banda larga da Brasil Telecom, o BR Turbo (www.brturbo.com.br). Nele, há um canal Turbo Vídeo (www.brturbo.com.br/turbovideo), onde ficam disponíveis os programas. Como os vídeos são baseados em tecnologia da Microsoft, os internautas só podem usar o Windows Media Player. Para evitar cópias não autorizadas, foi adotado o DRM (Digital Right Management), a plataforma da empresa que protege os filmes contra pirataria.

Todo o tráfego de vídeo é suportado por 14 servidores de alta performance. Cada um deles tem dois processadores Pentium Xeon de 3,06 GHz e 4 GB de memória RAM. Dois funcionam como banco de dados (Linux Advanced Server com Oracle 9i); dois são web servers (Linux Advanced Server com Apache); dois funcionam como servidores de aplicação (Linux Advanced Server com Aplicação de Vídeo on demand); outros dois fazem o controle dos direitos autorais (Windows 2003 Server com Windows DRM Server); e os últimos seis são usados como midia server (Windows 2003 Server e Windows Media Server). Com essa estrutura, o BR Turbo tem capacidade para autorizar até 2 500 acessos simultâneos, número bem maior do que os 415 usuários concorrentes, contabilizados no maior pico de acesso do Turbo Vídeo desde que foi criado, em novembro de 2004.

Assim como na TV, na internet também é necessário fazer o pagamento para assistir aos vídeos do canal Playboy. Isso pode ser feito por uma assinatura mensal, que custa 12,90 reais para quem é assinante BR Turbo e 14,90 reais para os não-assinantes, ou pelo pagamento avulso, no estilo pay-per-view, que varia de 3,90 a 5,90 reais. Para ver as peladonas, os usuários podem optar pelos vídeos em streaming ou fazer o download do material. Se optar pela segunda alternativa, depois de baixado, o vídeo tem validade de cinco dias e pode ser visto em, no máximo, quatro micros diferentes.

       


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