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PC? Commodity? Não o meu!
O grupo Positivo tenta abrir espaço vendendo micros com conteúdo educativo
POR DéBORA FORTES
Não é de hoje que os computadores pessoais vêm sendo relegados ao papel de commodity em TI. Mas, vez por outra, grandes empresas flertam com esse mercado e tentam escapar do beco sem saída da guerra de preços. Agora é a vez da curitibana Positivo Informática, do grupo Positivo, muito forte na área de educação. Desde novembro, a empresa testa as vendas de um novo computador sob medida para alunos e professores, com conteúdo educativo caprichado e preços palatáveis. “Nossa meta é ganhar 7% da fatia dos micros de marca e 4% do mercado cinza”, afirma Hélio Bruck Rotenberg, diretor da Positivo Informática.
Batizado de e-PC, o micro com conteúdo educativo pode ter a configuração personalizada na loja online da empresa. Começará a ser vendido no varejo em escala nacional em abril. Entre os recursos do e-PC estão professor online para tirar as dúvidas por e-mail, central de jogos educativos, a enciclopédia Koogan-Houaiss e antivírus. A partir do segundo semestre, incluirá o dicionário Aurélio, cujos direitos o grupo Positivo comprou.
O design do micro é compacto e bem resolvido. O INFOLAB testou as duas configurações básicas do e-PC, com monitores CRT e LCD. O Pentium 4 de 2,6 GHz, com 40 GB de disco e 256 MB de memória RAM,
se saiu bem no benchmark Sysmark 2002 e ficou ligeiramente acima da média dos micros de mesma configuração testados pelo INFOLAB em janeiro. Já o Celeron de 2,2 GHz ficou na média, mas escorregou nos 128 MB de RAM, insuficientes para rodar o Windows XP.
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