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O RSS esmaga!
O RSS mostra o caminho mais curto para o conteúdo que realmente interessa
POR AIRTON LOPES
A sigla do momento no dicionário da internet, principalmente para os fanáticos por notícias e blogueiros compulsivos, é RSS. Não há consenso sobre o significado das três letras, que, para muitos, pode ser Really Simple Syndication (Distribuição Realmente Simples de Conteúdo) e, para outros, RDF Site Summary (Sumário de Site RDF) ou Rich Site Summary (Sumário de Site Enriquecido). Mas o que interessa é que se trata de um formato usado a cada dia por mais sites para entregar conteúdo de bandeja diretamente no desktop dos internautas, dispensando browser, digitação de URLs e cliques nos Favoritos.
A ponte entre o conteúdo das páginas criadas em XML do RSS é feita pelos agregadores, como o Awazu (www.info.abril.com.br/download/3575.shl) e o AmphetaDesk (www.info.abril.com.br/download/3574.shl). Eles são alimentados por feeds, que nada mais são do que sumários com links para as notícias fresquinhas que acabam de entrar no ar. Dessa forma, o usuário monta uma espécie de portal personalizado e atualizado regularmente. Para receber os feeds, basta copiar o link RSS e colá-lo ao criar um canal no agregador. Na maioria dos casos, a presença de um botão laranja com a inscrição XML indica se o site tem a sua versão delivery. CNN, BBC, Wired, Slash- dot, Google, Yahoo! e milhares de sites já aderiram ao RSS. O serviço de notícias de INFO, o Plantão INFO, também tem sua versão RSS. O link é www.info.abril.com.br/aberto/infonews/rssnews.xml.
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