O aumento da memória do micro é o upgrade de hardware mais simples que se pode fazer para ganhar velocidade. Mesmo uma máquina equipada com um processador rápido pode expandir consideravelmente seu desempenho com a ampliação do espaço de processamento. O INFOLAB mediu a performance de um micro Pentium III de 866 MHz, rodando o Windows 98 SE, com três quantidades de memória: 32, 64 e 128 MB. Eis os resultados.
Quando a RAM passa de 32 para 64 MB, o ganho geral é de 39%. Com um salto duas vezes maior, de 32 para 128 MB, o desempenho geral avança 50%. São números bastante significativos, em especial neste momento, quando o custo do megabyte de memória atingiu um dos patamares mais baixos de que se tem notícia: menos de 1 real. Vale observar, porém, que as conquistas de performance via memória também têm seus limites. Quando, por exemplo, se passa de 64 para 128 MB, o aumento de desempenho é de apenas 8%. Vale destacar que esses testes consideram a execução de um programa de cada vez. Portanto, embora não haja acréscimos substanciais quando a disponibilidade de memória vai galgando faixas mais altas, é fácil perceber que, quanto maior, melhor. A vantagem se manifesta na folga para rodar vários programas ao mesmo tempo, sem que o sistema operacional seja obrigado a recorrer à memória virtual, que é uma RAM quebra-galho, em disco.
Por tudo isso, se sua máquina tem menos de 128 MB de memória, é hora de saltar para esse patamar -- ou, se puder, ir além. Na hora de comprar, você deve prestar atenção num detalhe importante. As memórias mais comuns encontradas hoje são do tipo PC-100 ou PC-133, respectivamente de 100 e 133 MHz. Dê preferência a este último tipo. Um módulo PC-133 pode funcionar ao lado de outro de 100 MHz, mas o inverso não é verdadeiro.
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