Três jornalistas americanos de tecnologia decidiram processar a HP por supostamente espioná-los.
O caso tornou-se público há cerca de uma ano, quando promotores de Justiça acusaram formalmente a HP de contratar espiões para monitorar a atividade de jornalistas de TI nos Estados Unidos.
O objetivo da espionagem era descobrir qual era a fonte destes jornalistas, que publicaram informações de acesso restrito na HP. A então presidente da HP, Patricia Dunn, foi acusada de ordenar as investigações, a fim de identificar os executivos da companhia que vazaram informações confidenciais.
Patricia renunciou ao cargo quando o escândalo veio à tona, mas alega inocência. Além de Patrícia, outros executivos deixaram o grupo.