Tarja preta sob controle

de INFO Online
23 de julho de 2008

Tarja preta sob controle

A Anvisa apresentou seu novo sistema de controle à venda de medicamentos tarja preta

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária apresentou em maio o SNGPC (Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados), que fará o controle da venda de remédios com tarja preta. Dentro de um ano, todas as farmácias que vendem calmantes ou remédios para emagrecer, por exemplo, deverão estar conectadas a esse sistema. Porém, muitas das 70 mil farmácias no Brasil ainda não têm computadores ou acesso à internet. Além disso, por mudanças de legislação e lançamentos de novas drogas, o sistema precisa de atualização constante. A estratégia da Anvisa para superar as barreiras está na distribuição do software, um código enxuto, desenvolvido em XML.

A agência definiu que o programa chegará ao seu destino por intermédio dos desenvolvedores de aplicativos de gestão ou de ponto-de-venda para as farmácias. As 76 empresas cadastradas devem baixar o código do site da Anvisa e incorporá-lo a seus produtos. A partir daí, devem entregá-lo como atualização dos sistemas. “A vantagem é que o dono da farmácia não precisa ter um PC no estabelecimento. Ele pode fazer isso de qualquer computador, até de casa, uma vez por semana”, afirma Eugênio Zimmer, assessor da Anvisa responsável pelo novo sistema de gerenciamento.

Publicado originalmente na Corporate de Julho de 2007



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Tarja preta sob controle

23 de julho de 2008


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária apresentou em maio o SNGPC (Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados), que fará o controle da venda de remédios com tarja preta. Dentro de um ano, todas as farmácias que vendem calmantes ou remédios para emagrecer, por exemplo, deverão estar conectadas a esse sistema. Porém, muitas das 70 mil farmácias no Brasil ainda não têm computadores ou acesso à internet. Além disso, por mudanças de legislação e lançamentos de novas drogas, o sistema precisa de atualização constante. A estratégia da Anvisa para superar as barreiras está na distribuição do software, um código enxuto, desenvolvido em XML.

A agência definiu que o programa chegará ao seu destino por intermédio dos desenvolvedores de aplicativos de gestão ou de ponto-de-venda para as farmácias. As 76 empresas cadastradas devem baixar o código do site da Anvisa e incorporá-lo a seus produtos. A partir daí, devem entregá-lo como atualização dos sistemas. “A vantagem é que o dono da farmácia não precisa ter um PC no estabelecimento. Ele pode fazer isso de qualquer computador, até de casa, uma vez por semana”, afirma Eugênio Zimmer, assessor da Anvisa responsável pelo novo sistema de gerenciamento.

Publicado originalmente na Corporate de Julho de 2007

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