Congresso Nacional vai virar 3G

Max Alberto Gonzales
27 de fevereiro de 2009

Congresso Nacional vai virar 3G

O Congresso Nacional fechou contrato com a Andrew para um upgrade da infraestrutura interna de rede celular que há dez anos funciona com 2G

SÃO PAULO – O Congresso Nacional fechou contrato para instalar uma nova infraestrutura de rede 3G nas áreas internas dos seus prédios em Brasília.

A operação será um upgrade, conduzido pela norte-americana Andrew, fabricante de equipamentos de radiocomunicação para redes wireless.

O sistema atual de cobertura interna do Congresso foi instalado há dez anos, ou seja, bem antes da normatização e da implantação pelas operadoras da terceira geração de telefonia celular. Dentro das instalações do Congresso, deputados, senadores, funcionários e visitantes estavam restritos à cobertura 2G e não podiam conduzir suas negociações políticas ou trocar mensagens multimídia com iPhones e outros telefones modernos.

O upgrade não tem uma data certa para começar a operar no Congresso. O sistema da Andrew, segundo informa a empresa controlada pela CommScope (especializada em infra-estrutura de rede e cabeamento estruturado), é baseado em tecnologia óptica independente de operadora e é multibanda, ou seja opera em várias frequencias.

O valor do contrato não foi informado, apesar de o Congresso ser uma entidade pública. Se o segredo era esperado por parte da companhia americana, ao menos em termos de infraestrutura TI, o Congresso torna-se mais moderno, por que em transparência de gastos de TI não há sinais de melhora.



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Congresso Nacional vai virar 3G

Max Alberto Gonzales

27 de fevereiro de 2009


SÃO PAULO – O Congresso Nacional fechou contrato para instalar uma nova infraestrutura de rede 3G nas áreas internas dos seus prédios em Brasília.

A operação será um upgrade, conduzido pela norte-americana Andrew, fabricante de equipamentos de radiocomunicação para redes wireless.

O sistema atual de cobertura interna do Congresso foi instalado há dez anos, ou seja, bem antes da normatização e da implantação pelas operadoras da terceira geração de telefonia celular. Dentro das instalações do Congresso, deputados, senadores, funcionários e visitantes estavam restritos à cobertura 2G e não podiam conduzir suas negociações políticas ou trocar mensagens multimídia com iPhones e outros telefones modernos.

O upgrade não tem uma data certa para começar a operar no Congresso. O sistema da Andrew, segundo informa a empresa controlada pela CommScope (especializada em infra-estrutura de rede e cabeamento estruturado), é baseado em tecnologia óptica independente de operadora e é multibanda, ou seja opera em várias frequencias.

O valor do contrato não foi informado, apesar de o Congresso ser uma entidade pública. Se o segredo era esperado por parte da companhia americana, ao menos em termos de infraestrutura TI, o Congresso torna-se mais moderno, por que em transparência de gastos de TI não há sinais de melhora.

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