
o Gartner identificou cinco questões que vai ajudar os CIOs a assegurarem-se que sua iniciativa de arquitetura corporativa está no caminho para entregar valor ao negócio.
Com o atual clima econômico, um programa de arquitetura corporativa efetiva é uma necessidade, não um luxo. Por isso, o Gartner identificou cinco questões que vai ajudar os CIOs a assegurarem-se que sua iniciativa de arquitetura corporativa está no caminho para entregar valor ao negócio.
Na definição do Gartner, a arquitetura corporativa é o processo de traduzir a visão de negócios e a estratégia em mudanças corporativas efetivas. Um plano de arquitetura corporativa direcionado ao negócio irá ajudar a identificar a otimização de oportunidades e assegurar uma aproximação racional do investimento, balanceando as necessidades de hoje com as oportunidades de crescimento de amanhã.
“Os CIOs parece perceber intuitivamente o valor que a arquitetura corporativa traz, mas nós achamos que muitas empresas ainda continuam a lutar com isso”, disse Anne Lapkin, vice-presidente de pesquisas do Gartner. “Geralmente a arquitetura corporativa não é bem entendida em nenhum lugar da empresa e os times dessa área não estão demonstrando sua importância. Outros complicadores são o aumento de importância do esforços por otimização de custos, significa que a arquitetura corporativa frequentemente precisa reformular as suas iniciativas, para rever as prioridades da empresa.” Anne diz que assegurar que os esforços pela arquitetura corporativa dão apoio às mudanças de prioridade dos negócios e foco no curto e no longo prazo é algo crítico.
O Gartner definiu cinco questões chave que o CIO pode perguntar para garantir que o programa de arquitetura corporativa está no caminho certo. Veja a seguir:
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O valor proposto na iniciativa de arquitetura corporativa é articulada nos termos do negócio?
Líderes de negócios estão interessados ematingir suas metas que são definidas pela empresa e o arquiteto deve ter habilidade para expressar como a arquitetura vai contribuir para esses esforços, o que vai fazer diferença entre receber o apoio a arquitetura ou simplesmente a tolerância (ou mesmo, indiferença).
Um corolário para essa questão é: “está escrito?”. Muito frequentemente, os arquitetos chefes baseiam-se na ideia que as propostas de valor são bem compreendidas pela empresa, esquecendo que qualquer coisa que não está explícita está aberta para interpretações por diferentes partes interessadas.
A proposta de valor tem sido reelaboradas assim que as prioridades de negócio mudam?
Claramente, o atual clima de incertezas econômicas mudou as prioridades de negócios. É imiportante não esquecer que a arquitetura corporativa é um processo interativo. O time de arquitetura corporativa deve reavaliar suas prioridades periodicamente como parte do processo. Nem todas as empresas está drasticamente cortando gastos porque é a única forma de sobrevivência. Algumas delas estão aproveitando o momento para expandir-se para novos mercados.
Os times de arquitetura corporativa devem aproveitar a oportunidade para refinar suas propostas de valor para refletir as prioridades de negócios atuais e para reafirmarem publicamente seu compromisso para atingir metas de negócios para demonstrar que estão em sintonia com os negócios, em geral.
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Os arquitetos enfatizam o valor do processo em detrimento do valor dos resultados?
Em muitas organizações, há um foco inapropriado do time de arquitetura na produção de artefatos, ao invés do facilitador processo de arquitetura corporativa. Em vez disso,o foco deve ser em possibilitar mudanças na empresa – a arquitetura corporativa é um process que articula estratégias para mudança, define visões de um estado futuro para suportar esses fatores estratégicos e provê um roadmap para atingir o estado futuro que devem ser seguidos quando executados no road map. Isso deve ser um processo colaborativo, facilitado pelos arquitetos, com o benefício real da empresa seguindo o processo e não um trabalho particular que está sendo produzido.
As métricas de desempenho que estão sendo usadas são focadas no negócio?
Na tentativa de medir o valor da arquitetura corporativa, as empresas frequentemente adotam métricas que são focadas no time de arquitetura corporativa ou resultados técnicos. Frequentemente uma empresa irá medir a conformidade com a arquitetura, assim como os números de abandonos ou percentual de projetos que são submetidos à revisão da arquitetura. Porém, o Gartner sustenta que as métricas de efetividade da arquitetura não substituem as que medem o valor de negócio. Se a iniciativa de arquitetura corporativa não está entregando resultados ao negócio, algo deve ser mudado. Métricas apropriadas podem, inclusiva, incluir maior tempo no mercado de produtos ou redução de custos como a porcentagem da receita.
A governança assegura que a visão de arquitetura está sendo realizada?
Governança e arquitetura vão de mãos dadas. A arquitetura corporativa identifica mudanças de alta-prioridade no negócio e a governança assegura que as mudanças são fundamentadas e vão ocorrer. Se as orientações de arquitetura não está implementada, então os resultados contam para pouco mais que livros juntando pó na prateleira.
Para alcançar um valor verdadeiro, o processo de uso da arquitetura para fazer investimento e decisões de implementações deve ser desenvolvido no mesmo tempo que o processo de criação e manutenção definido pela arquitetura.
O relatório está disponível no endereço http://www.gartner.com/DisplayDocument?ref=g_search&id=955414&subref=simplesearch.