Grandes sites vigiam cada clique do internauta
Um famoso cartum publicado em 1993 pela revista New Yorker mostrava dois cachorros ao computador, e um deles dizia: "Na internet, ninguém sabe que você é um cão". Mas hoje isso não é mais verdade. Assim começa uma matéria muito interessante publicada pelo The New York Times sobre uma pesquisa feita pela empresa de análise comScore a pedido do próprio jornal. A análise aponta que as grandes empresas de web estão aprendendo tudo sobre os mais profundos hábitos e atividades dos usuários de internet. E que recolhem pistas sobre os gostos e as preferências de um usuário típico de internet ao ritmo de centenas de dados por mês. A comScore mostra que as empresas de web estão, na prática, recolhendo dados fornecidos pelas pessoas quando se movimentam pela internet e que estão usando essas informações para descobrir para onde as pessoas irão. Por isso, um internauta que procure informação sobre coisas aparentemente desconexas, como suplementos de ferro para alimentação, linhas aéreas, hotéis e refrigerantes, pode posteriormente receber publicidade sobre esses produtos e serviços.
Os consumidores não se queixam, mas os especialistas em privacidade dizem que isso acontece porque a prática lhes é invisível. Os executivos das maiores empresas da web, por sua vez, dizem que os temores quanto à privacidade são injustificados, e que suas empresas têm normas para proteger nomes e outras informações pessoais dos consumidores contra o uso publicitário. Além disso, afirmam, os dados beneficiam os usuários, porque tornam mais relevante a publicidade que recebem. Essas empresas muitas vezes conectam os dados sobre os consumidores a códigos únicos que identificam os computadores deles, e não os seus nomes. A análise da comScore é uma tentativa inovadora de estimar quantas vezes as grandes empresas de internet coletam dados sobre seus usuários a cada mês. No passado, elas só podiam monitorar as atividades de usuários em seus sites. Mas, nos últimos dois anos, expandiram seu alcance ao agir como intermediárias que colocam publicidade em milhares de sites, e com isso conseguem acompanhar a atividade desses internautas. Grandes empresas da web, como Microsoft e Yahoo!, também adquiriram companhias com acesso a dados sobre os consumidores. Você acha essa prática correta? Ela fere a privacidade? Dê sua opinião.
Leia a íntegra da matéria do The New York Times em www.nytimes.com/2008/03/10/technology/10privacy.html?_r=1&oref=slogin
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- Katia Militello
- 11/03/2008 - 19:22
Como Não usar o PowerPoint
Aproveitei o feriadão de Carnaval para organizar meu plano de aulas deste ano (leciono na Faculdade de Computação e Informática da Faap) e incrementar um pouco mais as apresentações em PowerPoint. Resolvi, então, dar uma navegada em sites que trazem dicas sobre o software de apresentações da Microsoft e cai no blog de um designer gráfico americano chamado David Airey. Um de seus posts tinha o sugestivo título How NOT to use PowerPoint. O destaque era um vídeo do comediante Don McMillan sobre como tornar desastrosas as apresentações em PowerPoint. Se você utiliza o programa, vale a pena gastar uns minutinhos para assistir a hilária "palestra" de McMillan. Mas vamos aos erros mais comuns, na opinião dos especialistas: > Slides com muito texto, escrito em fonte condensada. A platéia é colocada num dilema: Ler as frases e não ouvir o palestrante OU prestar atenção na palestra e nem ligar para o texto projetado na tela. >Gráficos muito rebuscados são impossíveis de entender. Evite-os. >Bullets e tabelas em excesso só distraem a platéia. Lembre-se de que a audiência precisa se concentrar no que você está falando e não nas piruetas dos números. >Animações? Nem pensar. Podem se tornar um desastre. >Evite também as notas e os lembretes. Eles acabam com a espontaneidade. >Para terminar, uma impressão minha: Não há nada mais boring do que iniciar uma apresentação com a "agenda" do que será mostrado. Sempre imagino que a platéia irá memorizar apenas o último item da "agenda" e torcer para que ele chegue logo. E você? Tem mais dicas para tornar as apresentações em PowerPoint interessantes? Faça seus comentários.
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- Katia Militello
- 07/02/2008 - 13:41
Internet e mudança de hábito
Em primeiro lugar, um pedido de desculpas pelo sumiço. Não atualizei meu blog porque estava em férias, fora de São Paulo, e, infelizmente, ou felizmente, dependendo do ponto de vista, sem acesso à rede. Mas já voltei. E vi duas notícias que podem dar o que falar. A primeira é uma pesquisa do Ibope que mostra que a TV perdeu espaço entre os brasileiros das classes A e B. Essa é a primeira vez que o consumo diário dessa mídia cai em um segmento econômico. Segundo informa o colunista Daniel Castro, da Folha de S.Paulo, os mais ricos estão trocando a TV pela internet e outras atividades. A queda refere-se ao ano de 2007, comparado com 2006, e é maior entre os jovens com idades entre 18 e 24 anos. Esse público cortou 17 minutos e 35 segundos do tempo que antes dedicava aos programas de TV. Na média geral, cada brasileiro passou 5 horas, 5 minutos e 52 segundos na frente da TV no ano passado. A segunda notícia também está relacionada com internet e mudança de hábitos. A Associação de Jornais da América contabilizou um número recorde de visitantes de sites de jornais no ano passado, nos Estados Unidos. De acordo com a associação, a média de usuários desses serviços atingiu 60 milhões de visitantes ao mês, com crescimento de 6% em relação a 2006. Segundo a agência de notícias Reuters, o relatório afirma que durante o quarto trimestre do ano, 39% de todos os usuários americanos ativos de internet visitaram sites de conteúdo jornalístico e permaneceram, em média, 44 minutos nessas páginas por mês. Esses números apontam uma tendência de migração dos clientes de jornais impressos para os eletrônicos? O jornal impresso vai acabar? A TV terá menos audiência a cada ano? O jovem vai trocar definitivamente a TV pela telinha do computador? Respostas para perguntas como essas são ainda puro exercício de futurologia, mas as estatísticas mostram que as empresas que ainda têm alguma dúvida sobre se devem ou não investir pesado em internet devem rever rapidamente seus conceitos. E o CIO tem tudo a ver com isso! Afinal, é na mesa dele que vai cair essa demanda.
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- Katia Militello
- 28/01/2008 - 18:38
Quantos e-mails você recebe por dia?
Eu resolvi contar quantos e-mails válidos recebi hoje. Foram 232, até 20h30, horário que escrevo este post. Somadas as mensagens enviadas para o infocorporate@abril.com.br, o número salta para 327. Isso sem contar os spams que conseguem furar todos os bloqueios, como uma tal Central do Gado, que resiste bravamente ao anti-spam da Abril e agora a um filtro que criei especialmente para o endereço, que quer porque quer me manter informada sobre quais fazendas têm as raças mais rentáveis de bois e vacas. A sensação é que o volume de e-mails cresce a cada dia e isso tem a ver com sua escolha como principal meio de comunicação corporativa. Inversamente, recebo cada vez menos telefonemas e mensagens de voz. Isso não é uma reclamação. Eu prefiro responder a 50 e-mails seguidos do que resgatar três recados no voice mail, anotar os números, ligar, falar com secretária, esperar... para descobrir que o assunto tem interesse zero para a revista. Mas fico pensando em todo o conhecimento que circula por e-mail e não é armazenado nem fica disponível para a empresa. Se alguém diz algo que é referencial em algum assunto, como instruções para fazer algo melhor, isso deveria ir para uma intranet ou para uma página com ferramenta que permita compartilhar a informação. As empresas estão deixando na mão dos usuários a carga de armazenar, organizar, excluir e passar para a frente o conhecimento que circula por e-mail. Esse é um trabalho brutal e tem se perdido nas corporações. Assim como o conhecimento. Gostaria de ouvir seus comentários e experiências.
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- Katia Militello
- 28/11/2007 - 20:48
Katia Nikitin e a web 2.0
Fui convidada pelo professor Gilson Schwartz para um seminário sobre web 2.0. O tema, bastante quente, era O boca-a-boca da web 2.0 – Como as empresas atuavam antes da web e como será daqui para a frente. Até aí nenhuma novidade, porque seminários sobre interatividade e web 2.0 são comuns. O diferente da história é que o evento aconteceria no Second Life, mas precisamente no Centro Cultural Bradesco dentro do mundo virtual. Confesso que fiquei apreensiva. O primeiro e-mail da assistente de Schwartz explicava que o centro é um espaço "sem cimento, tijolos e vidros", e que a conversa aconteceria pelo Skype, no auditório do segundo andar, local em que meu avatar deveria estar na quinta-feira, dia 25, às 19h, uma hora antes do evento começar. A primeira providência: ressuscitar a Katia Nikitin, meu avatar no SL, criado em maio, quando fizemos uma capa da Info CORPORATE sobre web 2.0 e SL. Finalizada a revista, Katia Nikitin foi abandonada e sua alma ficou vagando no cyberespaço até a última terça-feira, quando foi resgatada, ainda com a calça jeans e a camiseta lilás default, que ganhou quando foi criada e que eu nunca troquei. Na manhã do dia anterior ao seminário, fui conhecer o Centro Cultural Bradesco. Em casa, sem o endereço que me teletransportava num clique, vaguei pelas ilhas do Second Life até chegar ao segundo andar do centro, de modo, digamos, meio abrupto. Para ganhar tempo, resolvi ir voando. Péssima idéia. Um toque desastrado no mouse do notebook e desabei de cara no chão, chapada no meio do centro cultural, entre o palco e as cadeiras onde sentariam os visitantes na noite do seminário. Ainda bem que não tinha ninguém lá para rir da falta de jeito da Nikitin. A primeira lição: no dia do seminário, nada de voar, andar rápido, gesticular. Sentei a Katia Nikitin numa cadeira e lá ela ficou, quietinha, pronta para responder as perguntas. Coordenador da Cidade do Conhecimento 2.0, da USP, e curador do Centro Cultural Bradesco, Gilson Schwartz aterrissou em grande estilo, com seu avatar magrinho e bem vestido. Fiquei até com vergonha da minha camiseta lilás default. Aos poucos os avatares foram entrando e mandando suas perguntas. Conversamos por mais de uma hora sobre o desafio que as empresas têm pela frente para lidar com a interatividade e a participação dos consumidores e clientes, cada vez mais familiarizados com os recursos da web 2.0 e seu poderoso boca-a-boca. Katia Nikitin adorou a experiência e eu prometi que nunca mais a abandono sozinha entre os avatares esquisitos que cruzamos no caminho para o Bradesco. Quem quiser participar das atividades do Centro Cultural Bradesco no Second Life pode entrar pelo endereço httpp://tinyurl.com/2ax7xe. Se você não tem um avatar –muito menos disposição para criar um-, pode acompanhar as oficinas e os seminários pelo rádio, ao vivo, em http://tinyurl.com/28duq2 (clicar em Listen).
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- Katia Militello
- 26/10/2007 - 17:23
TI é o maior risco para a segurança
Não é novidade para ninguém que os funcionários são um perigo para a segurança das empresas, seja porque deixam post-its com a senha da rede colados no monitor ou porque podem boicotar a companhia ao serem demitidos, por exemplo. Mas você sabia que os funcionários da TI responsáveis pelas redes corporativas estão sendo apontados como o inimigo público número 1 da segurança corporativa? É o que mostra um estudo recente. Segundo pesquisa anual do Computer Security Institute, o abuso dos técnicos responsáveis pelas redes é ainda mais perigoso para a segurança corporativa do que os ataques de vírus. Esta é a primeira vez em 12 anos que a pesquisa aponta o dedo para a turma da TI, que tem vacilado em relação ao uso do e-mail corporativo, além de navegar em sites proibidos e instalar softwares não recomendados pela política de segurança das empresas. Foi o que disseram 59% das companhias ouvidas pelo estudo. Os incidentes com vírus foram apontados por 52% dos entrevistados entre as principais causas das falhas da política de segurança e 25% ainda listaram o mau uso dos programas de mensagens eletrônicas. A explicação para os ataques à turma da TI é simples: por trabalharem na área, os técnicos acham que podem mais que os outros funcionários e que são experientes o bastante para não serem atingidos por fishings e outras pragas. Uma outra pesquisa, realizada em janeiro deste ano, mostrou que 39% dos funcionários da TI acreditam que podem instalar qualquer programa em seus computadores de trabalho, independentemente de a empresa proibir ou não. Outros 53% admitiram que "tendem a negligenciar" as políticas de segurança em relação ao uso de aplicativos de instant messengers e peer-to-peer. Qual o papel do CIO nesses casos? Ele deve ou não apertar sua turma para andar na linha? Fica aqui a discussão... Faça seu comentário!
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- 11/10/2007 - 13:44
O Second Life já era?
A sensação de que o Second Life "esfriou" já rondava a internet há algum tempo. Agora os números comprovam a impressão. Uma pesquisa do Yankee Group feita nos Estados Unidos mostra que o ambiente virtual vem perdendo espaço para as chamadas redes sociais, como MySpace e Facebook. Passada a fase de empolgação e experimentação do Second Life, que começou em outubro do ano passado, o número de minutos gastos com o acesso ao jogo estagnou. Essa pode ser uma péssima notícia para as empresas que estão investindo para criar espaços no ambiente virtual ou fazendo planos de marketing para o fim-do-ano, como a Philips, que, neste ano, patrocinou uma festa de Réveillon virtual que reuniu mais de mil avatares e gerou uma boa exposição para a empresa. Segundo o Yankee Group, enquanto um usuário gasta, em média, 12 minutos por mês no Second Life, o tempo usado para acessar redes sociais ultrapassa 180 minutos por mês. Uma diferença e tanto. Isso indica que o Second Life está caminhando para o fim? Ou trata-se de uma acomodação natural, já que a expectativa em torno do jogo era muito grande? Outra questão importante: o ambiente virtual terá força para se manter como um canal útil e diferenciado para as empresas que pretendem impactar a decisão de compra de um consumidor jovem e endinheirado? No Brasil ainda não há tempo feio para o Second Life. Os brasileiros formam a segunda nação do mundo virtual, com 9% dos avatares que vagam pelo jogo.
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- 02/10/2007 - 13:39
Repórter da ABC usa celular para filmar revolta em Mianmar
Na última sexta-feira (28/09), o repórter Jim Sciutto, da rede americana ABC, teve sua câmera apreendida pelos militares quando tentava entrar em Mianmar (antiga Birmânia), para cobrir as manifestações contra a junta militar que governa o país. Nas últimas semanas, os protestos reuniram mais de 100 mil pessoas nas ruas, com diversas mortes e prisões de monges que lideram as manifestações. A internet está fora do ar no país e as pessoas são revistadas nas ruas por policiais em busca de filmadoras e câmeras fotográficas. Jim Sciutto usou a tecnologia para enviar suas matérias à ABC. Com o telefone celular, Sciutto gravou imagens impressionantes que foram transmitidas pela ABC. Veja o vídeo no seguinte endereço: http://abcnews.go.com/Video/playerIndex?id=3666307
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- 01/10/2007 - 13:30
Funcionários da IBM italiana fazem greve no Second Life
Os funcionários da IBM na Itália encontraram uma outra utilidade para as ilhas da empresa no Second Life. Eles organizaram a primeira greve de trabalhadores em mundos virtuais e fizeram uma manifestação aberta, com faixas de protesto. Segundo a agência de notícias espanhola Efe, os funcionários "reais" da IBM trabalharam normalmente em suas funções e usaram os horários de intervalo para controlar seus avatares, numa mobilização na entrada da ilha da IBM no Second Life. O protesto foi organizado pela entidade Rappresentanze Sindacali Unitarie (RSU), uma espécie de CUT italiana, e foi programada para durar um dia, esta quinta-feira (27/09). Os avatares distribuíram um kit para simpatizantes, com camiseta e cartazes. Os funcionários da IBM Itália, que no total são cerca de 9 mil, protestam pelo fim das negociações sobre o acordo coletivo e a suspensão do pagamento por produtividade. Segundo o site da RSU, pessoas de 30 países deram uma passada na manifestação. Os organizadores esperavam mil pessoas no ato, mas não divulgaram o número de participantes até 20h desta quinta-feira.
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- 27/09/2007 - 20:00
O boca-a-boca na web 2.0
Dizer que a web 2.0 está mexendo com a forma de as empresas se relacionar com seus consumidores é chover no molhado. Afinal, com a onda da colaboração, os blogs e as redes virtuais de relacionamento, o boca-a-boca ganhou um poder inimaginável antes da web. Mas o que realmente vai mudar no universo corporativo com a web 2.0? Alessandro Barbosa Lima, CEO da empresa de monitoramento e análise e.Life, deu algumas pistas no evento Web 2.0 no Brasil, promovido pela INFO. Veja alguns exemplos de como as empresas atuavam antes da web 2.0 e como será daqui para a frente. Antes da web 2.0 | Depois da web 2.0 | O boca-a-boca era invisível | O boca-a-boca agora pode ser monitorado | Os formadores de opinião eram as celebridades | O formador de opinião é o próprio consumidor | O desenvolvimento de produtos era feito internamente | O desenvolvimento de produtos conta com insights e a colaboração dos consumidores | A única fonte de informação era a mídia | Agora, além da mídia, os próprios consumidores são fonte de informação para as empresas | As pesquisas de mercado eram focadas em um número determinado de consumidores | As pesquisas partem da análise do que centenas de usuários estão falando do produto na web |
A comparação mostra que a web 2.0 e as redes virtuais de relacionamento têm muito a dizer para as empresas. "Uma das principais mudanças trazidas pelas redes sociais para os negócios é o fato de que o boca-a-boca agora passa a ser documentado", diz Alessandro Barbosa Lima. Segundo ele, entre 6% e 20% do boca-a-boca pode ser medido usando as comunidades e outros recursos da web 2.0. Sua empresa está preparada para enfrentar esse consumidor cara a cara?
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- 17/09/2007 - 22:22
Na África com a IBM
O que tem a IBM a ver com a situação econômica e educacional da África? Ou com o trânsito nas grandes metrópoles do mundo? E ainda com a escassez de água no planeta? Aparentemente nada, mas esses são alguns dos temas debatidos no Global Innovation Outlook (GIO), estudo conduzido desde 2004 por um time formado por quase 250 integrantes de diferentes áreas em 36 países. "Antes de começar a falar em inovação, a gente precisava entender para onde vai o mundo e qual é o papel da IBM e de seus parceiros nas grandes questões", diz Kristopher Lichter, diretor de projetos de inovação da IBM. O GIO tem como meta discutir o poder da inovação sob diversos pontos de vista, para entender melhor o que se passa em lugares tão diferentes quanto Índia e Europa, África e Estados Unidos. Em Mumbai e em São Paulo o trânsito é um problema. Mas será que a solução para as duas cidades é a mesma? Só aumentar a infra-estrutura resolve? "Para chegar a respostas para perguntas como essas precisamos largar nossos assuntos do dia-a-dia e começar a discutir o futuro de forma mais ampla", afirma Lichter. Esse futuro a que ele se refere pode ser o das empresas (como vamos trabalhar daqui a 30 ou 40 anos? Quantas carreiras as pessoas terão?); o futuro do planeta (80 países do mundo têm escassez de água e isso vai impactar a economia. O que fazer?); e o futuro das pessoas (um projeto do GIO usa a genética para entender as migrações pelo planeta). Isso sem contar os projetos ligados diretamente ao tema inovação pela tecnologia, como os de colaboração, mobilidade e uso consciente de equipamentos. "Fazemos grandes sessões de brainstorm, de mergulho em assuntos que podem não ter relação entre si, mas que fazem toda a diferença. O resultado não são informações de propriedade da IBM. São informações produzidas para o mundo, para quem quiser acessar. Se houver algo que a IBM possa desenvolver com base nesses estudos, vamos fazer, mas não é essa a intenção", disse Lichter para uma platéia lotada (e surpresa) na abertura do IBM Fórum, evento que começou no dia 11/09 e termina na quinta-feira, 13/09, em São Paulo. Em tempo, o GIO 3.0, estudo que está sendo conduzido neste ano pela equipe, tem foco em três áreas: Mídia e Conteúdo; África; e Segurança. Para mais informações sobre os projetos do GIO, acesse http://domino.research.ibm.com/comm/www_innovate.nsf/ pages/world.gio.html
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- 12/09/2007 - 19:42
O CIO na visão de um CEO
O texto De CIO para CIO, assinado por Renato Maio, CIO do Grupo Bimbo – Pullman do Brasil, e publicado aqui no blog, no final de agosto, continua gerando comentários. Recebi hoje e-mail do presidente da empresa Brinks, Francisco Amaral de Mendonça, que concorda com o argumento de que TI na estratégia agrega, sim, muito valor ao negócio. Confira a opinião de Franciso Mendonça, CEO da Brinks: "Realmente um dos maiores desafios dos CIOs é conseguir justificar os investimentos, demonstrando o ROI. Mas, em geral, isso só acontece porque o executivo de tecnologia não tem o devido suporte das áreas operacional e comercial, para identificação e valorização dos benefícios decorrentes da implantação dos sistemas. No caso da Brink´s, a área de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) está diretamente subordinada ao CEO, para que haja: - adequada definição dos projetos, com vínculo estreito às estratégias do negócio;
- integração com as demais áreas de negócio, para conhecimento profundo das necessidades e das expectativas dos clientes, sejam eles externos ou internos;
- relação com as áreas de TIC da região latino-americana, para intercâmbio de experiências e troca de informações sobre projetos em estudo ou desenvolvimento.
A idéia é não reinventar a roda! Os orçamentos da área de TIC e de seus projetos são discutidos em Comitê de Tecnologia, para validação de todo o grupo executivo que, juntamente com a gerência da área, se compromete por sua realização e resultados. Finalmente, o CIO do caso mencionado (no post O blog da Intel e o ROI) encontrou uma fórmula bastante simples, para justificar seu investimento. Todavia, muito embora o valor de US$ 3.00 seja realmente inexpressivo, trata-se de um artifício de argumentação, uma vez que não fica comprovado o retorno do investimento. Lógico que se trata de uma ironia, mas sabemos que é plenamente possível justificar-se qualquer investimento nessa área. É uma questão de cultura organizacional." F. Mendonça BRINK´S
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- 11/09/2007 - 18:49
O blog da Intel e o ROI
A Intel inaugurou no seu site o Brasil Digital@Intel, um blog feito por funcionários da empresa especializados em assuntos variados. Entre os posts mais lidos está um de Reinaldo Affonso, diretor de desenvolvimento de negócios para o mercado corporativo da empresa, cujo tema é O Desafio de Medir o ROI. Fui conferir e olha que bacana a história que Reinaldo conta. Há cerca de dois anos, o então CIO da Intel esteve no Brasil e a empresa agendou um encontro com um CIO brasileiro. Ele contou que a Intel tem mais de 80% de notebooks em seu parque, o que espantou o CIO brasileiro. Mas como provar o ROI desse investimento? O diretor de TI da Intel contou que para conseguir a aprovação do CFO e do CEO da Intel e para tornar mais claro o retorno do investimento ele fez uma conta bem simples. Pegou o tempo de refresh (substituição do parque), que na Intel era de 36 meses para a maioria dos casos; daí calculou a diferença entre o preço de um desktop e de um notebook nas configurações recomendadas pela área técnica e dividiu por 156 (52 semanas por ano, 3 anos de uso). O valor resultante foi 3 dólares. A pergunta que ficou no ar: os benefícios do uso do notebook não seriam facilmente maiores que 3 dólares por semana na produtividade dos funcionários? Simples assim. Leia o texto completo de Reinaldo Affonso e outros posts do blog da Intel em http://blogs.intel.com/brasildigital/.
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- 05/09/2007 - 16:24
Você fala demais? Um software pode corrigir isso!
Essa é boa. A consultoria Accenture desenvolveu um software que promete atuar no comportamento do usuário. Funciona assim: com o aplicativo instalado, seu celular pode desligar quando percebe que você está falando demais. Ou manda um aviso, para que você dê mais espaço e chance ao interlocutor. O programa pretende ser uma espécie de orientador, cuja função é melhorar a conduta profissional de seus usuários. Segundo a Accenture, a tecnologia é baseada em aplicativos da Microsoft e foi testada em smartphones e em fones de ouvido com Bluetooth nos Estados Unidos, em ambientes de trabalho. Por meio da coleta de informações, como freqüência da voz e localização, o dispositivo colocado no celular cria um cenário da conversa e o compara com dados e objetivos pré-estabelecidos. Depois de fazer a checagem, o software interrompe a conversa ou manda avisos pelo headset ou pelo visor do aparelho. Algo como "pare de falar, senão vou desligar". A função do software, segundo a consultoria, é ajudar o usuário corporativo a melhorar seu desempenho profissional, pois basta programar o celular para alertá-lo quando sua voz prevalece durante um diálogo. Estará finalmente com os dias contados aquele velho costume de seu chefe de monopolizar as conversas? Talvez, mas é preciso primeiro que ele tenha semancol, porque quem estabelece os parâmetros são os próprios usuários. Daí...
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- 04/09/2007 - 13:58
De CIO para CIO
Já virou um chavão daqueles dizer que o CIO precisa atuar como homem de negócios. Ok, é verdade, mas será que os CIOs ainda vivem nos tempos da caverna dos bits & bytes? A questão é levantada pelo CIO Renato Maio, do Grupo Bimbo – Pullman do Brasil, que nos manda uma reflexão para ser dividida com seus pares. Leia, abaixo, De CIO para CIO, um texto saboroso que faz pensar nas dificuldades que a TI enfrenta para se adequar a esse novo papel. Depois me diga o que achou. É só clicar no botão Comente. De CIO para CIO O que falta para o CIO entender, fazer parte e ser reconhecido como um homem de negócios?
Por Renato Maio Estimados colegas CIOs, Apesar de conhecer um número considerável de líderes de tecnologia da informação, não tenho a pretensão nem procuração para expressar aqui o ponto de vista de todos. Mas alguns de vocês certamente devem concordar com o que tenho a dizer. Há mais de 20 anos trabalho em TI, como muitos dos senhores, a considerar pelos eventos realizados para a nossa área, onde tenho a satisfação e a oportunidade de encontrá-los para papear sobre quem somos, de onde viemos e para onde vamos. Se bem que não sei ao certo se quem lidera a TI tem o direito de conjugar esses verbos em causa própria, uma vez que muitos nesse mundão de bits, bytes e "parpites", sabem muito mais sobre a gente, muito mais sobre quem somos, o fazemos e como reagimos do que nós próprios. Apesar de o tempo ter sido cruelmente rápido e voraz, e certamente quem lidera o pilar do tempo deve ter as melhores certificações em gestão de processos e governança celestial, o assunto da moda quanto às competências de um CIO, pelo menos para mim, nunca mudou. Sempre estamos sendo solicitados, preparados, exigidos, capacitados, orientados, estimulados a atuar, de forma orientada, nos resultados do negócio. Será que somos, agimos, gerimos e estamos assim ...por dizer... ainda no tempo das cavernas dos bits e bytes? Solicito um breve momento e a licença dos colegas mais modernos na carreira de CIO para um delicioso saudosismo de uma ou duas décadas, em que estávamos felizes trabalhando com os servidores multiusuários e os equipamentos monousuários de empresas como Digirede, Edisa, Brascom, Tropus, Polimax, Cobra, Cisco e outros tantos que deram, de certa forma e junto com a chegada do PC XT, a grande origem ao PDD. Não é lindo falar PDD? Processamento de Dados Distribuído. É isso aí!!! Essas três letrinhas –PDD– mudaram bastante a vida maravilhosa de colegas que eram reconhecidos como os reis da inteligência suprema, aqueles que trabalhavam dentro dos CPDs (Centros de Processamento de Dados), áreas enormes, lindas, que hospedavam os IBM 4341, modelos /3, e outras tantas maravilhosas sucatas que hoje são incomparáveis com os mais simples modelos usados. E a capacidade de armazenamento? Piada hoje! Bom, quem sabe outro dia, se os caros colegas me derem a oportunidade, volto a navegar por esse mar. Neste momento, o ponto central do tema que ofereço como reflexão é o seguinte: Somos profissionais de TI e não somos homens de negócio, por que ainda não pensamos como homens de negócio ou por que não temos cadeira na sala de decisão do negócio ?
Recordo aqui um fato importante e interessante que, desde os velhos tempos do início do PDD (ah! agora me lembrei porque citei o passado!) a TI, em uma esmagadora quantidade de organizações, algo como 70% e 80%, segundo fontes diversas, se reporta ao CFO. Isso mesmo, somos os tais que devem participar do negócio, ajudar a construí-lo de forma dinâmica, criativa, inovadora e que tem o CFO como interlocutor dos nossos temas. Não sei quanto aos senhores, mas quase sempre eu e as minhas equipes fomos e somos exigidos a aplicar conhecimentos, competências, boas práticas e exercitamos muito de nossa criatividade para reduzir custos de infra-estrutura, telecomunicações e de processos. Concordo, existimos também para isso. Porém, como podemos oferecer conhecimentos e tendências da tecnologia da informação orientadas ao negócio quando entre o negócio e a TI existe a principal ferramenta de gestão de custo da organização? Entendo claramente a estupenda participação do CFO no controle do custo e na geração do resultado, Aliás, a primeira coisa que aprendi no MBA de Finanças foi reconhecer a grandiosidade dessa profissão. Mas deixo aqui o tema principal para reflexão: ---- Como o CIO pode ser reconhecido como homem de negócio usando a TI como matéria-prima, quando não se tem cadeira nas reuniões de construção do negócio? ---- Como se pode exercitar o pilar da inovação tecnológica como ferramenta de alto valor agregado ao negócio, aliás o que mais me motiva, quando ela é vista como custo e não investimento? ---- O que é mais fácil e rápido? Chamar o CIO nas decisões de negócio para que possamos ajudar a manter o presente e construir o futuro usando nossos conhecimentos e competências ou esperar até que um dia conquistemos essa cadeira? Aqui vai meu ponto de vista: Bem lá atrás, naqueles tempos dos Polimax, Edisa, Cobra etc., o processamento de dados começou justamente para atender a contabilidade e a folha de pagamento, logo, pertencia naturalmente ao departamento financeiro. Nos dias de hoje, e graças ao bom Deus da TI, já temos BI, EDMS, SFA, ETMS, WHM e outros tantos serviços que atendem toda a organização. Então, meus caros, por que usar um desenho de estrutura hierárquica tão antigo em uma realidade tão diferente? Devaneio de CIO Por favor, saibam todos que de alguma maneira se interessam por TI que sou CIO, sou homem de negócio e, mais do que qualquer outro profissional de outra área, entendo claramente meu papel na agregação de valor. Discordo daqueles que dizem que o CIO deve aportar o negócio. Acredito que a TI deve agir de mãos dadas com o negócio. Encero deixando uma pergunta final: Esse modelo hierárquico de estrutura faz sentido quando a inovação tecnológica também é um pilar essencial para o futuro dos negócios? ..................................................................................................... Renato Maio é administrador de empresas, com MBA em finanças pela USP e mestrado em TI pela PUC/Campinas. Está há mais de 20 anos liderando TI na América Latina em organizações globalizadas dos setores de serviços especializados, logística, farmacêutico e alimentos. Atualmente é CIO para América do Sul do Grupo Bimbo – Pullman do Brasil.
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- Katia Militello
- 29/08/2007 - 19:14
Greenwash na TI
Os americanos adoram criar expressões e na tecnologia elas pegam rapidamente. A última que vi é bem bacana, porque reflete o momento que vivemos em relação à onda da TI verde. A expressão é greenwash e tem sido usada para denominar aquelas empresas que camuflam seus negócios para que eles pareçam mais verdes do que realmente são. Muitos têm pouco ou nada de verde na essência, mas uma maquiada aqui, outra ali e a empresa já estará "totalmente" adequada à moda green. O termo não é novo. Já era usado na década de 90 para designar as empresas e os órgãos do governo que gastavam mais para anunciar e marketear que estavam investindo em preservação do meio ambiente do que o montante que realmente investiam. Ou para aqueles fabricantes que testavam produtos em animais e colocavam no rótulo uma foto de floresta. A TI já começa a produzir uns bons exemplos de greenwash. Como o dos data centers velhíssimos que implantam uma solução para redução do consumo de energia e já se acham aptos a ganhar o selo verde. Ou a empresa que parte para a terceirização de impressão para reduzir custos e divulga que está salvando milhões de árvores do planeta, porque espera um corte drástico do número de páginas impressas. É ou não é greenwash? A onda da TI verde está forte –e é muito bem-vinda–, mas como nos acostumamos a respaldar tudo em números, vi outro dia uma estatística que dizia que um em cada 500 data centers terá um grande desastre por ano, por isso eles precisam investir em prevenção de desastres, economia de energia e em adequação ao meio ambiente e à climatização. Greenwash? Talvez...
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- Katia Militello
- 29/08/2007 - 11:36
Muito além do BlackBerry
Os CIOs definitivamente estão se rendendo aos pedidos dos CEOs e gerentes de suas empresas, que querem ter um celular corporativo poderoso para voz e dados e, em muitos casos, para substituir os pesados notebooks que carregam. Mas a opção por este ou aquele smartphone não tem sido fácil. Vários CIOs com quem conversei nos últimos dias me disseram que presidentes, diretores e gerentes querem escolher seus aparelhos, influenciados por reportagens, pelos amigos e pela publicidade dos fornecedores. "Ter na empresa uma miríade de aparelhos de marcas diferentes e com funções distintas dificulta o gerenciamento e faz com os projetos de mobilidade não sejam uniformes e focados em segurança", disse o CIO de uma grande indústria que enfrenta o problema. Mas não há como escapar e o CIO precisa estar atento às novidades dos fabricantes. O jeito é gerenciar da melhor forma possível as solicitações, porque cada vez mais os celulares inteligentes se tornarão ferramenta de trabalho e isso acontece no mundo todo, como mostram os números. Pesquisa da consultoria IDC indica um crescimento anual de cerca de 54% no mercado de celulares corporativos nos próximos quatro anos, e até 2011 estarão em uso 82 milhões de unidades em todo o mundo. Segundo o Gartner, cerca de 350 milhões de pessoas devem acessar e-mails por dispositivos móveis, o que representará 20% das contas de e-mail existentes no mundo em 2010. Hoje, o percentual de caixas de e-mail móvel corresponde a não mais do que 2% das contas registradas. Os números dos fabricantes também já atestam uma grande movimentação das empresas em busca de aparelhos com acesso à internet, e-mail e agenda. Na Nokia, por exemplo, as vendas de aparelhos com aplicativos empresarias cresceram 94% no segundo trimestre deste ano e renderam à empresa 549 milhões de euros. E então, preparado para o lado difícil do projeto de mobilidade? Quem já passou pela experiência de ter que escolher os aparelhos para os executivos da empresa e quiser contar o que fez, clique em Comente e mostre sua experiência, que pode ajudar outros CIOs.
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- Katia Militello
- 20/08/2007 - 13:59
O que tira o sono dos CIOs?
Uma pesquisa feita pela IBM com 170 CIOs no mundo mostra quais são os problemas atuais dos diretores de tecnologia de empresas de variados portes. A pesquisa IBM CIO Leadership Forum elencou cinco grandes preocupações dos diretores de TI. Acompanhe: 1) Impor uma transformação dos negócios liderada pela TI, usando tecnologias novas e, principalmente, as tecnologias que a empresa já utiliza. 2) Melhorar o nível de serviço que a empresa provê para a empresa, com o investimento compatível. 3) Não saber exatamente qual é a estratégia de negócios da empresa. 4) Implantar um processo eficiente de governaça de TI. 5) Lidar de forma eficiente com pessoas e a infra-estrutura de TI. São essas as coisas que lhe tiram o sono também? Então se ajudar, saiba que não está sozinho. A pesquisa foi apresentada aos cerca de 80 CIOs que participam do evento Info CIO Meeting, que acontece em Trancoso, na Bahia.
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- Katia Militello
- 15/08/2007 - 17:13
Como ser um novo CIO
Crédito: Alexandre Battibugli Depois de vários anos desenvolvendo pesquisas e treinamentos com CIOs de todo o mundo, a americana Ellen Kitzis, vice-presidente do programa executivo do Gartner, reuniu os principais resultados de seu trabalho no livro The New CIO Leader – Setting the Agenda and Delivering Results. Em parceria com a consultora Marianne Broadbent, Ellen descreve as características que o executivo de TI precisa desenvolver para não se tornar um CTM – Chief Technology Mechanic, ou seja, um mero executor de tarefas. Guiadas por uma pesquisa feita pelo Gartner com centenas de empresas e executivos de TI, as autoras revelam o que o CIO precisa fazer para solidificar sua credibilidade com a direção da empresa. E não economizam nas provocações. Provocações que Ellen Kitzis terá a oportunidade de fazer ao vivo para os CIOs brasileiros, na próxima quinta-feira, dia 16 de agosto. A convite de Info CORPORATE, ela estará no Info CIO Meeting, evento que acontece em Trancoso, na Bahia, para falar a mais de 80 CIOs de grandes empresas. A conversa promete, porque o mais bacana da experiência de Ellen é que ela não parte de uma teoria elaborada sobre um CIO fictício. Trata-se da experiência com a vida real e com a demanda que existe hoje nas empresas. Algumas dicas do livro de Ellen e Marianne aos CIOs: > Desenvolva habilidade para interagir social e politicamente com o CEO e o CFO > Aposte firme em governança de TI > Gerencie as expectativas dos clientes internos sobre a TI > Delegue o gerenciamento de ações mecânicas e use seu tempo para pontos estratégicos > Desenvolva um time gerencial afinado e que suporte as decisões de TI e negócios > Aprenda a comunicar melhor suas realizações na empresa. Parece fácil, mas na prática... O livro The New CIO Leader pode ser comprado na Amazon.com (US$ 25,08) ou na Livraria Cultura (R$ 99,94)
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- Katia Militello
- 14/08/2007 - 12:25
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