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Desenvolvendo para smartphones - Parte 1



Tela do Python no smartphone Nokia N95

Aprenda a desenvolver aplicações em Python para o sistema Symbian, que roda em smartphones Nokia.

Este tutorial está dividido em partes que serão publicadas neste blog. Foi especialmente escrito por Osvaldo Santana, sócio-fundador da Associação Python Brasil e sócio da Triveos Tecnologia. Na primeira etapa, você aprenderá como instalar o interpretador Python no telefone Nokia com Symbian. Nas próximas etapas colocaremos a mão na massa para desenvolver uma aplicação, explicando algumas ferramentas e bibliotecas.

Antes de partirmos para a ação, apresentaremos os atores envolvidos:

•    Python - Linguagem de programação dinâmica que implementa vários paradigmas de desenvolvimento. Fácil de aprender e usar, foi criada em 1991 por Guido van Rossum. O nome da linguagem é derivado do grupo humorístico britânico Monty Python.

•    Série 60 (S60) - Linha de celulares smartphones da Nokia que vem equipada com o sistema operacional Symbian. Atualmente existem 3 edições da Serie 60, e em cada uma delas uma versão diferente do Symbian é usada. Dentro de cada edição ainda existe uma subdivisão de pacotes de recursos (Feature Packs) para distinguir entre dispositivos que possuem determinadas funções (Wi-Fi, Bluetooth, câmera, etc.). Verifique a lista completa, para identificar quais recursos você tem. No tutorial, usaremos o Nokia N95 3rdFP3.

•    Fórum Nokia - Portal para desenvolvedores de software para celulares da Nokia. Lá é possível encontrar o SDK para desenvolvimento C++ e Java para a Série 60 bem como uma coleção de artigos, tutoriais, exemplos, ferramentas e recursos para desenvolvedores.

•    Python para S60 - Projeto open source custeado pela Nokia. Já foi suportado oficialmente pela Nokia, mas atualmente segue sua vida no mundo open source. O Python para S60 utiliza a versão 2.2 do Python (versão antiga do Python).


Instalando o Python

Para instalar o PyS60 no seu smartphone, você precisa baixar a versão adequada do PyS60, conforme a edição e o pacote de recursos no Sourceforge. Você precisará de dois arquivos:

PythonForS60_1_4_4_VERSAO.SIS - Esse pacote tem o interpretador do Python propriamente dito.

PythonScriptShell_1_4_4_VERSAO.SIS - Esse pacote disponibiliza a opção "Python" no menu "Aplicativos" do seu celular e ainda acompanha alguns exemplos de código.

Agora é só usar o Nokia PC Suite para instalar esses pacotes em seu celular. A opção "Python" irá aparecer no seu menu de aplicações.


Rodando aplicações de exemplo

Ao clicar no ícone Python, acione Options e depois Run Script. Selecione um dos scripts de exemplo e clique em OK.


Em breve, publicarei a próxima parte do tutorial e, no final, publicarei um PDF com o conteúdo completo.

Postado por - Luiz Henrique dos Santos Cruz - 06/10/2008 - 19:45
 


Linux no mundo



Visão da popularidade através da busca do Google.

O Google Insights é uma poderosa ferramenta para descobrir como é a aceitação de determinadas distribuições Linux no mundo. Ele utiliza a base de dados das buscas realizadas no Google.  Permite separar por períodos de tempo, por termos específicos ou localizações.  Registra ainda, os termos relacionados em ascensão e os termos mais buscados.

Ao procurar por “Linux” no período de 2004 até o mês de setembro de 2008 descobri que este termo anda caindo com o tempo (Windows também está caindo). Talvez porque as pessoas começaram a buscar coisas mais específicas, ou talvez seja uma queda no interesse realmente. A Índia e a Federação Russa são as campeãs em volume de busca por este termo.  Especificamente no Brasil, as distribuições que mais aparecem nas buscas são (nesta ordem):

•    Ubuntu
•    Debian
•    Kurumin
•    Fedora

Na comunidade Ning da INFO, perguntei qual a distribuição é a preferida, as seguintes distribuições foram mencionadas (Ubuntu com mais menções):

•    Debian
•    OpenSuSE
•    Ubuntu
•    Mandriva
•    Ubuntu
•    Kurumin
•    Kurumin NG
•    Big Linux
•    Kubuntu
•    Fedora
•    CentOS
•    ArchLinux
•    Xandros
•    Mint

Se você pretende instalar Linux na sua empresa ou na sua residência, procure sempre aquela que melhor satisfaça sua necessidade, mas sempre é bom escolher uma que você tem certeza que vai encontrar boa documentação e comunidade de desenvolvedores ativa.

Postado por - Luiz Henrique dos Santos Cruz - 29/09/2008 - 17:18
 


Melhore seu Symbian

Conheça um repositório de aplicativos para os smartphones da Nokia.

Na era da interface superintuitiva do iPhone, os smartphones com interfaces  mais tradicionais precisam de um extra para usar todo o potencial do hardware, que -- em alguns casos -- é melhor que o objeto de desejo da Apple.  A Nokia mantém um repositório de aplicativos, ringtones, wallpapers e temas  chamado Mosh. Mesmo sem cadastro, é possível baixar aplicações para diversas versões da plataforma Symbian. E há rumores de que o Symbian se tornará open source.  Já existem linguagens abertas para ele, como o Python.

Para instalar, baixe o aplicativo desejado para seu PC. Geralmente os arquivos têm a extensão JAR ou SIS.  É preciso ficar atento para saber se o aplicativo que você quer baixar é compatível com o modelo de seu smartphone. Conecte o cabo USB e transfira o arquivo para o aparelho. Depois, localize o arquivo e execute-o. A partir daí, é só seguir as instruções de instalação e executar o aplicativo instalado (que geralmente está em Installations).

Entre os aplicativos de que gostei estão o Firefox mobile browser , o Yahoo Go! Mobile e o Picasa Web Albums. Não são exatamente novos, mas continuam muito úteis. O Firefox mobile é uma edição enxuta do Firefox, com visualização em miniatura, identificação automática de feeds e modo de exibição na vertical ou horizontal. O segundo é uma interface para várias ferramentas. Vai de notícias e email a previsão do tempo.  Já o Picasa permite navegar pelos seus álbuns online, procurar fotos e álbuns livres.

Baixe do Download INFO:

Yahoo! Go
Firefox Mobile Browser
Picasa Web Albums





Postado por - Luiz Henrique dos Santos Cruz - 26/09/2008 - 12:48


O novo Linux da Itautec




A Itautec lança este mês a versão 3.0 do Librix. Saiba quais são as novidades. 

O Linux da Itautec nasceu de uma parceria de pesquisa e desenvolvimento com a Unicamp. Baseia-se no Gentoo, um Linux conhecido pelo alto desempenho, mas muito complexo para usuários comuns.  Ao contrário do seu pai, o Librix, desde as primeiras versões, vem recheado de aplicações para usuários que gostam de praticidade.  
Como o gerenciador de janelas é o KDE 3.5, algumas aplicações são as tradicionais desse ambiente. Outras foram desenvolvidas especialmente, como é o caso do Librix ConfigCenter, que tem configurações específicas para ambientes corporativos (configuração AdSystem para incluir o host no domínio e Proxy MS/ISA para configurar o proxy). Conta também com um configurador de ADSL, para quem quer usar em casa. O pacote BrOffice 2.4 garante ainda o ambiente de escritório.

No campo multimídia, vem com o player Kaffeine, com codecs para tocar diversos formatos de vídeo, inclusive DVD. Tem o bom Amarok, player de músicas.  Já para web, a lista é extensa: WebDownloader (gerenciador de downloads), Skype 2.0, Pidgin (mensageiro instantâneo multi-rede), Ktorrent, gFTP (excelente cliente FTP), Evolution (cliente de email) e o Firefox. 

As animações e efeitos no desktop ficam por conta do Compiz Fusion, mas é preciso ter uma placa de vídeo poderosa para o sistema não ficar lento. Como o Librix 3.0 é compatível com todos os notebooks da Itautec, ele vem com aplicações específicas como o KBluetooth, para parear dispositivos Bluetooth. 

Por enquanto, o Librix ainda não está disponível para download. Mais informações em: www.librix.com.br

Postado por - Luiz Henrique dos Santos Cruz - 12/09/2008 - 12:11


Google Chrome entra na guerra dos browsers

Novo produto vai muito bem nos testes de compatibilidade e desempenho.

O browser Chrome do Google chega ao mercado, após causar expectativa com uma forma bastante curiosa de divulgação. Um gibi foi enviado a um blogueiro um dia antes do lançamento oficial.

Baseado nos engines de software livre Webkit e Mozilla Gecko, o Chrome vai bem nos benchmarks. O produto tem visual limpo e poucos recursos. Mas veja por que eu acho que a briga vai esquentar:

- O novo browser é multi-processo (cada guia é atrelada a um processo; se uma falhar, não compromete as demais);

- O Javascript é executado em uma máquina virtual (aprimorando controle e possivelmente o desempenho);

- Privacidade de navegação (pela aba anônima, nada é gravado);

- Google Gears (execução de um site como aplicação de desktop) – semelhante ao Prism do Firefox.

Resolvi fazer alguns testes para comprovar a eficácia de cinco browsers. Como o Chrome, por enquanto,está disponível apenas para Windows, executei os testes nessa plataforma. Veja o resultado:

Acid Test 3 – Teste de compatibilidade com padrões web, recomendado pela W3C.

Google Chrome - 76/100
Mozilla Firefox 3.0.1 - 71/100
Microsoft Internet Explorer 8 beta – 21/100
Safari 3.1.2 - 75/100
Opera 9.52 - 83/100

Sun Spider Benchmark –Velocidade de execução de rotinas em Javascript. Quanto menor o tempo, em milissegundos, melhor o resultado.

Google Chrome - 2120.0 ms +/- 3.6%
Mozilla Firefox 3.0.1 – 4246.8 ms +/- 2.1%
Microsoft Internet Explorer 8 beta -  10457.4 ms +/- 0.7%
Safari 3.1.2 - 5364.8 ms +/- 0.9%
Opera 9.52 - 5843.6 ms +/- 0.5%

Pimp my browser! Conheça alguns sites onde você pode baixar plug-ins para melhorar a experiência de navegação:

http://addons.mozilla.org
http://ieaddons.com/en/
http://pimpmysafari.com/
http://www.opera.com/docs/plugins/
http://www.sandboxie.com/

Postado por - Luiz Henrique dos Santos Cruz - 02/09/2008 - 19:05
 


Novos rumos do Thunderbird

Thunderbird será desenvolvido por uma subsidiária da Mozilla.

Após a discussão pública sobre o futuro do cliente de e-mail Thunderbird, realizada  em 17/8, a Mozilla Foundation divulgou em nota que uma nova subsidiária chamada Thunderbird Mail Corporation será criada e receberá inicialmente  um investimento de 3 milhões de dólares.

A discussão ocorreu porque a equipe do Thunderbird era muito enxuta e as mesmas pessoas que dedicavam seus esforços ao desenvolvimento do browser Firefox acabavam dedicando pouco tempo ao desenvolvimento do cliente de e-mail.

David Ascher, atual CTO e vice-presidente de engenharia da empresa ActiveState , será o novo líder da nova empresa. Ele contribui com a Mozilla desde 2000 e é reconhecido pelo seus esforços.  A notícia ruim é que Scott MacGregor, criador do projeto Mozilla Thuderbird, deixará a Mozilla Foundation, embora continue contribuindo com o projeto.
O Thunderbird está disponível em versões para Mac, Linux e Windows no Download INFO
Postado por - Luiz Henrique dos Santos Cruz - 28/08/2008 - 18:30


Monitore seu PC pelo Twitter

Use o microblog e uma webcam no Linux para monitorar um ambiente a distância.

Se você quer ficar de olho em seu PC, acompanhe a seguir um tutorial sobre como utilizar dois aplicativos para captar imagens a cada movimento detectado e enviar uma mensagem para o seu perfil no Twitter. Assim você pode acompanhar a movimentação pelo computador ou por um smartphone. Utilizei no tutorial o Ubuntu Hardy Heron e a webcam QuickCam Pro 4000, da Logitech.

O primeiro passo é instalar o motion, aplicativo que detecta movimentos via webcam e salva as imagens no micro:

sudo apt-get install motion

Depois, você pode baixar do Download INFO , o script em Perl criado pelo programador Shantanu Goel. O script identifica que o motion capturou uma imagem e envia uma mensagem personalizada para o Twitter.

Comando para rodar o motion em plano de fundo:

sudo motion &

Cada movimento capturado será registrado no diretório padrão /tmp/motion/. Você pode alterar este e outros parâmetros no arquivo de configuração /etc/motion/motion.conf. Se quiser acompanhar a webcam localmente, basta abrir o browser e entrar com a URL http://localhost:8081/.

Agora a parte mais importante: a execução em loop para o update no Twitter. Primeiro, é necessário incluir seu usuário e senha do Twitter no script. Para isso, na linha 8 do script twitter.pl, altere as variáveis: 'yourusername' e 'yourpassword' com seu usuário e senha, respectivamente (preservando as aspas simples). Agora, é só rodar o script em loop:

while true; do sudo /home/infolab/twitter.pl "Movimento suspeito detectado!" ;done

Repare que o texto entre aspas é a mensagem que aparecerá no seu perfil do Twitter.

Para encerrar a monitoração, pressione Ctrl+C, que cancela o loop, e execute o comando abaixo, para encerrar a execução do motion:

sudo kill -9 `pidof motion`

Não se esqueça de, periodicamente, apagar em /tmp/motion/ as fotos desnecessárias.


Postado por - Luiz Henrique dos Santos Cruz - 21/08/2008 - 16:15
 


Use o Gmail como sistema de arquivos

 Para isso, veja como instalar o aplicativo gmailfs no Ubuntu

Se você ainda não descobriu o que fazer com tanto espaço no gmail, saiba que com o gmailfs você pode mapear uma conta em um diretório local e utilizá-la como uma área de backup de arquivos. Trata-se de um recurso muito útil para o backup de fotos.
 
Para enviar um arquivo para o Gmail, basta copiá-lo no diretório mapeado. O gmailfs faz uma modificação no nome do arquivo (cria um hash para substituir o nome) e o transfere como anexo para a conta do Gmail. Mas se você listar o conteúdo, ele vai aparecer com o nome correto. O único senão é que os comandos no diretório mapeado ficam mais lentos. Veja como instalar:


 Comando para instalar tudo no Ubuntu 8.04 (Hardy Heron):

sudo apt-get install python-fuse gmailfs fuse-utils gvfs-fuse libfuse2

Comando para montar um email com sistema de arquivos em um diretório qualquer

mount -t gmailfs /usr/share/pycentral/gmailfs/site-packages/gmailfs.py /mnt -o username=usuario,password=senha

Para fazer upload:

cp /path/arquivo /mnt

Veja os tempos de transferência obtidos numa rede de 2 Mbps:

[Tamanho do arquivo 465K]
time cp teste1.tar.gz /mnt

real    0m12.577s
user    0m0.004s
sys     0m0.000s


[Tamanho do arquivo 11MB]
time cp teste2.tar.gz /mnt

real    1m28.789s
user    0m0.004s
sys     0m0.060s
Postado por - Luiz Henrique dos Santos Cruz - 14/08/2008 - 20:14
 


Vire a rede pelo avesso




O programa brasileiro Umit revela tudo que acontece na rede.

Os profissionais de segurança conhecem muito bem a poderosa ferramenta de auditoria e exploração de redes nmap. Criado por Gordon Lyon, o nmap é geralmente usado via linha de comando. Um time de programadores brasileiros (coordenado por Adriano Monteiro Marques) desenvolveu o Umit, uma interessante interface para o nmap (que geralmente é usado via linha de comando, com muitos parâmetros).

Veja como instalar a ferramenta.

Primeiro, baixe o nmap:

apt-get install nmap

Depois, baixe o pacote do Umit no Download INFO  e instale:

dpkg -i umit_0.9.5_all.deb

Se você usa o Ubuntu Hardy Heron, o programa ficará disponível no menu Aplicações >> Internet >> Umit

A grande vantagem do Umit é que você não precisa decorar os parâmetros do nmap e, de quebra, pode salvar sua auditoria para consulta futura. O nmap conta ainda com um assistente para elaborar varreduras mais avançadas.

Curiosidade: O Umit apareceu no filme de espionagem O Ultimato Bourne. Conheça também o site oficial do projeto.

Postado por - Luiz Henrique dos Santos Cruz - 07/08/2008 - 13:47
 


Benchmark no Linux

Conheça um pacote completo de testes para estressar seu pingüim.

O Phoronix Test Suite é uma aplicação para testar a eficiência do seu computador com Linux. Na lista extensa de perfis de teste e conjuntos de testes, ele é capaz de analisar placa de vídeo, disco, processador, memória ou todos os componentes, usando-os em tarefas corriqueiras como compilar um servidor web Apache. Veja como instalar. Observe que todos os comandos devem ser executados numa janela de terminal.

Instalando o gerenciador de benchmarks

 

Se você está usando um Ubuntu Hardy Heron, provavelmente terá primeiro de instalar as dependências.

sudo apt-get install libt1-5 php5-cli php5-common php5-gd 

Depois, é só baixar e instalar o gerenciador phoronix-test-suite: 

wget http://www.phoronix-test-suite.com/releases/deb/phoronix-test-suite_1.0.4_all.deb 

dpkg -i phoronix-test-suite_1.0.4_all.deb 

Antes de rodar, incluir na variável de ambiente PATH o caminho para o diretório (você pode incluir a linha no arquivo .bashrc do seu usuário): 

PATH=$PATH:/usr/share/phoronix-test-suite 

Instalando os testes 

O gerenciador de benchmarks tem em média 50 perfis de teste e 20 conjuntos de testes. É preciso instalá-los. Para instalar tudo, execute o comando: 

phoronix-test-suite install-all 

AVISO IMPORTANTE: O software vai baixar vários pacotes (inclusive de ftp), compilar e instalar algumas dependências. Se sua conexão é lenta, aconselho baixar alguns testes individualmente.  

Para listar os perfis e conjuntos de testes, use os comandos:  

phoronix-test-suite list-tests 

ou 

phoronix-test-suite list-suites 

E para instalar, individualmente, um teste da lista: 

phoronix-test-suite install <nome do benchmark> 

Rodando os testes 

Como exemplo, veja o teste de memória. Aqui, a linha de comando: 

phoronix-test-suite benchmark memory

E aqui o resultado:

====================================
Test Suite: memory
====================================

====================================
RAMspeed (Run 1 of 1)
====================================

INTEGER Add: 888.51 Mb/s

INTEGER Add: 962.02 Mb/s

INTEGER Add: 952.85 Mb/s

INTEGER Add: 965.99 Mb/s

INTEGER Add: 1030.99 Mb/s

INTEGER Add: 1039.76 Mb/s

INTEGER Add: 1037.58 Mb/s

INTEGER Add: 1041.43 Mb/s

INTEGER Add: 1045.83 Mb/s

INTEGER Add: 1046.91 Mb/s

INTEGER BatchRun Add: 1001.19 Mb/s 

####################################

RAMspeed:

Integer BatchRun Add

1001.19 MB/s

 

Average: 1001.19 MB/s

####################################

====================================
Bandwidth (Run 1 of 1)
====================================

Main memory sequential read 1636.8 MB/sec

####################################

Bandwidth:

RAM Sequential Read

 1636.8 MB/s

Average: 1636.80 MB/s

####################################  

Siga as instruções (em inglês) para salvar os resultados. No site oficial, em PTS Global ficam os resultados dos recordes.

 

E depois instalar:

Postado por - Luiz Henrique dos Santos Cruz - 28/07/2008 - 18:10
 


Roteador open source




A Netgear lança o roteador wireless-G WGR614L, que suporta firmware de código aberto.

Alterar o firmware do roteador não é novidade, pois existem várias opções de firmware e listas de compatibilidade. O que chama a atenção é um fabricante apresentar um modelo específico e se empenhar em manter a comunidade de desenvolvedores por perto.  

O que permite esse tipo de substituição é geralmente um hardware mais potente e uma memória flash capaz de hospedar um firmware maior. É o caso do modelo WGR614L, que vem equipado com um processador de 240 MHz, 4MB de memória flash e 16MB de memória RAM.

Entre as alternativa de firmware que funcionam com esse roteador estão o Tomato e o DD-WRT. O Tomato tem muitos recursos não tradicionais, como um gráfico que mostra visualmente o tráfego de sua rede. É um recurso útil, por exemplo, para dizer com certeza se seu provedor faz traffic shaping ou não. 

O DD-WRT, entre muitas configurações novas, traz recursos para transformar o roteador em um repetidor, podendo estender o alcance do seu roteador atual. Veja no site MyOpenRouter uma comparação entre algumas opções de firmware.

Postado por - Luiz Henrique dos Santos Cruz - 22/07/2008 - 09:19
 


Prêmio para o software livre

Entre sério e brincalhão, o Sourceforge.net  2008 Community Choice Awards escolhe os melhores projetos.


No próximo dia 25 termina o 2008 Community Choice Awards, do renomado repositório de projetos de código aberto  Sourceforge.net. A entrega dos prêmios será realizada no evento OSCON 2008, que acontece em Portland, Oregon.

Algumas categorias dos projetos em votação são bem engraçadas. Entre elas a: Most Likely to Be the Next $1B Acquisition (Mais provável próxima aquisição de 1 bilhão de dólares) ou a Most Likely to Be Accused of Patent Violation (Mais provável de sofrer uma acusação de violação de patente).   Na categoria Best Projects (Melhores projetos) os finalistas são:


Drupal
http://drupal.org/

Firebird
http://sourceforge.net/projects/firebird

FreeMind
http://sourceforge.net/projects/freemind

KeePass Password Safe
http://sourceforge.net/projects/keepass

OpenOffice.org
http://www.openoffice.org/

PortableApps.com: Portable Software/USB
http://portableapps.com/

Sphinx
http://www.sphinxsearch.com/

XAMPP
http://www.apachefriends.org/en/xampp.html

XBMC media center
http://sourceforge.net/projects/xbmc

XOOPS Dynamic Web CMS
http://sourceforge.net/projects/xoops


Postado por - Luiz Henrique dos Santos Cruz - 15/07/2008 - 14:37


Salvando o dia com backup


Partimage é uma aplicação antiga, mas muito eficiente para fazer backup de partições inteiras. 

O administrador de sistema precavido e preguiçoso (aquele que automatiza tudo para trabalhar menos) sempre tem uma carta na manga. A carta que não pode faltar é o backup do sistema operacional do servidor.  Uma opção para essa tarefa é o Partimage, uma ferramenta que faz cópias de segurança com compactação e, melhor ainda, é fácil de operar. Segue abaixo um pequeno tutorial de como criar cópia de uma partição usando o Partimage.

No exemplo, utilizei o Ubuntu Server exercendo a função de servidor e o Ubuntu 8.04 como live CD para recuperar a partição (existem live CDs específicos para recuperação de dados).

Depois de montar o diretório remoto de outro servidor, rodei o seguinte comando para criar o backup da partição sda1, que contém o sistema operacional instalado (o diretório dos dados de usuários está em outra partição, para evitar dor-de-cabeça):

#partimage -z1 -o -d save /dev/sda1 /mnt/imagem_ubuntuserver.partimage.gz 

Explicando as opções:

-z1: Usa o algoritmo gzip para comprimir a imagem;
-o: Reescreve a imagem (caso ela tenha sido gerada anteriormente) sem confirmação;
-d: Não questiona sobre a descrição da imagem;
save: Operação a ser realizada.

A imagem gerada (comprimida) ficou com 265 MB. A partição tinha 881MB.  Para restaurar, reiniciei com o live CD. Habilitei o repositório Universe (que contém o partimage) e instalei em seguida. Montei a partição remota do outro servidor (onde salvei a imagem) e executei o comando:

# partimage restore /dev/sda1 /mnt/imagem_ubuntuserver.partimage.gz

Por padrão, o partimage salva a MBR (que contém os registros de inicialização). Mas na hora de restaurar ele não refaz a MBR automaticamente. É preciso executar o comando:

# partimage restmbr /dev/sda1 /mnt/imagem_ubuntuserver.partimage.gz

Se você possui um bom gravador de DVD, em vez de montar um diretório de outro servidor, pode seguir este tutorial em inglês para fazer o backup e gravar um DVD em uma mesma tacada.

Postado por - Luiz Henrique dos Santos Cruz - 15/07/2008 - 14:31
 


Quer customizar o Ubuntu?

Para não perder tempo, saiba que existem muitos projetos derivados do Ubuntu.

Quem é fanático por Ubuntu passa horas procurando aplicações para customizá-lo, mudando desde o visual até aplicativos multimídia e de produtividade. São, quase sempre, versões de aplicativos não classificadas como estáveis, mas que fazem a diferença em relação à distribuição "padrão". Elas geralmente são feitas por comunidades paralelas ou até por oficiais da Canonical.

Quando o apelo é visual, duas distribuições saem na frente. Linux Mint (já mencionada neste blog) e gOS. Linux Mint é uma variação do Ubuntu/Debian que tem aplicações para melhorar o visual e facilitar a vida do usuário -- por exemplo, o MintTools, que serve para fazer desde a atualização do sistema até configurar o Wi-Fi.  O gOS (ou Good OS) é uma distribuição criada para ser o sistema operacional padrão de desktops Everex. A última versão, gOS Space 2.9, vem recheada de aplicações como MySpace Developer Platform e Open Social API. O visual lembra um pouco o MacOS Leopard, mas a tentativa é ficar o mais próximo possível da rede social MySpace.  

Para quem quer entretenimento, a distribuição indicada é a LinuxMCE. Ela tem uma interface toda customizada para ser utilizada por meio de um controle remoto, seguindo o mesmo conceito de media center. Vem com sintonizadores de TV, player multimídia e até software para automação de residências. Veja abaixo o vídeo sobre a versão 704 (Saiu a versão 710 recentemente). O cuidado que se deve tomar é procurar o hardware suportado.




Outra distribuição que segue o mesmo princípio é a Mythbuntu. Com interface Xfce, segue de perto as atualizações do Ubuntu. Ela tem uma estrutura modular, permitindo que você instale o módulo "backend" em um servidor com maior capacidade de processamento e disco e instale o "frontend" em um desktop leve na sua sala. Com isso você pode assistir à sua coleção de filmes tranqüilamente.

Uma distribuição com bastante conteúdo e muitas animações é a Ultimate Edition, que atualmente está na versão 1.8. A lista de aplicações é grande. O que me chamou atenção foram aplicações como Blender (edição/animação 3D), Wireshark (analisador de tráfego de rede) e uma grande variedade de aplicações de multimídia como dvd:rip (Backup de dvds), k3b (Gravador de CD/DVD), Sound Juicer (extração de faixas de áudio) e Movie Player (com codecs proprietários).

Uma variação oficial é a Ubuntu Netbook Remix, uma distribuição criada para rodar em minilaptops com o processador Atom da Intel. 
Postado por - Luiz Henrique dos Santos Cruz - 01/07/2008 - 12:17
 


Um servidor web que voa

O Lighttpd não é mais só uma alternativa ao Apache

Com a corrida para deixar os sites compatíveis com as tecnologias da web 2.0, os administradores de sistemas geralmente sofrem com o aumento de requisições nos servidores web. Sob tráfego intenso, os tradicionais servidores web, sem ajustes finos de configuração é claro, não conseguem dar conta do recado. Com o slogan de “fly light” o Lighttpd é um servidor web concebido para ser rápido.

A adoção dele como padrão é algo discutível, já que o Apache é o dominante (e vem perdendo terreno para o IIS). Mas grandes sites como Wikipedia, YouTube, Meebo, The Pirate Bay e Sendspace usam o Light.

Do LAMP para o LLMP

Veja, a seguir um minitutorial que mostra como instalar uma plataforma web no Ubuntu Hardy Heron, usando o Lighttpd. Trata-se de uma mudança do estilo LAMP(Linux, Apache, MySQL e PHP) para o LLMP (Linux, Lighttpd, MySQL e PHP).

O primeiro passo é instalar todos os pacotes (via terminal, mas você pode pegá-los pelo Synaptic Manager), usando a conta de root (ou sudo <comando>):

#apt-get install lighttpd php5-cgi mysql-server mysql-client php5-mysql nvu

Durante a instalação do mysql, você vai ter de entrar uma senha de root. Escolha uma com bom senso.

Em seguida, habilite o módulo para rodar o php como cgi:

#lighty-enable-mod cgi

(O comando lighty-disable-mod, serve para desabilitar, se tiver problemas)

Reinicie o lighttpd para que a nova configuração seja validada.

#/etc/init.d/lighttpd force-reload

Pronto. O PHP está apto a usar o MySQL, com o Lighttpd rodando. Para testar, aponte seu browser para a URL: http://localhost. Os arquivos servidos estão no diretório /var/www. Os arquivos de configuração ficam em /etc/lighttpd/.

De quebra, você também instalou o KompoZer (um NVU modificado), que é um editor de páginas web no estilo WYSIWYG (O que você vê é o que você tem). Está em Applications >> Internet >> KompoZer.

Para quem quiser se aprofundar  no assunto e já usa o Eclipse, há um projeto chamado PDT. Trata-se de um framework para o desenvolvimento de aplicações em PHP.

 

Referências:

Lista de sites que usam lighttpd
Pesquisa de servidores web 2008, da Netcraft
Fonte do Lighttpd, via Download INFO


Postado por - Luiz Henrique dos Santos Cruz - 13/06/2008 - 14:01
 


Correção de DNS do tutorial Claro 3G no Asus EeePC



Tela do Eee PC 701: um clique no ícone estabelece a conexão

Em março, postei aqui mostrando uma solução para fazer o modem 3G da Claro funcionar com o Eee PC, 701, equipado com Linux. Naquele tutorial, a atualização no arquivo resolv.conf provocava o mau funcionamento do aplicativo que configura a rede wireless, já que não conseguia atualizar o DNS. Veja a seguir, um novo passo-a-passo revisado, que elimina essa deficiência.

Nosso objetivo é criar um ícone no modo Easy da interface do Asus EeePC 701 para fazer o modem HSPDA Huawei E226 com chip Claro conectar-se à rede 3G. Existem por aí vários tutoriais sobre como fazer isso com o Kppp, Gppp e o Wvdial. Aqui, utilizei o Wvdial como referência. Não é a melhor solução, mas funciona perfeitamente. Veja como.

Liberando o menu da interface visual Icewm

Para habilitar o menu, tomamos como base o tutorial do fórum Eeeuser.com. Primeiro, crie uma pasta oculta /home/user/.icewm e copie os arquivos de modelo disponíveis em /etc/X11/icewm. Em seguida, edite o arquivo preferences. Altere a propriedade de TaskBarShowStartMenu de 0 para 1.

Instalando o wvdial

Para instalar o wvdial, adicione um repositório debian, a fim de baixar o aplicativo com o apt-get. Clique em Start, depois em xterm. Por fim, edite o sources.list com o comando:

sudo /etc/apt/sources.list

No arquivo sources.list, inclua a linha:

deb http://ftp.us.debian.org/debian/ etch main contrib

Feito isso, rode os comandos:

sudo apt-get update
sudo apt-get install wvdial

Para testar, você pode rodar o comando:

wvdial –help

Para criar o arquivo de conexão, entre com o comando abaixo na janela do xterm aberta anteriormente:

sudo kwrite /etc/wvdial.conf

Abre-se o arquivo wvdial.conf. Nele, apague tudo e copie o conteúdo abaixo:

[Dialer Defaults]
Carrier Check = off
Init1 = ATZ
Init2 = ATQ V1 E1 S0=0 &C1 &D2 +FCLASS=0
Password = claro
Ask Password = 0
Check Def Route = 1
Phone = *99***1#
Idle Seconds = 0
Modem Type = Analog Modem
Stupid Mode = 1
Compuserve = 0
Baud = 4608000
Auto DNS = off
Dial Command = ATDT
Modem = /dev/ttyUSB0
ISDN = 0
Username = claro
[Dialer claro3g]
Stupid Mode = on
Password = claro
Auto Reconnect = off
Username = claro
Phone = *99***1#

Salve o arquivo e feche a janela do kwrite.

Depois, siga com o comando:

sudo kwrite /usr/bin/conecta e inclua o conteúdo:

#!/bin/bash
/usr/bin/wvdial –C /etc/wvdial.conf

Salve e dê permissão de execução com o comando:

sudo chmod +x /usr/bin/conecta

Precisamos agora fazer a atualização no DNS para garantir a navegação. Edite o arquivo utilizado pela conexão do wvdial com o comando:

sudo kwrite /etc/ppp/ip-up

Nas linhas em que aparecem este conteúdo:

# These variables are for the use of the scripts run by run-parts
PPP_IFACE="$1"
PPP_TTY="$2"
PPP_SPEED="$3"
PPP_LOCAL="$4"
PPP_REMOTE="$5"
PPP_IPPARAM="$6"
export PPP_IFACE PPP_TTY PPP_SPEED PPP_LOCAL PPP_REMOTE PPP_IPPARAM

inclua duas variáveis de ambiente, DNS1 e DNS2, e exporte-as. O bloco acima vai ficar desta forma:

# These variables are for the use of the scripts run by run-parts
PPP_IFACE="$1"
PPP_TTY="$2"
PPP_SPEED="$3"
PPP_LOCAL="$4"
PPP_REMOTE="$5"
PPP_IPPARAM="$6"
# OpenDNS (www.opendns.com)
DNS1=208.67.222.222
DNS2=208.67.220.220
export PPP_IFACE PPP_TTY PPP_SPEED PPP_LOCAL PPP_REMOTE PPP_IPPARAM DNS1 DNS2

Salve o arquivo e feche.

Observação: Se você fez o tutorial anterior, você precisará criar um link novamente para o resolv.conf, com o seguinte comando:

sudo ln -s /etc/resolvconf/run/resolv.conf /etc/resolv.conf

Remova também a última linha do arquivo /usr/bin/conecta:

cp –rv /home/user/claro_dns /etc/resolv.conf

Criando o ícone

Para criar um ícone no modo Easy, baseei-me no tutorial Customizing the Easy Mode GUI. Resolvi seguir o Manual Mode para entender melhor como funciona a interface. Primeiro, faça um backup do arquivo da interface:

cp /opt/xandros/share/AsusLauncher/simpleui.rc /home/user/simpleui.rc.old

Em seguida, crie um diretório oculto no home do usuário e copie o arquivo para lá:

mkdir /home/user/.AsusLauncher/
cp /opt/xandros/share/AsusLauncher/simpleui.rc /home/user/.AsusLauncher/simpleui.rc

Agora, é só editar o arquivo com o comando:

sudo kwrite /home/user/.AsusLauncher/simpleui.rc

Inclua o conteúdo abaixo, exatamente como está:

<parcel simplecat="Internet" extraargs="/usr/bin/sudo /usr/bin/conecta"
icon="asus_norm.png"
selected_icon="asus_hi.png" >
<name lang="en">Claro 3G</name>
</parcel>

Atenção: a tag parcel não pode ficar dentro de outra tag parcel. Reinicie o Asus EeePC e o ícone deve aparecer na tela.

Funcionamento

1. Conecte o modem à porta USB e aguarde uma luz azul piscar (identificação do dispositivo e da rede).
2. Dê um duplo clique no ícone e espere a luz azul se tornar constante. Pronto, você está conectado.

Sugestões de como melhorar a solução são bem-vindas.

Outros leitores escreveram, dizendo que, no seu caso, o modem é identificado de outra forma. Para esses, aconselho adicionalmente a leitura da solução para o Ubuntu (enviado pelo leitor Rodrigo Sampaio Primo) e também de informações sobre como funciona o sistema udev.



Postado por - Luiz Henrique dos Santos Cruz - 03/06/2008 - 19:10
 


Windows e Linux juntos




Saiba como rodar aplicações Linux dentro do Windows

Gaël Duval, criador do Mandrake Linux (Mandriva) e agora CTO da Ulteo, levou a sério a idéia de interoperabilidade e criou o Ulteo Virtual Desktop. Trata-se de uma distribuição Linux baseada num projeto chamado coLinux, que roda em paralelo com um Windows, em modo cooperativo.

O Ulteo Virtual Desktop roda o kernel quase nativamente, já que é executado em modo privilegiado (supervisor mode). Utiliza ainda o Xming, um servidor X para Microsoft Windows. Na prática, o Ulteo dá acesso aos arquivos do Linux e também aos do Windows. As aplicações iniciam bem rápido e, no Windows XP, apresentam bom desempenho. No Vista, ficam muito lentas depois de algum tempo de uso.

Aí você pergunta: "Para quem é indicado? E por que diabos quero um Linux rodando junto com o Windows?". Bom, se você precisa testar ou validar aplicações em ambiente Windows e em Linux, esta pode ser uma boa solução. A lista de aplicativos disponíveis é extensa e alguns deles são:

- Firefox com plugin de Flash instalado;
- Amarok 1.3.9;
- VLC Media Player 0.8.6c;
- Kopete 0.12.2;
- Konsole 1.6.2;
- OpenOffice 2.3;
- Konqueror 3.5.2.

O Ulteo cria um sistema de arquivos virtual com cerca de 5 GB. Com isso, há espaço para instalar outras aplicações. O sistema tem ainda uma integração com o Ulteo Online Desktop, um sistema operacional Linux via browser. O download está disponível no Download INFO.

Postado por - Luiz Henrique dos Santos Cruz - 23/05/2008 - 19:06


O Fedora 9.0 espanta lobisomens

Lançada hoje, 13/5, a versão 9.0 do Fedora traz visual agradável e boas melhorias.

O que chama a atenção nesta versão é o aperfeiçoamento da conectividade, com atualizações na operação do Bluetooth (sincronia, envio e recebimento de arquivos para dispositivos móveis) e no NetworkManager, que agora tem suporte a alguns modems GSM e CDMA através de PPP.

Outro ponto interessante é o sistema de inicialização orientado a eventos chamado Upstart, que veio para substituir o antigo System V init. O Ubuntu foi a primeira distribuição a usar o Upstart. A interface gráfica Gnome, na versão 2.2.2, com o novo sistema virtual de arquivos GVFS e biblioteca GIO, promete agilizar a manipulação de arquivos.

O codinome da  versão 9.0 é Sulphur, enxofre. Segundo o wiki do Projeto Fedora, trata-se de um elemento químico que causa reações adversas. Na mitologia, o enxofre é utilizado para espantar lobisomens (Werewolves), justamente o codinome da versão anterior.


O Projeto Fedora liberou um slideshow com imagens do processo de instalação que vo