RFID à prova de clonagem
O uso mais generalizado das etiquetas de RFID também começa a expor brechas de segurança. É o caso da clonagem de tags. Uma startup do Silicon Valley, a Verayo, desenvolveu um produto para driblar esse tipo processo: os chips Vera X512H. Eles se baseiam na tecnologia PUF (Physical Unclonable Functions), inventada pelo MIT e que funciona como uma espécie de DNA para as tags. A idéia da Verayo é usar esse tipo de chip principalmente para identificar produtos de luxo. A empresa foi fundada em 2005 numa parceria entre um ex-professor do MIT (o próprio inventor da tecnologia PUF) e um ex-funcionário da Microsoft.
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- Débora Fortes
- 06/01/2009 - 12:06
Em 2009, Terra quer ser mais ágil nos celulares
Terra: novo design e mais celulares em 2009 Não é só o design do portal Terra que deve mudar completamente a partir do próximo dia 7 de janeiro. Dentro do projeto batizado de Átomo, o conteúdo para celular será uma das vertentes. Quem afirma isso é Paulo Castro, presidente do Terra no Brasil. Conversei com ele hoje sobre os planos para celular e ele me disse que com a nova plataforma o Terra poderá ganhar mais agilidade e conteúdo nas telinhas. A idéia é que o conteúdo do portal seja atualizado ao mesmo tempo no browser, na tela do celular e no DOOH (Digital Out of Home), os displays colocados nos elevadores de prédios. Quem está no centro da tecnologia é o Vignette. "Vamos gerar o conteúdo dos 18 países em que o Terra está presente a partir de um único CMS e eliminar o retrabalho", diz ele. "Com o 3G, o Brasil tem a oportunidade de saltar uma etapa no celular. Fizemos pouquíssimas coisas na geração WAP", afirma.
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- Débora Fortes
- 17/12/2008 - 18:26
Nova lei do call center? Por favor, ligue mais tarde
No mês passado, coloquei um post no ar comentando que achava difícil que os call centers conseguissem se adaptar tão rapidamente às novas leis de atendimento. Agora, onze dias depois do início das regras, o que mais tenho ouvido das pessoas com quem converso é que pouquíssima coisa mudou. Eu mesma comprovei isso, infelizmente. Fiquei sem sinal de banda larga em casa e liguei para a operadora. Depois de digitar as opções no menu, ouvi a frase: "nosso tempo de atendimento está elevado". Ok, pensei: não pode passar de um minuto, certo? Erradíssimo. Meu telefone foi marcando: o atendente apareceu 14 minutos e trinta segundos depois. A lei também diz que a ligação não pode ser transferida. A minha foi. Até eu desligar e agendar uma visita do técnico o relógio marcou uma hora e um minuto no telefone. Sim, acho que ando numa espécie de inferno astral com os call centers... Ontem, num almoço com o presidente da Claro, João Cox Neto, as novas leis de call center foram um dos assuntos mais debatidos na mesa. Ele comentou um pouco do outro lado - o das dificuldades de as empresas se adaptarem às novas leis. Um dos items que ele citou foi justamente a impossibilidade de transferir a ligação. "Como vamos ter um atendente que ganhe 500 reais e domine todos os assuntos"? Acho que de fato a nova lei tem mão pesada em alguns critérios, como o de não poder transferir uma ligação a um departamento especializado. Mas esperar uma hora e um minuto no telefone para resolver um problema também não é aceitável. Vamos ver se a gente chega pelo menos a um equilíbrio. Quero ouvir também as experiências de vocês: a nova lei melhorou o atendimento ou não? Os comentários estão abertos.
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- Débora Fortes
- 11/12/2008 - 15:45
Celular pode matar símbolo de Londres
Será o fim das cabines vermelhas? É tudo culpa do uso massivo dos celulares, diz a British Telecom. As cabines telefônicas vermelhas que são um dos símbolos de Londres deixaram de ser lucrativas e andam com os dias contados. Segundo a operadora, o uso de telefones públicos caiu pela metade. Por isso, a British Telecom não pretende mais bancar o custo das cabines e dos aparelhos. A operadora montou então um programa de adoção de cabines, chamado Adopt a Kiosk. A idéia é que o próprio governo contribua, com modalidades de patrocínio ou adoção. Pode-se manter o conjunto completo ou apenas a cabine, para não desfigurar o símbolo londrino. São 500 libras por ano (fora os impostos). O primeiro quiosque de telefone londrino foi criado em 1920 e era feito de concreto. As primeiras cabines vermelhas apareceram em 1924, como resultado de um concurso. O design que predomina hoje, o modelo K6, foi criado em 1936, para celebrar o jubileu de prata do rei George V.
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- Débora Fortes
- 09/12/2008 - 11:46
3G no Eee PC? No Brasil, ainda não
A Asus ainda não tem data para trazer ao Brasil o Eee PC com 3G embutido, uma edição do 901, de 8,9 polegadas. Segundo a empresa, por enquanto a maior adoção da tecnologia no país deve se dar pelos modems 3G, que acabam sendo mais versáteis e podem ser usados também em outros notebooks. Embora ainda não venda uma solução com 3G nativo por aqui, a Asus criou um pacote com a TIM. É um Eee PC 701 (aquele da telinha de 7 polegadas), rodando Windows XP, com um modem da Onda. A dupla sai por 1.199 reais, e o plano de dados é de 119,90 por mês, com acesso ilimitado. Ontem, durante a festa de entrega do Prêmio INFO, conversei com Marcel Campos, gerente de marketing da Asus, que veio receber o troféu na categoria minilaptops. Ele comentou que a empresa também não pretende trazer oficialmente ao país sua linha de notebooks Lamborghini, que segue o design esportivo da marca de carros italiana. Na Amazon, um Lamborghini de 12,1 polegadas (um Core 2 Duo com 320 GB de disco rígido e 4 GB de RAM) por 3.238,25 dólares (sem os impostos). É só multiplicar pela estratosférica taxa atual do dólar e somar os impostos locais para passar fácil dos dois dígitos em reais... Para quem curte design, uma dica é que a Asus criou um site para falar do assunto, o AsusDesign.
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- Débora Fortes
- 04/12/2008 - 11:54
MacBook vira o quinto elemento do Duran Duran
São Paulo, 22/11/2008. Às dez em ponto da noite, a banda inglesa Duran Duran, um ícone dos anos 80, começa o show no palco do via Funchal. Além dos quatro integrantes da formação original e dos músicos que complementam a turnê Red Carpet Massacre, entra em cena também um MacBook.
O ícone da maçã virou parte do cenário, estrategicamente posicionado com a parafernália eletrônica do tecladista Nick Rhodes. Ele pluga o notebook em seu sintetizador, para rodar samples e efeitos especiais durante os shows.
Aí em cima, você confere duas fotos, uma extraída do site oficial da banda e outra do show de São Paulo, bem de longe... Estou tentando pegar mais detalhes da configuração do notebook com a assessoria de imprensa do Duran Duran e se conseguir resposta, complemento o post.
O caso do Duran Duran com a Apple não é novo. Em uma entrevista à revista MacAddict em junho de 2005, o próprio Rhodes declarou: "Nada de Pcs". Segundo ele, dá para tocar um show inteiro num Mac. Quem viu a banda ao vivo não duvida.
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- Débora Fortes
- 25/11/2008 - 00:25
Call center? Ops, wait center
A menos de dez dias da data de início das novas regras para call centers, previstas para o comecinho de dezembro, as operadoras de celular continuam a manter uma distância estratosférica do que seria chamado de atendimento eficiente. Será que elas vão se transformar radicalmente em tão pouco tempo? Difícil encontrar quem não colecione episódios de horas pendurado no telefone para resolver um problema simples. Muitas vezes, a razão principal está num item básico: o despreparo dos atendentes. É uma espécie de loteria. Dependendo de quem atender a sua linha, seu caso pode ser resolvido rapidamente - ou você pode simplesmente desistir da batalha. Digamos que as minhas chances nesse tipo de loteria não andem nada boa. Inexplicavelmente, meu celular parou de fazer ou receber chamadas (A Claro informa que este número está programado para não receber ligações...), mas continua a navegar pela rede de dados e trocar SMS. Nunca vi algo do gênero- e pelo visto nem os mais de dez atendentes com quem tentei a sorte até agora. Perdi a conta das horas penduradas - e das tentativas de explicação. "Minha senhora, verifiquei e sua conta não está em atraso...". "Ah, sua linha foi suspensa!". "Acredito que a sua rede esteja em manutenção (???)". "Senhora, não encontrei nada de errado, vou estar transferindo para o setor de configuração". Não adianta dizer que você já testou o chip em três aparelhos diferentes, e nada feito, você ouve: a senhora já tentou tirar a bateria e reiniciar o aparelho? Para quem entende de tecnologia, essas coisas gritam ainda mais nos ouvidos. Os prazos para resolver a questão também variam de acordo com o atendente. Ontem, as estimativas iam de 15 minutos a 24 horas. Depois de mais de 26 horas do primeiro contato, o prazo ficou mais longo: "senhora, nosso departamento técnico vai retornar em até cinco dias, ÚTEIS". Enquanto isso, na cidade de Gotham City...
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- Débora Fortes
- 19/11/2008 - 17:29
O celular vira um guia de Roma
A empresa italiana Log607 encontrou uma forma criativa para interagir com os turistas que perambulam por cidades como Roma, Veneza e Florença. É o game Whai Whai, que mistura mapas, livro de contos e instruções enviadas pelo celular. Para participar do game, o turista precisa comprar o guia feito pela empresa (com preços entre 12 e 27 euros) que traz contos e propõe alguns desafios para se descobrir, numa espécie de caça ao tesouro. O turista vai interagindo com a game pelo celular, por meio de mensagens SMS. No caso do iPhone, foi desenvolvido um aplicativo específico que dispensa o uso do guia impresso, está tudo online. Segundo a empresa, em breve haverá versões para outros modelos de aparelho. É possível jogar individualmente ou em grupo, e escolher entre diferentes graus de complexidade. Por que alguém sairia andando por cidades tão cheias de atrações como Roma, Veneza e Florença com um guia de caça ao tesouro pelo celular? O objetivo do game é mostrar alguns pontos inusitados desses lugares, que normalmete não estão no radar dos turistas, ou detalhes escondidos nas grandes atrações.
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- Débora Fortes
- 14/11/2008 - 17:45
Celular pode ser entrave para a Wikipedia
Wales (em foto extraída da... Wikipedia): quem vai editar pelo celular? Um dos assuntos que tira o sono de Jimmy Wales, o criador da Wikipedia, é algo tão simples como um celular com browser. O crescimento dos celulares e dos smartphones no acesso à internet foi um dos temas da palestra dele de hoje no evento HSM ExpoManagement, em São Paulo."É um erro não pensar no acesso à internet pelo celular. É um fenômeno importante, mas também problemático para nós", disse. De onde vem exatamente o problema? É que do lado da consulta, sinal verdíssimo para a Wikipedia. Mas, na hora de editar as informações ou postar textos longos, mesmo os aparelhos com teclado Qwerty ou telas mais generosas, como a do iPhone, perdem a eficiência -- ou melhor, fazem perder a paciência. "É um tremendo desafio para nós, fica difícil contribuir com a Wikipedia pelo celular", disse. De fato, mandar uma resposta rapidinha pelo smartphone é uma coisa. Outra bem diferente é digitar um texto maior. Por isso, o celular virou lição de casa para Wales: ele estuda formas de contornar essa barreira.
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- Débora Fortes
- 11/11/2008 - 20:07
Mochila à prova de raio X
Uma das chatices para quem viaja de avião toda hora com o notebook é ficar tirando (e guardando de volta) o equipamento na mochila, na hora do raio X. Mas algumas empresas começam a ter sacadas legais nessa área. É o caso da fabricante americana Casauri, que nasceu há dez anos da parceria de duas designers - e irmãs. Elas pensaram numa maneira de passar pelo raio X dos aeroportos sem ficar tirando o laptop do lugar. Desenvolveram uma pasta que pode ser aberta, e o notebook fica preso por meio de uma tira de velcro. Outra preocupação para passar pelos scanners das esteiras sem tirar nada do lugar foi remover bolsos ou outros detalhes que pudessem atrapalhar a vistoria. A Casauri não tem escritório no país, mas já vende aqui por meio de um distribuidor.
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- Débora Fortes
- 07/11/2008 - 18:26
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