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<title>INFO online - Blogs</title>
<link>http://info.abril.com.br/blog/</link>
<description>Blogs da INFO</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Copyright: (C) Editora Abril SA</copyright>
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<title>INFO Online - Blogs</title>
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<link>http://info.abril.com.br/blog/</link>
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<title><![CDATA[Zona livre: Media center rodando no cartão SD]]></title>
<avatar>http://info.abril.com.br/v1/imagem/blogs/avatar/luiz.jpg</avatar>
<img_materia>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/zonalivre/files/2011/12/openelec_logo-300x150.jpg</img_materia>
<assinatura>Luiz Cruz</assinatura>
<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 20:02:55 -0200</pubDate>
<link>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/zonalivre/distribuicoes/media-center-rodando-no-cartao-sd/</link>
<texto><![CDATA[
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-199221" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/zonalivre/files/2011/12/openelec_logo.jpg" alt="" width="600" height="300" /></p>
<p>A luta por espaço em um media center de baixo custo é uma constante difícil de ser vencida. Somando se ao fato, a ideia que um PC do tipo media center deve ter apenas funções para reprodução de conteúdo multimídia, a procura por um sistema super enxuto parece fazer bastante sentido. É nesta seara que o OpenELEC se gradua como uma excelente escolha.</p>
<p><span id="more-199201"></span></p>
<p>O OpenELEC.tv, acrônimo de Open Embedded Linux Entertainment Center, é um Linux criado apartir do zero para rodar somente o XBMC. Ele tem em torno de 100 MB e é otimizado para diferentes plataformas (Atom, ION, Intel e Fusion). O XBMC por sua vez, é uma das melhores escolhas para montar um media center barato. Ele suporta vários formatos, faz streaming via rede, obtem informações e capas dos filmes e músicas. Foi usado inclusive como base no hardware proprietário Boxee Box.<br />
Você pode instalá-lo em um pendrive e posteriormente instalar em um cartão SD no seu PC. Foi exatamente o que fiz. Testei em um mini-ITX que você verá na edição de janeiro da revista, o Zotac ZBOX nano AD10. Você precisa de um pendrive e um cartão SD de 1GB no mínimo. O primeiro passo é baixar a <a title="OpenELEC" href="http://www.openelec.tv/get-openelec" target="_blank">distribuição</a>. No caso, baixei a versão para <a title="Fusion" href="http://releases.openelec.tv/openelec-Fusion.i386-1.0.2.tar.bz2" target="_blank">Fusion</a>.</p>
<p>Com o pendrive conectado, e o arquivo descompactado, execute o comando: <strong>$ sudo ./create_installstick /dev/sdb1</strong> (coloque o caminho correto para o seu pendrive). Inicie através do pendrive com o cartão SD no drive. Selecione a opção <strong>?Quick Install?</strong> e depois selecione o caminho para seu cartão SD. No meu caso foi <strong>/dev/sdc1</strong> e selecione Ok. Pronto, agora você deve configurar o hardware para iniciar pelo cartão. Feito isto, seu XBMC estará em poucos segundos na tela. Conecte seu HD externo repleto de conteúdo ou adicione seu PC na lista de compartilhamento e divirta-se.</p>
]]></texto>
<description><![CDATA[A luta por espaço em um media center de baixo custo é uma constante difícil de ser vencida. Somando se ao fato, a ideia que um PC do tipo media center deve ter apenas funções para reprodução de conteúdo multimídia, a procura por um sistema super enxuto parece fazer bastante sentido. É nesta seara que [...]]]></description>
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<title><![CDATA[Download da Hora: DockShelf transforma a área de trabalho do seu Mac]]></title>
<avatar>http://info.abril.com.br/v0/imagem/blogs/download-da-hora-60x60.jpg</avatar>
<img_materia>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/download-da-hora/files/2011/12/DockShelf0001-300x225.jpg</img_materia>
<assinatura>Amanda Previdelli</assinatura>
<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 19:48:44 -0200</pubDate>
<link>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/download-da-hora/mac/dockshelf-transforma-a-area-de-trabalho-do-seu-mac/</link>
<texto><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/download-da-hora/files/2011/12/DockShelf0001.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-58031" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/download-da-hora/files/2011/12/DockShelf0001.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>DockShelf pega uma das características mais marcantes do Mac e amplia suas capacidades. O app te dá a possibilidade de criar docks personalizados na área de trabalho.<span id="more-58021"></span></p>
<p>O aplicativo te oferece atalhos para qualquer programa ou pasta que você quiser e te deixa colocar em um dock que, por sua vez, pode ser carregado para qualquer área da tela para fácil acesso.</p>
<p>DockShelf também te dá suporte para mais de um monitor e é fácil customizar com base do que você está fazendo no momento. Há uma versão gratuita que oferece dois docks e duas áreas de trabalho &#8211; mas com publicidade. A versão paga, que custa $4,99 e pode ser encontrada na Mac App Store, não há limites para o número de docks.</p>
<p><a href="http://info.abril.com.br/downloads/mac/dockshelf"><strong>Baixe o DockShelf pelo Downloads INFO.</strong></a></p>
]]></texto>
<description><![CDATA[
DockShelf pega uma das características mais marcantes do Mac e amplia suas capacidades. O app te dá a possibilidade de criar docks personalizados na área de trabalho.
O aplicativo te oferece atalhos para qualquer programa ou pasta que você quiser e te deixa colocar em um dock que, por sua vez, pode ser carregado para qualquer área da tela para fácil acesso.
DockShelf também te dá suporte para mais de um monitor e é fácil customizar com base do que você está fazendo no momento. Há uma versão gratuita que oferece dois ...]]></description>
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<title><![CDATA[Droids: Sem Ericsson, Sony dará adeus aos feature phones]]></title>
<avatar>http://info.abril.com.br/v1/imagem/blogs/avatar/caua.jpg</avatar>
<img_materia>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/droids/files/2011/12/xperia-mini-198x300.jpg</img_materia>
<assinatura>Cauã Taborda</assinatura>
<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 16:19:29 -0200</pubDate>
<link>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/droids/aparelhos/sem-ericsson-sony-dara-adeus-aos-featurephones/</link>
<texto><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6661" title="xperia-mini" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/droids/files/2011/12/xperia-mini.jpg" alt="" width="364" height="550" /></p>
<p>Isso mesmo, caro leitor. De acordo com uma matéria do <a href="http://economictimes.indiatimes.com/news/news-by-industry/cons-products/electronics/minus-ericsson-sony-to-only-make-smartphones/articleshow/10966425.cms" target="_blank">Economic Times</a>, a aquisição da parte ?Ericsson? pela Sony, por 1,05 bilhões de euros, irá eliminar de uma vez por todas os feature phones (celulares que não um smartphone, burrofones, dumphones, etc) e o nome Ericsson.</p>
<p>O foco da empresa será produzir exclusivamente smartphones com a plataforma Android sob a logomarca Sony. A medida já era esperada, pois há tempos a marca Sony é o maior atrativo dos aparelhos. Com a decisão também padece (ou pelo menos se modifica) a linha Walkman, com aparelhos mais simples dedicados a reproduzir músicas com um pouco mais de qualidade.</p>
]]></texto>
<description><![CDATA[Isso mesmo, caro leitor. De acordo com uma matéria do Economic Times, a aquisição da parte ?Ericsson? pela Sony, por 1,05 bilhões de euros, irá eliminar de uma vez por todas os feature phones (celulares que não um smartphone, burrofones, dumphones, etc) e o nome Ericsson. O foco da empresa será produzir exclusivamente smartphones com [...]]]></description>
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<item>
<title><![CDATA[Como se faz: Filmou de lado ou de cabeça para baixo? Veja aqui como arrumar.]]></title>
<avatar>http://info.abril.com.br/v1/imagem/blogs/avatar/juliano.jpg</avatar>
<img_materia></img_materia>
<assinatura>Juliano Barreto</assinatura>
<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 12:29:36 -0200</pubDate>
<link>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/como-se-faz/dicas/girar-video/</link>
<texto><![CDATA[
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<p><img class="alignnone" src="http://gizmodo.com/assets/resources/2007/06/810643fcc1b_A400.jpg" alt="" width="400" height="400" /><br />
Na empolgação de uma festa, de um show ou na pressa em filmar uma cena imperdível, você esqueceu o bom senso e usou o celular ou a câmera virada de qualquer jeito. Só na hora de ver o vídeo, você descobre que a imagem está virada de cabeça para baixo ou então na vertical. A solução? O bom e velho YouTube.<span id="more-8281"></span></p>
<p>Por estarem um pouco escondidas, as funções de edição do YouTube são pouco usadas. Mas elas servem bem tanto para quem quer publicar seus vídeos na web quanto para quem apenas quer dar um tapa em uma filmagem caseira.</p>
<p>Para começar, faça login no YouTube com sua conta do Google e clique em Enviar Vídeos. Depois de publicar o conteúdo, clique sobre o seu nome de usuário no canto superior da tela e abra o item Gerenciador de Vídeos.</p>
<p>Aparecerá uma lista em que cada filme é mostrado ao lado de um botão Editar Vídeo. Clique sobre ele e já surgirão opções para cortar cenas e girar o vídeo.</p>
<p>Outra função bacana é o filtro que diminui as tremidas da câmera durante a filmagem (Estabilizar). Depois da edição, é possível deixar o vídeo disponível para a visualização pública ou então restringir o acesso do conteúdo apenas para o seu usuário.</p>
<p>Se a sua intenção é ter o arquivo do vídeo editado gravado no seu HD, lei <a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/como-se-faz/blog-info-como-se-faz/baixe-videos-do-youtube2/">aqui como baixar vídeos do YouTube</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></texto>
<description><![CDATA[Na empolgação de uma festa, de um show ou na pressa em filmar uma cena imperdível, você esqueceu o bom senso e usou o celular ou a câmera virada de qualquer jeito. Só na hora de ver o vídeo, você descobre que a imagem está virada de cabeça para baixo ou então na vertical. A [...]]]></description>
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</item>

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<title><![CDATA[INFO Games: XOGO é plataforma de distribuição digital de games para PC]]></title>
<avatar>http://info.abril.com.br/v0/imagem/blogs/info-games-60x60.jpg</avatar>
<img_materia>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/info-games/files/2011/12/Captura-de-Tela-2011-12-05-Ã s-10.12.19-300x159.png</img_materia>
<assinatura>Lucas Patricio</assinatura>
<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 10:25:53 -0200</pubDate>
<link>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/info-games/entrevista/xogo-e-plataforma-de-distribuicao-digital-de-games-para-pc/</link>
<texto><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-10811" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/info-games/files/2011/12/Captura-de-Tela-2011-12-05-%C3%A0s-10.12.19.png" alt="" width="601" height="319" /></p>
<p>Distribuição digital é uma das saídas encontradas para quem quer jogar os principais lançamentos e não pode pagar muito por isso. Enquanto o mercado de consoles ainda tem resistência aos jogos completos por download ? pelo menos em seus lançamentos &#8211;, os jogadores de PC ganham novas formas de adquirir games a bons preços.</p>
<p>O Brasil ganhou uma nova opção de plataforma de distribuição digital de jogos: a XOGO Gaming Network, que aterrisa em território nacional com uma vasta opção de jogos e lançamentos a preços bastante convidativos.</p>
<p><span id="more-10801"></span></p>
<p>A <strong>INFO Games</strong> conversou com Claudio Campos, CEO da Xogo Gaming Network no Brasil, para entender melhor a proposta da plataforma e o plano de negócios para o Brasil.</p>
<p><strong>INFO: Quais os planos da XOGO para o Brasil? Qual modelo de negócios está sendo desenvolvido aqui?</strong><br />
Claudio: Nosso modelo é a venda de games por download ao consumidor final no Brasil e nossa missão é criar uma rede social de gamers em torno do maior catálogo possível de jogos para poder buscar sempre os maiores descontos e promoções para essa comunidade.</p>
<p><strong>Qual a origem do serviço?</strong><br />
A distribuição digital está no nosso DNA. Fomos fundadores da iMusica, o primeiro site de download legalizado no Brasil, ainda em 2000. De lá para cá os games se tornaram o maior fenômeno da indústria do entretenimento e vimos que este era o momento certo para trazer ao Brasil os grandes lançamentos em games para distribuição via download, em um site dedicado à este público. Sem contar que somos ambos jogadores de game inveterados.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-10821" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/info-games/files/2011/12/Captura-de-Tela-2011-12-05-%C3%A0s-10.13.30.png" alt="" width="601" height="242" /></p>
<p><strong>Quais empresas são parceiras na distribuição de conteúdo digital? Como são feito esses acordos?</strong><br />
Temos acordos de licenciamento com as principais desenvolvedoras de games do mundo para a venda de downloads no território brasileiro. Estamos sempre mantendo contatos e participando de feiras no exterior em busca de novos jogos interessantes para nosso serviço. Temos parceria, por exemplo, com a Electronic Arts, Activision, Ubisoft, Warner, Sega, Square-Enix, Capcom, Bethesda e Rockstar.</p>
<p><strong>Existe conteúdo localizado no Brasil?</strong><br />
Alguns publishers já estão disponibilizando jogos para download com menu, narração e legendas em português do Brasil, como no caso do lançamento Batman Arkham City.</p>
<p><strong>Quais as opções de pagamento?</strong><br />
Uma das grandes vantagens do XOGO é o pagamento com boleto bancário, transferência online e todos os cartões de crédito nacionais, com a segurança do sistema do Pagamento Digital Buscapé, com quem temos parceria. Nós não armazenamos nenhuma informação de cartão dos clientes.</p>
<p><img class="alignnone size-large wp-image-10831" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/info-games/files/2011/12/Captura-de-Tela-2011-12-05-%C3%A0s-10.12.55-1024x445.png" alt="" width="601" height="261" /></p>
<p><strong>Como funciona a segurança? Um jogador pode baixar quantas vezes quiser o mesmo jogo em diversas máquinas? </strong><br />
Vendemos os jogos com o DRM de escolha do publisher que nos licencia seu catálogo e as regras de utilização variam a cada caso. Por questões de segurança, existe sempre uma limitação de vezes em que um jogo pode ser ativado para uso individual do cliente, mas nada que o impeça de reinstalá-lo em condições normais de reformatação ou troca de computador.</p>
<p><strong>Investir em distribuição digital no Brasil vale a pena? A banda larga se restringe as capitais e temos um alto índice de pirataria em jogos para PC.</strong><br />
A penetração de banda larga em domicílios cresceu espantosamente nos últimos anos. Mesmo assim ainda leva menos tempo para baixar um jogo do que comprar um DVD pela internet e esperar a entrega física. E nossos downloads são baixados através de um aplicativo temporário que reinicia o download do mesmo ponto quantas vezes precisar.</p>
<p><strong>O mercado de jogos para PC ainda é relevante?</strong><br />
O mercado de jogos para PC tem crescido em todo o mundo em vendas e disponibilidade de grandes títulos e a distribuição digital é um grande vetor desta tendência. A velocidade dos gráficos em muitos PCs já é superior à dos consoles e alguns gêneros como MMO, estratégia e jogos de tiro são predominantemente jogados nesta plataforma, sem contar os jogos casuais e sociais. Uma das vantagens do download oficial para PC é a participação em partidas multiplayer de jogos como Call of Duty e Battlefield, cujo acesso é vedado a quem tenta rodar versões pirata.</p>
]]></texto>
<description><![CDATA[Distribuição digital é uma das saídas encontradas para quem quer jogar os principais lançamentos e não pode pagar muito por isso. Enquanto o mercado de consoles ainda tem resistência aos jogos completos por download ? pelo menos em seus lançamentos &#8211;, os jogadores de PC ganham novas formas de adquirir games a bons preços. O [...]]]></description>
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</item>

<item>
<title><![CDATA[Eu virtual: Internet Business Models - Parte 2]]></title>
<avatar>http://info.abril.com.br/blog/images/ricardo-murer60x60.png</avatar>
<img_materia>http://info.abril.com.br/noticias/rede/eu-virtual/files/2011/12/internet-business-2.jpg</img_materia>
<assinatura>Ricardo Murer</assinatura>
<pubDate>Sat, 03 Dec 2011 11:25:43 -0200</pubDate>
<link>http://info.abril.com.br/noticias/rede/eu-virtual/2011/12/03/internet-business-models-parte-2/</link>
<texto><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/rede/eu-virtual/files/2011/12/internet-business-2.jpg"><img src="http://info.abril.com.br/noticias/rede/eu-virtual/files/2011/12/internet-business-2.jpg" alt="" width="650" height="238" class="aligncenter size-full wp-image-1971" /></a></p>
<p>Os modelos de negócios que possuem alguma relação com a Internet foram categorizados por diversos autores de formas diferentes. A busca por uma taxonomia que explique e coloque dentro de uma certa lógica operacional cada um dos modelos é válida considerando o grau de inovação dos diversos negócios online. Para tanto devemos ir muito além do e-commerce e do business-to-business . Neste caso, Rappa (2005) nos apresenta um quadro bem mais detalhado dos diversos modelos, com nove categorias:</p>
<p>   1. Intermediários<br />
   2. Publicidade<br />
   3. Informacionais<br />
   4. Comerciais<br />
   5. Manufatura (Direto)<br />
   6. Afiliados<br />
   7. Comunidades ou sociais<br />
   8. Assinatura<br />
   9. Sob demanda</p>
<p>Cada uma das categorias contempla uma série de modelos. Uma breve explicação para o entendimento de cada um é necessária pois o objetivo deste trabalho é apresentar o impacto, benefícios e alterações que a colaboração e as redes sociais exercem sobre eles. </p>
<p>1. Intermediários<br />
Representados por websites que colocam compradores e vendedores frente a frente. Sites B2C ou B2B estão nesta categoria. Normalmente os proprietários destes websites recebem comissão pelas vendas.</p>
<p>2. Publicidade<br />
Neste modelo, semelhante ao utilizado pela TV ou pelo Rádio, um ?anunciante? veicula propaganda em espaços pré-determinados, fazendo uso de formatos padrão de mídia digital (ex. banners). Este modelo possui hoje uma variante, inaugurada pelo Google, o AdWords, onde o internauta pode, ele mesmo, ?comprando palavras? posicionar a campanha de seu website dentro dos espaços reservados para os anunciantes nos resultados de busca do Google.</p>
<p>3. Informacionais<br />
Uma das questões mais relevantes do universo digital é a existência de ferramentas capazes de identificar o perfil do cliente. Empresas especializadas em ?coletar? esses dados acabaram por criar um negócio valioso baseado no conhecimento sobre os hábitos dos internautas, permitindo que websites e portais possam segmentar campanhas e direcionar melhor a venda de produtos e serviços;</p>
<p>4. Comerciais<br />
São as lojas virtuais que vendem produtos (ex. Amazon ou Americanas no Brasil) e também as lojas que vendem produtos digitais (ex. iTunes da Apple, com a venda de músicas);</p>
<p>5. Manufatura (Direto)<br />
São empresas que comercializam seus produtos por meio de websites de sua propriedade somente. Caso da Dell com a venda de seus computadores ou de empresas de software que disponibilizam seus programas em seus websites para download, comercializando os mesmos por meio de licenciamento ou venda direta ao consumidor;</p>
<p>6. Afiliados<br />
Neste modelo, websites se juntam dentro de um programa que oferece incentivos (em termos de descontos ou ?cupons digitais?) para os internautas que efetuarem compras ou clicarem em anúncios. Este modelo também suporta um ?repasse? monetário, ou percentual do valor da venda de um produto, se além do internauta clicar no anúncio também comprar o produto.</p>
<p>7. Comunidades ou sociais<br />
As comunidades virtuais (hoje mais conhecidas como ?rede sociais?) sempre estiveram presentes na Internet. Antes mesmo da WWW de Tim Berners-Lee, a Usenet e os newsgroups já existiam, com milhares de internautas orbitando ao redor de seus temas de interesse, trocando mensagens e participando ativamente de discussões. As comunidades evoluíram com a adição de ferramentas de comunicação síncronas e assíncronas, a adição de recursos áudio visuais e a possibilidade de seu crescimento, em termos de conteúdo ser de responsabilidade dos próprios usuários. Apesar da popularidade das atuais comunidades (ex. Orkut, Facebook e Google +), seu maior desafio é definir um modelo de negócios sustentável, baseado na audiência e lealdade de seus usuários, isto sem afetar a privacidade e a gratuidade dos serviços prestados. </p>
<p>8. Assinatura<br />
Este é basicamente o modelo dos provedores de acesso a Internet, ou portais. Internautas precisam pagar uma mensalidade para ?entrar? na Internet e navegar. Este modelo também tem sido adotado por grupos de mídia tradicionais (grandes jornais e revistas) que ?cobram? dos internautas uma mensalidade para acesso a seu conteúdo restrito. </p>
<p>9. Sob demanda<br />
Em nosso dia-a-dia estamos acostumados a pagar por serviços na medida de nossa utilização. Por exemplo serviços de luz e água. O modelo sob demanda, tem por objetivo medir o quanto o internauta usa de determinado serviço, para cobrá-lo proporcionalmente. Ao contrário de uma mensalidade fixa e acesso ilimitado a Internet por exemplo, o internauta pagaria pela quantidade de horas que efetivamente ficou navegando. Este modelo pode ser interessante para serviços VOIP ou de aluguel virtual de filmes, normalmente variáveis, e dependente do perfil de cada internauta.</p>
<p>A ERA DA COLABORAÇÃO<br />
Vinton Cerf, que trabalhou na elaboração do protocolo base de toda Internet, o TCP/IP declarou: ?A Internet está baseada num modelo de camadas, fim-a-fim, que permite a cada pessoa, em cada nível da rede, inovar livremente sem qualquer controle central. Colocando inteligência nas extremidades ao contrário de colocá-la no centro da rede, a Internet tornou-se uma plataforma para inovação?. Esta capacidade de permitir inovação é algo inerente do meio digital, da Internet e representa seu maior diferencial em relação as demais tecnologias. Hoje, todo internauta tem capacidade computacional e informação à disposição. Um exemplo desta capacidade de distribuição de atividades e colaboração foi o projeto SETI@home lançado em maio de 1999. Projeto do Space Sciences Laboratory, da Universidade de Berkeley, na Califórnia, o SETI@home distribuiu livremente para qualquer internauta, um software que funcionava tanto com um screensaver como um programa em background, fazendo uso do processador do PC que não estava sendo utilizado. Este programa analisava partes de ondas de rádio, que o Laboratório havia capturado nas profundezas do espaço. Se os sinais seguissem um padrão, este talvez fosse indicativo de vida inteligente fora da Terra. Outra experiência de colaboração sem precedentes foi o desenvolvimento do sistema operacional LINUX, com seu código fonte aberto para comunidade de desenvolvedores, continua sendo aperfeiçoado até hoje, por meio de um processo participativo. Segundo Tapscott e Williams (2007) ?Essa nova participação atingiu o ápice no qual novas formas de colaboração em massa estão mudando a maneira como bens e serviços são inventados, produzidos, comercializados e distribuídos globalmente?. A questão é: Até que ponto a colaboração pode impactar os atuais modelos de negócios? Seria a colaboração capaz de inaugurar novos modelos? Uma primeira análise nos leva a evidência de que o processo de construção colaborativo, seja de conteúdo, produtos ou serviços já é uma realidade. Os atuais portais de  conteúdo de vídeo (ex. YouTube) devem todo seu conteúdo aos internautas, ou melhor, os prosumers, pois eles mesmos criam  e consomem seus vídeos, distribuindo o link dos mesmos dentro de sua rede de contatos, aumentando assim a audiência do portal. A colaboração também exerce hoje grande pressão sobre os modelos de negócios baseados exclusivamente na venda de produtos digitais sob leis de proteção de direitos autorais ou propriedade intelectual, em especial software, música e filmes. Cada vez mais estes produtos estão sendo transformados dentro da rede digital, isto é sua matriz original é alterada e repassada adiante e assim sucessivamente numa cadeia de transformações sem limite, sendo que ferramentas de desenvolvimento e processos colaborativos estão disponíveis livremente na Internet, o mesmo para edição de vídeo e áudio, facilitando este tipo de atividade. No mercado de software é cada vez mais comum encontrar empresas abrindo o código fonte de seus produtos e fornecendo ferramentas online para o desenvolvimento colaborativo do mesmo. O modelo destas companhias não está mais baseado na venda do software em si, mas dos serviços associados a ele. A questão da colaboração tornou-se prioritária para empresas, permitindo que funcionários compartilhem documentos, gerenciem projetos e troquem contatos por meio da Internet. As ferramentas para compartilhamento de informações e colaboração podem ser encontradas na Internet, gratuitas o não, a um click de distância. </p>
<p>NEGÓCIOS E REDES SOCIAIS<br />
Segundo Kim (2000): ?As comunidades são lugares onde pessoas ficam juntas. Na Internet, estes lugares assumem diversos ?formatos? diferentes, podendo ser fóruns de discussão, salas de batepapo, games multiplayers, websites e as comunidades virtuais?, genericamente: as redes sociais. Num primeiro momento, as redes sociais eram utilizadas basicamente para troca de informações mas o que temos hoje é completamente diferente. Uma rede social possui ferramentas que permitem a troca de informações em diversos níveis e formatos: hipertexto, vídeo, áudio, blogs, fotos e a comunicação por meio de chats ou e-mails. Neste momento, o Facebook é a rede social de maior visibilidade. Agências de publicidade e empresas de software já estão ?colocando dentro do Facebook? lojas virtuais e diversas outras aplicações de comércio eletrônico, algo que hoje está sendo chamado de ?social-commerce? ou ?comércio social?. Vender produtos e serviços dentro das redes sociais faz sentido, considerando o universo de referências e indicações de produtos que nós mesmos fazemos diariamente para nossos amigos.  As redes sociais entretanto ainda poderão representar a evolução do CRM (Customer Relationship Management) do futuro, considerando a atividade intensa de milhares de internautas que resolvem ?problemas? de seus amigos, os quais vão desde como fazer um ajuste de tela num tablet ou celular, até como consertar um computador. Evidentemente que a base de conhecimento sobre o perfil das pessoas que frequentam uma rede social representa seu maior e mais valioso ativo de negócios. São dados  não somente sóciodemográficos, mas também comportamentais e culturais. Para os websites baseados no modelo de venda direta, este conhecimento representa maiores chances de ofertar e vender o produto certo, no momento certo, para o cliente certo. Para os modelos de receita baseados em publicidade, as redes sociais representam a possibilidade de contextualizar e segmentar de forma muito mais precisa do que nos atuais portais, isto devido ao fato de que nas redes sociais o usuário necessariamente faz uma autenticação para iniciar suas interações com outros membros além do fato do estímulo natural que a rede exerce sobre o usuário para que este mantenha seu perfil sócio-demográfico e comportamental o mais próximo possível da realidade. Por outro lado, não será o modelo atual de baseado em banner + click through suficiente para agradar os membros das redes sociais, acostumados a ?interações? dentro de círculos fechados de amizades e parentesco. Este tipo ?frio? de propaganda deverá ser substituído por ?comunidades de produtos e serviços? com alto valor agregado, capazes de criar uma identidade e intimidade com os membros das redes, permitindo que estes sejam reais prosumers participando e configurando ativamente os produtos e serviços de acordo com suas preferências. </p>
<p>CONCLUSÃO<br />
Os efeitos da colaboração sobre o mercado de software são uma realidade, se observarmos os movimentos das grandes empresas do setor tais como Microsoft e IBM. A Microsoft, até então focada na plataforma Windows e no pacote Office, está sendo obrigada a revisar seu modelo de negócios e a investir pesadamente na Internet, em especial no seu comunicador instantâneo MSN. Uma tentativa de aquisição do YAHOO mostra o quanto o Google é visto como ameaça aos negócios da gigante de Seattle. A IBM por sua vez adotou o LINUX e tem cada vez mais  implementado práticas de trabalho colaborativo, além de investir em Java, a linguagem base de toda cultura do software livre. As redes sociais por sua vez ainda estão em seu início mas seu impacto em todos os modelos de negócios aqui apresentados é real e deverá sem dúvida nos próximos anos alterar significativamente o cenário dos negócios virtuais. Podemos visualizar um futuro ?social? onde a Internet será cada vez mais acessível, porém personalizada Aberta, porém restrita aos grupos de interesse de cada um, de acordo com suas relações pessoais do mundo real. Assim como andamos na rua e cruzamos com dezenas de pessoas mas só cumprimentamos conhecidos e entramos em prédios e locais que conhecemos ou temos interesse, assim será a Internet do futuro, um universo digital personalista, fluído e adaptável aos desejos e interesses de cada um.</p>
<p>REFERÊNCIAS<br />
CHESBROUGHT H. e ROSENBLOOM R., The Role of the Business Model in Capturing Value from Innovation: Evidence from Xerox Corporation&#8217;s Technology Spinoff Campanies , Harvard Business School Working Paper, 01-002. 2000.</p>
<p>FIGALO, C. Internet World Hosting Web Communities. John Wiley &amp; Sons, USA, 1998. </p>
<p>KHOO, D. e GOPAL, R.. Implications of the Internet on Print and Eletronic Media. The Journal of Development Communication. Number One Volume Seven, June 1996.</p>
<p>KIM, A. J. Community Building on the Web. Peachpit Press, Berkeley, California, 2000.</p>
<p>MCLUHAN, M. The Medium is the Massage. San Francisco, HardWired, 1996.</p>
<p>MCLUHAN, M. e LAPHAN, L.H. Understanding Media : The Extensions of Man. New York, MIT Press, 1994.</p>
<p>MCLUHAN, M.e POWERS, B. R. The Global Village: Transformations in World Life and Media in the 21st Century. New York, Oxford UnivPress, 1994.</p>
<p>NEGROPONTE, N. A vida digital. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.</p>
<p>OSTERWALDER, A. e PIGNEUR Y. An e-Business Model Ontology for Modeling e-Business , Proceedings of the Bled Electronic Commerce Conference 2002, Bled, Slovenia, 17-19 June 2002.</p>
<p>RAPPA, M. Business Models on the Web, 2005. acessível em http://digitalenterprise.org/models/models.html.</p>
<p>ROSENFELD, L. e MORVILLE P. Information Architecture for the World Wide Wed. O Reilly &amp; Associates Inc., Sebastopol, CA, 1998.</p>
<p>TAPSCOTT , D. e WILLIAMS, A.D. Wikinomics ? Como a Colaboração em Massa Pode Mudar o seu Negócio, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2007.</p>
<p>TREESE, W. G e STEWART L. C. Designing Systems for Internet Commerce. Massachusetts, Addison Wesley Longman, 1998.</p>
<p>WANG, C. e CHAN K. Analyzing the Taxonomy of Internet Business Models Using Graphs First Monday, volume 8, number 6 (June 2003), acessível em http://firstmonday.org/issues/issue8_6/wang/index.html</p>
]]></texto>
<description><![CDATA[Os modelos de negócios que possuem alguma relação com a Internet foram categorizados por diversos autores de formas diferentes. A busca por uma taxonomia que explique e coloque dentro de uma certa lógica operacional cada um dos modelos é válida considerando o grau de inovação dos diversos negócios online. Para tanto devemos ir muito além [...]]]></description>
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</item>

<item>
<title><![CDATA[Na linha do Google: O Ice Cream Sandwich está chegando]]></title>
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<img_materia>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2011/12/ice-cream-sandwich-300x216.jpg</img_materia>
<assinatura>Mauricio Moraes</assinatura>
<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 20:03:28 -0200</pubDate>
<link>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/android/o-ice-cream-sandwich-esta-chegando/</link>
<texto><![CDATA[
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<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2011/12/ice-cream-sandwich.jpg" rel="lightbox[201311]"><img class="alignnone size-full wp-image-201321" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/files/2011/12/ice-cream-sandwich.jpg" alt="" width="450" height="324" /></a></p>
<p>O Google começou a liberar o novo Android 4.0, Ice Cream Sandwich, para funcionários que têm smartphones Nexus S, da Samsung.</p>
<p><span id="more-201311"></span>Quem vazou a notícia foi Adel Saoud, desenvolvedor do Google, que postou a informação nesta sexta-feira (2) no Google+: &#8220;Acabo de receber a atualização para o meu Nexus S e está sensacional <img src='http://info.abril.com.br/noticias/blogs/nalinhadogoogle/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> &#8221;, escreveu. Ao perceber o deslize, deletou a mensagem pública. Mas era tarde. <a title="Post  de Adel Saoud - Google+" href="https://plus.google.com/117444156822272319577/posts/aiXLQVDRBj9" target="_blank"><strong>Outras pessoas já haviam visto e compartilhado o texto</strong></a>.</p>
<p>O Google enviou a atualização para os funcionários para que possam testá-la. Se correr tudo bem, o novo Android deve ser enviado para qualquer pessoa que tenha o Nexus S. Isso deve ocorrer em breve. É possível que a empresa espere pelo lançamento oficial do Galaxy Nexus nos Estados Unidos, previsto para ocorrer no início de dezembro.</p>
<p>O novo sistema traz um design muito mais bonito. A ideia foi produzir uma interface capaz de levar os usuários do Android a amarem o sistema, coisa que o iOS já consegue há tempos. De acordo com o próprio Google, pesquisas internas indicaram que as pessoas que têm Android o acham prático e funcional, mas dificilmente criam uma conexão emocional com o smartphone.</p>
]]></texto>
<description><![CDATA[O Google começou a liberar o novo Android 4.0, Ice Cream Sandwich, para funcionários que têm smartphones Nexus S, da Samsung. Quem vazou a notícia foi Adel Saoud, desenvolvedor do Google, que postou a informação nesta sexta-feira (2) no Google+: &#8220;Acabo de receber a atualização para o meu Nexus S e está sensacional &#8221;, escreveu. [...]]]></description>
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<item>
<title><![CDATA[Ctrl Z: Napster: uma morte lenta e dolorosa]]></title>
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<img_materia>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/ctrlz/files/2011/12/napster-dead-199x300.jpg</img_materia>
<assinatura>Juliano Barreto</assinatura>
<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 19:42:31 -0200</pubDate>
<link>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/ctrlz/blog-info-ctrlz/napster-morte/</link>
<texto><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/ctrlz/files/2011/12/napster-dead.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-138401" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/ctrlz/files/2011/12/napster-dead.jpg" alt="" width="333" height="500" /></a><br />
O anúncio da aposentadoria da marca Napster, feito nesta semana, encerrou de vez a trajetória brilhante de um software que revolucionou o modo como consumimos cultura. Como todo mundo já conhece o começo dessa história e também seu final, resgato aqui um momento decisivo da história do programa, que poderia ter mudado tudo.<span id="more-138391"></span></p>
<p>Em fevereiro de 2001, após ser obrigado pela Justiça americana a encerrar suas atividades,  deixando mais de 50 milhões de usuários na mão, o Napster viveu um momento de tudo ou nada. Na mesa estavam as esperanças de acordo com as grandes gravadoras, a possibilidade de vender a empresa para algum grupo e a remotíssima possibilidade de apelar da decisão judicial. Nenhuma delas, aconteceu como esperado.</p>
<p>Neste texto, publicado no site da INFO na época, dá para sentir como o Napster foi asfixiado pelas gravadoras. Até 2003, o serviço voltou em uma versão paga vendendo músicas, se sucederam dias de tensão e incerteza para quem era fã do programa.  E aqueles bons tempos nunca mais voltaram&#8230;</p>
<p><strong>Napster prepara-se para a ressurreição &#8211; por Sue Zeidler, da Reuters</strong></p>
<p>O final do Napster pode estar próximo, ao menos que a empresa faça alianças com as gravadoras que tentam tirá-lo do ar.</p>
<p>O popular serviço de compartilhamento de músicas, que foi obrigado por uma corte de apelação a encerrar o uso de milhões de usuários, precisa encontrar dinheiro para continuar mantendo a disputa legal ou realizar acordos com as grandes gravadoras se quiser sobreviver.</p>
<p>&#8220;O desafio para eles é tornarem-se legítimos e conseguir manter seu negócio&#8221;, disse Bill Burnham, diretor gerencial do Softbank Venture Capital.</p>
<p>Na segunda-feira, a Nona Corte de Apelação dos EUA sustentou a decisão da Corte Distrital de fechar o Napster, mas pediu à uma corte inferior que modificasse a decisão original. Uma injunção poderá ser apresentada nos próximos dias ou semanas.</p>
<p>O executivo-chefe do Napster, Hank Barry, disse que a empresa possui reservas financeiras para se manter e planeja continuar as discussões com as companhias da indústria fonográfica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quanto mais tempo o serviço do Napster ficar fechado, maior o risco de perder a lealdade dos fãs e a força da marca, disse Aram Sinnreich, analista da Jupiter Media Metrix.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;A decisão irá acelerar os acordos com as gravadoras, simplesmente porque o Napster não vai querer ficar muito tempo com o serviço fechado&#8221;, disse Sinnreich.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitos usuários, que já somam mais de 50 milhões, já estão procurando alternativas para conseguir suas músicas se o Napster for mesmo encerrado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pesquisa da Webnoize apontou que quase 91 milhões de músicas foram baixadas com o Napster logo após o anúncio da decisão, na segunda-feira, número menor que as 130 milhões do músicas baixadas no domingo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A indústria fonográfica sabe que para qualquer serviço de assinatura de música funcione bem ele precisa de aprovação de todas as gravadoras. Agora que a indústria fonográfica venceu a apelação na justiça, negociações de acordos irão se acelerar entre as empresas e o serviço que balançou o mundo da música.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Nenhuma outra gravadora fechou negócio com o Napster desde a Bertelsmann, e isso ocorreu talvez porque o modelo de negócio não era adequado às suas perspectivas e também porque eles procuravam uma forte opinião legal&#8221;, disse Cary Sherman, consultor geral da Associação da Indústria Fonográfica Americana (RIAA, na sigla em inglês), que representou as gravadoras contra o Napster.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por outro lado, Sinnreich disse que o momento é propício para o Napster relançar um serviço com assinatura. &#8220;O Napster pode oferecer às empresas taxas de royalties mais altas. Eu não ficaria surpreso se as próximas empresas a entrarem no negócio forem EMI ou Warner Music&#8221;, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas muitos executivos da indústria mantiveram-se céticos a respeito de acordos com o Napster, e disseram que esforços para lançar outros serviços de assinatura irão ganhar mais atenção.</p>
<p>&#8220;Há muitos impedimentos para o Napster relançar um serviço. Eles terão que pagar por violações anteriores, que seria parte do acordo, o que traz à tona a dúvida se o negócio seria mesmo sustentável&#8221;, disse um executivo da indústria fonográfica.</p>
<p><em>Foto de Jim Driscoll</em></p>
<p>PS.: Curioso para saber onde o criador do Napster está hoje em dia? <a title="Criador do Napster" href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/ctrlz/blog-info-ctrlz/napster/">Leia por onde anda Shawn Fanning</a><br />
PS2.:Quando o Napster saiu do ar, qual P2P você tentou usar? Me manda lá no <a href="http://www.twitter.com/jbarreto_info">@jbarreto_info</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></texto>
<description><![CDATA[O anúncio da aposentadoria da marca Napster, feito nesta semana, encerrou de vez a trajetória brilhante de um software que revolucionou o modo como consumimos cultura. Como todo mundo já conhece o começo dessa história e também seu final, resgato aqui um momento decisivo da história do programa, que poderia ter mudado tudo. Em fevereiro [...]]]></description>
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</item>

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<title><![CDATA[Planeta verde: Encontrado o maior inseto do mundo]]></title>
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<img_materia>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/planetaverde/files/2011/12/weta-294x300.jpg</img_materia>
<assinatura>Paula Rothman</assinatura>
<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 19:22:44 -0200</pubDate>
<link>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/planetaverde/biodiversidade/encontrado-o-maior-inseto-do-mundo/</link>
<texto><![CDATA[
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<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/planetaverde/files/2011/12/weta.jpg" rel="lightbox[2771]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2781" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/planetaverde/files/2011/12/weta.jpg" alt="" width="500" height="510" /></a></p>
<p>Ele pesa 71 gramas e é maior do que a palma da sua mão.</p>
<p>Com aparência assustadora ? mas modos bastante dóceis ? o Weta gigante da foto acima é o maior inseto do mundo.</p>
<p><span id="more-2771"></span></p>
<p>A foto está circulando hoje graças ao americano Mark Moffett, um amante de insetos que passou dois dias buscando o animal em uma ilha na Nova Zelândia. O país é o único no mundo onde vivem os Wetas ? há mais de 70 espécies dele, que são considerados, por seu peso, os maiores insetos do mundo. No entanto, a ilha Little Barrier é o único lugar em que se encontram os exemplares gigantes.</p>
<p>O motivo é o isolamento. ?Presos? na ilha e com menos predadores do que no continente, os insetos podem adquirir tamanhos maiores ao longo de cada geração ? um fenômeno conhecido como gigantismo. Nunca, no entanto, um animal com 71 gramas havia sido encontrado.</p>
<p>O bichinho , acostumado a comer plantas e outros insetos pequenos, foi alimentado com uma cenoura e depois deixado de volta em seu habitat.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></texto>
<description><![CDATA[Ele pesa 71 gramas e é maior do que a palma da sua mão. Com aparência assustadora ? mas modos bastante dóceis ? o Weta gigante da foto acima é o maior inseto do mundo. A foto está circulando hoje graças ao americano Mark Moffett, um amante de insetos que passou dois dias buscando o [...]]]></description>
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</item>

<item>
<title><![CDATA[Leg@l: V1C10]]></title>
<avatar>http://info.abril.com.br/blog/images/spencer60x60.jpg</avatar>
<img_materia>http://info.abril.com.br/noticias/rede/legal/files/2011/11/104897445-300x300.jpg</img_materia>
<assinatura>Spencer Toth Sydow</assinatura>
<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 14:40:51 -0200</pubDate>
<link>http://info.abril.com.br/noticias/rede/legal/cotidiano/v1c10/</link>
<texto><![CDATA[<p>Reportagem da Folha de São Paulo de hoje aponta que o crescimento no uso de emails e de celulares faz com que as jornadas de trabalho <a href="http://info.abril.com.br/noticias/rede/legal/files/2011/11/104897445.jpg"><img src="http://info.abril.com.br/noticias/rede/legal/files/2011/11/104897445-300x300.jpg" alt="iTrabalho" width="300" height="300" class="alignright size-medium wp-image-871" /></a>de trabalhadores em cargos de escritório sejam estendidas até o local de respouso (casa, hotéis, etc), chegando até mesmo a impactar nas férias do trabalhador.</p>
<p>É muito importante primeiramente que entendamos que o Direito do Trabalho considera a jornada de trabalho o período diário de até 8 horas e que a legislação permite que sejam acrescidas até duas horas suplementares a tal período, se houver acordo ou contrato coletivo de trabalho. Essas horas a mais recebem um acréscimo de 20% ou geram possibilidade de compensação, segundo o artigo 59 da tal CLT.</p>
<p>O que ocorre frequentemente é que nossa vida está cada dia mais indissociada da tecnologia. O mesmo aparelho que usamos como smartphone pessoal agrega função de receber comunicações do trabalho. Sendo assim, a verdade é que a cada dia nos tornamos mais ?encontráveis? e isso, para fins de trabalho em uma economia aquecida, é a fórmula perfeita para a perturbação nos momentos de lazer e descanso.</p>
<p>Mas a CLT apresenta claramente a ideia de que entre as jornadas de trabalho é necessário ao menos 11 horas consecutivas de descanso, além de ao menos um período de 24 horas ininterruptas de descanso também. </p>
<p>Trabalho aos domingos? Somente com autorização de autoridade competente!</p>
<p>Trabalho em feriados nacionais ou religiosos? Proibido!</p>
<p>Trabalho a noite? 20% de acréscimo na hora diurna!</p>
<p>E ai de quem descumprir porque a justiça aplica ao empregador uma BELÍSSIMA multa para que isso não ocorra novamente! (pare de rir ironicamente, por favor)</p>
<p>Um dos principais problemas é que quem mexe com tecnologia ou usa tecnologia como ferramenta complementar ao trabalho está SEMPRE naquilo que chamamos de DISPONIBILIDADE. </p>
<p>Se recebessemos por tais períodos, estaríamos 25% mais &#8220;ricos&#8221; (pus aspas). </p>
<p>Mas, posto que assim como ocorre comigo, raríssimas empresas respeitam o descanso de seus empregados e pouquissimas reconhecem que abusam de seus empregados em horários além das jornadas, o que ocorre são constantes explorações além do contratado, que deveriam gerar indenizações trabalhista gordas lá na frente. </p>
<p>As empresas e os empregadores usam de um discurso de ?você tem que fazer hora extra e estar disponível sempre se quiser se estabelecer e crescer no mercado? e nós, trouxas, acreditamos. A tecnologia mascara a disposnibilidade e o trabalho extra para locais de conforto e férias, sem que sejamos devidamente remunerados por isso. </p>
<p>Aliás, é com base nisso que muito propõe a lógico do trabalho em casa. Afinal, já se trabalha de todo o jeito de lá e o deslocamento até o local físico, muitas vezes, é meramente formal. Eu mesmo trabalhei numa universidade em que batia o ponto às 15 horas e trabalhava até às 23hs. Mas lá os computadores eram TÃO RUINS e o uso de impressoras TÃO BUROCRÁTICO, que eu escrevia tudo a mão, chegava em casa (depois das 23hs, claro) e ali sim começava a jornada para fazer o trabalho render&#8230;<br />
Quem não fica nada feliz com a tecnologia são as namoradas, noivos, maridos, esposas, companheiros, etc&#8230; </p>
<p>(Muitas vezes já pensei em batizar meu note com um nome feminino, visto que minha relação com ele muitas vezes supera a com minha namorada em tempo&#8230;.)</p>
<p>Pior do que isso: Trabalho vicia. Tecnologia vicia.</p>
<p>Pausa para um cafezinho?</p>
]]></texto>
<description><![CDATA[Reportagem da Folha de São Paulo de hoje aponta que o crescimento no uso de emails e de celulares faz com que as jornadas de trabalho de trabalhadores em cargos de escritório sejam estendidas até o local de respouso (casa, hotéis, etc), chegando até mesmo a impactar nas férias do trabalhador. É muito importante primeiramente [...]]]></description>
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</item>

<item>
<title><![CDATA[iPhone Dropes: Capa protege iPad de queda de 400 metros]]></title>
<avatar>http://info.abril.com.br/v1/imagem/blogs/avatar/victor.jpg</avatar>
<img_materia>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/iphonedropes/files/2011/11/ipad-drop_700x500-300x214.png</img_materia>
<assinatura>Victor Caputo</assinatura>
<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 13:25:31 -0200</pubDate>
<link>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/iphonedropes/ipad/capa-protege-ipad-de-queda-de-400-metros/</link>
<texto><![CDATA[
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<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=R4tsYqjJQ88"><img class="size-full wp-image-189061 aligncenter" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/iphonedropes/files/2011/11/ipad-drop_700x500.png" alt="" width="700" height="500" /></a></p>
<p>Depois do vídeo em que um <a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/gadgets/tablets/capa-faz-ipad-2-resistir-a-atropelamento/" target="_blank">iPad 2 é atropelado usando uma das capas G-Form e sai ileso</a>, agora o desafio ficou maior. Ou mais alto. Para mostrar a capacidade de absorção de choque das capas, a fabricantes pegou dois iPads e foi dar um passeio de avião. O resultado foi jogar os gadgets de uma altura de quase 400 metros, ou 1300 pés, em meio a um salto de paraquedas. O resultado está no vídeo que pode ser acessado clicando na imagem acima ou <a href="http://www.youtube.com/watch?v=R4tsYqjJQ88" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Os dois modelos das capas G-Form estão à venda por 89 dólares, no caso da Extreme Portfolio, que protege ele por completo, e por 59 dólares para a Extreme Sleeve, que deixa a tela desprotegida.</p>
]]></texto>
<description><![CDATA[Depois do vídeo em que um iPad 2 é atropelado usando uma das capas G-Form e sai ileso, agora o desafio ficou maior. Ou mais alto. Para mostrar a capacidade de absorção de choque das capas, a fabricantes pegou dois iPads e foi dar um passeio de avião. O resultado foi jogar os gadgets de [...]]]></description>
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</item>

<item>
<title><![CDATA[#OMG: Escritório de Patentes dos EUA homenageia Jobs]]></title>
<avatar>http://info.abril.com.br/v0/imagem/blogs/omg-60x60.jpg</avatar>
<img_materia>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/omg/files/2011/11/jobs-patents-300x164.jpg</img_materia>
<assinatura>Paula Rothman</assinatura>
<pubDate>Sun, 27 Nov 2011 15:18:30 -0200</pubDate>
<link>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/omg/apple/escritorio-de-patentes-dos-eua-homenageia-jobs/</link>
<texto><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/omg/files/2011/11/jobs-patents.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10131" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/omg/files/2011/11/jobs-patents.jpg" alt="" width="488" height="227" /></a></p>
<p>Um tributo à ?grande influência? de Steve Jobs foi organizado pelo United States Patent and Trademark Office (USPTO) ? o escritório de patentes Americano.</p>
<p>Com o nome de ?Arte e Tecnologia que Mudaram o Mundo?, a exibição gratuita traz mais de 300 patentes do executivo e da Apple organizadas em<br />
displays com a forma dos produtos da maçã.</p>
<p><span id="more-10121"></span></p>
<p>Aberta em 16 de novembro na sede da USTPO em Alexandria, na Virgínia, a exposição foi criada pela Invent Now, Inc, uma ONG dedicada a ?fomentar a invenção e a criatividade?.</p>
<p>A mostra fica aberta até 15 de janeiro.</p>
]]></texto>
<description><![CDATA[Um tributo à ?grande influência? de Steve Jobs foi organizado pelo United States Patent and Trademark Office (USPTO) ? o escritório de patentes Americano. Com o nome de ?Arte e Tecnologia que Mudaram o Mundo?, a exibição gratuita traz mais de 300 patentes do executivo e da Apple organizadas em displays com a forma dos [...]]]></description>
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</item>

<item>
<title><![CDATA[Baixa definição: Usuário detona novo Facebook no YouTube]]></title>
<avatar>http://info.abril.com.br/v0/imagem/blogs/baixa-definicao-60x60.jpg</avatar>
<img_materia></img_materia>
<assinatura>Vinicius Aguiari</assinatura>
<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 11:42:28 -0200</pubDate>
<link>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/baixadefinicao/youtube/usuario-detona-novo-facebook-no-youtube/</link>
<texto><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/baixadefinicao/youtube/usuario-detona-novo-facebook-no-youtube/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p><em>?Tem uma roleta lá do lado de cima, rolando. Se eu tenho 2 000 amigos e todo mundo atualizar ao mesmo tempo, f****!?</em></p>
<p>Nesta semana, o Facebook colocou no ar, para alguns usuários que ainda não haviam migrado, o novo formato de seu layout, que insere o Ticker e deixa mais limpo o news feed.</p>
<p>Como toda mudança implantada na rede social, o novo formato desagradou inicialmente os usuários (não se preocupem, depois vocês se acostumam). </p>
<p>Porém, alguns mais exaltados, como Nielson José, correram para o YouTube  para soltar os cachorros contra Mark Zuckerberg. Veja acima o resultado&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></texto>
<description><![CDATA[?Tem uma roleta lá do lado de cima, rolando. Se eu tenho 2 000 amigos e todo mundo atualizar ao mesmo tempo, f****!? Nesta semana, o Facebook colocou no ar, para alguns usuários que ainda não haviam migrado, o novo formato de seu layout, que insere o Ticker e deixa mais limpo o news feed. [...]]]></description>
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</item>

<item>
<title><![CDATA[Bit no carro: Chevrolet lança modelo Agile com conexão Wi-Fi]]></title>
<avatar>http://info.abril.com.br/v0/imagem/blogs/bit-no-carro-60x60.jpg</avatar>
<img_materia>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/bitnocarro/files/2011/11/Chevrolet-Agile-300x198.jpg</img_materia>
<assinatura>Monica Campi</assinatura>
<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 16:31:02 -0200</pubDate>
<link>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/bitnocarro/acessorios/chevrolet-lanca-modelo-agile-com-conexao-wi-fi/</link>
<texto><![CDATA[
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<p style="text-align: center"><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/bitnocarro/files/2011/11/Chevrolet-Agile.jpg" rel="lightbox[3861]"><img class="aligncenter size-full wp-image-3871" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/bitnocarro/files/2011/11/Chevrolet-Agile.jpg" alt="" width="650" height="431" /></a></p>
<p>A Chevrolet, em parceria com a TIM, irá lançar uma versão do carro Agile com rede Wi-Fi integrada.<span id="more-3861"></span></p>
<p>A parceria entre as duas empresas prevê o uso da internet grátis durante um ano. A TIM irá fornecer um kit (com roteador, carregador veicular e manual de instalação) que será entregue em até 20 dias após a compra do veículo.</p>
<p>Desta forma, qualquer passageiro que possua um dispositivo com rede Wi-Fi poderá utilizar o aparelho dentro do veículo. Este é o primeiro modelo de veículo brasileiro a trazer um sistema com internet embarcada.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/bitnocarro/files/2011/11/Agile_modem.jpg" rel="lightbox[3861]"><img class="aligncenter size-full wp-image-3881" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/bitnocarro/files/2011/11/Agile_modem.jpg" alt="" width="680" height="461" /></a></p>
<p>O modelo Agile Wi-Fi será fabricado em edição especial, com mil unidades, e será comercializado entre as mais de 600 revendedoras da marca no Brasil por R$ 43.635.</p>
]]></texto>
<description><![CDATA[A Chevrolet, em parceria com a TIM, irá lançar uma versão do carro Agile com rede Wi-Fi integrada. A parceria entre as duas empresas prevê o uso da internet grátis durante um ano. A TIM irá fornecer um kit (com roteador, carregador veicular e manual de instalação) que será entregue em até 20 dias após [...]]]></description>
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</item>

<item>
<title><![CDATA[Estação Windows: O WinPhone foi desbloqueado. Oficialmente]]></title>
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<img_materia>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/estacaowindows/files/2011/11/windows-phone-600-300x197.jpg</img_materia>
<assinatura>Carlos Machado</assinatura>
<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 20:16:09 -0200</pubDate>
<link>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/estacaowindows/estacao/o-winphone-foi-desbloqueado-oficialmente/</link>
<texto><![CDATA[
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<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/estacaowindows/files/2011/11/windows-phone-600.jpg" rel="lightbox[199531]"><img class="alignnone size-full wp-image-199541" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/estacaowindows/files/2011/11/windows-phone-600.jpg" alt="" width="600" height="395" /></a></p>
<p>A equipe ChevronWP7 anunciou na sexta-feira, 4/11, o lançamento do ChevronWP7 Labs, uma ferramenta que desbloqueia o Windows Phone, permitindo a instalação de aplicativos diretamente no aparelho, sem a intermediação da loja de aplicativos.</p>
<p> O mais importante da notícia é que esse desbloqueio tem o apoio da Microsoft.</p>
<p>Formada por três pesquisadores (Rafael Rivera, Chris Walsh e Long Zheng) que aparentemente não têm uma empresa constituída, a equipe ChevronWP7 anunciou em junho que desenvolveria a ferramenta lançada agora com o apoio da Microsoft.</p>
<p>O público-alvo do desbloqueador são os desenvolvedores de apps. Para eles, é muito mais prático instalar seus programas diretamente no aparelho durante o processo de desenvolvimento.</p>
<p>A ferramenta foi liberada pela primeira vez em novembro de 2010. Na época, o desbloqueador enganava o Windows Phone, fazendo-o acreditar que o aparelho era de um desenvolvedor registrado. A Microsoft fechou as portas à ferramenta. No entanto, dois dos membros da equipe, Rivera e Zheng, encontraram-se com representantes da empresa em janeiro deste ano.</p>
<p>Da conversa, eles concordaram em recolher o software e desenvolver outra versão, destinada a facilitar o desenvolvimento de apps. Como diz a equipe, ?O ChevronWP7 foi projetado para permitir que desenvolvedores hobbystas instalem, rodem e corrijam aplicações em seu Windows Phone pessoal. Você se loga no site com seu Windows Live ID, paga um valor pequeno e, pronto ? você está pronto para escrever e compartilhar programas feitos em casa?.</p>
<p>A ferramenta custa  9 dólares e está disponível no site da equipe ChevronWP: <a href="http://www.chevronwp7.com/">www.chevronwp7.com/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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<description><![CDATA[A equipe ChevronWP7 anunciou na sexta-feira, 4/11, o lançamento do ChevronWP7 Labs, uma ferramenta que desbloqueia o Windows Phone, permitindo a instalação de aplicativos diretamente no aparelho, sem a intermediação da loja de aplicativos.  O mais importante da notícia é que esse desbloqueio tem o apoio da Microsoft. Formada por três pesquisadores (Rafael Rivera, Chris [...]]]></description>
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</item>

<item>
<title><![CDATA[Geek List: 10 fantasias Geeks para o Halloween]]></title>
<avatar>http://info.abril.com.br/v0/imagem/blogs/geek-list-60x60.jpg</avatar>
<img_materia>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/files/2011/10/baby-yoda-270x300.jpg</img_materia>
<assinatura>Paula Rothman</assinatura>
<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 13:40:49 -0200</pubDate>
<link>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/curiosidades/10-fantasias-geeks-para-o-halloween/</link>
<texto><![CDATA[
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<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/files/2011/10/baby-yoda1.jpg" rel="lightbox[11561]"><img class="aligncenter size-full wp-image-11581" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/files/2011/10/baby-yoda1.jpg" alt="" width="342" height="379" /></a>Quer você comemore o Dia das Bruxas ou passe longe das fantasias neste 31/10, separamos uma seleção de 10 ideias geeks para Halloween (a foto acima ganhou destaque por ser apelativamente fofa e desbancar qualquer outra na nossa lista&#8230;) :</p>
<p><span id="more-11561"></span></p>
<p>1- Storm Troopers + Lego &#8211; porque uma referência nerd não é o bastante&#8230;</p>
<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/files/2011/10/fantasia-geek-1.jpg" rel="lightbox[11561]"><img class="aligncenter size-full wp-image-11591" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/files/2011/10/fantasia-geek-1.jpg" alt="" width="500" height="493" /></a></p>
<p>2- Fones de ouvido</p>
<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/files/2011/10/fantasia-geek-5.jpg" rel="lightbox[11561]"><img class="aligncenter size-full wp-image-11601" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/files/2011/10/fantasia-geek-5.jpg" alt="" width="500" height="376" /></a></p>
<p>3-Darth Vader mestre-cuca com a cabeça de Jar-Jar</p>
<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/files/2011/10/fantasia-geek-2.jpg" rel="lightbox[11561]"><img class="aligncenter size-full wp-image-11611" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/files/2011/10/fantasia-geek-2.jpg" alt="" width="500" height="667" /></a></p>
<p>4- Pac-Man<a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/files/2011/10/fantasia-geek-3.jpg" rel="lightbox[11561]"><img class="aligncenter size-full wp-image-11621" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/files/2011/10/fantasia-geek-3.jpg" alt="" width="500" height="667" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>5- Corpo ( a modelo Heidi Klum usou esta fantasia no final de semana. Irreconhecível, né?)</p>
<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/files/2011/10/fantasia-geek-91.jpg" rel="lightbox[11561]"><img class="aligncenter size-full wp-image-11641" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/files/2011/10/fantasia-geek-91.jpg" alt="" width="500" height="686" /></a><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/files/2011/10/fantasia-geek-9.jpg" rel="lightbox[11561]"><br />
</a>6- Angry Birds<a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/files/2011/10/fantasia-geek-4.jpg" rel="lightbox[11561]"><img class="aligncenter size-full wp-image-11651" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/files/2011/10/fantasia-geek-4.jpg" alt="" width="500" height="667" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>7- Cubo Mágico<a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/files/2011/10/fantasia-geek-7.jpg" rel="lightbox[11561]"><img class="aligncenter size-full wp-image-11661" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/files/2011/10/fantasia-geek-7.jpg" alt="" width="500" height="502" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>8-R2D2</p>
<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/files/2011/10/fantasia-geek-8.jpg" rel="lightbox[11561]"><img class="aligncenter size-full wp-image-11671" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/files/2011/10/fantasia-geek-8.jpg" alt="" width="500" height="751" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>9- Planta Carnívora do Super Mário<a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/files/2011/10/fantasia-geek-6.jpg" rel="lightbox[11561]"><img class="aligncenter size-full wp-image-11681" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/files/2011/10/fantasia-geek-6.jpg" alt="" width="500" height="700" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>10- Super Mário para cães<a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/files/2011/10/fantasia-geek-10.jpg" rel="lightbox[11561]"><img class="aligncenter size-full wp-image-11691" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/files/2011/10/fantasia-geek-10.jpg" alt="" width="500" height="550" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></texto>
<description><![CDATA[&#160; Quer você comemore o Dia das Bruxas ou passe longe das fantasias neste 31/10, separamos uma seleção de 10 ideias geeks para Halloween (a foto acima ganhou destaque por ser apelativamente fofa e desbancar qualquer outra na nossa lista&#8230;) : 1- Storm Troopers + Lego &#8211; porque uma referência nerd não é o bastante&#8230; [...]]]></description>
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</item>

<item>
<title><![CDATA[Blog da INFO: INFO é a primeira revista no Windows Phone]]></title>
<avatar>http://info.abril.com.br/v0/imagem/blogs/blog-da-info-60x60.jpg</avatar>
<img_materia>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/info/files/2011/10/INFO-Windows-Phone-1-300x200.jpg</img_materia>
<assinatura>Fabiano Candido</assinatura>
<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 19:21:50 -0200</pubDate>
<link>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/info/info-online/info-e-a-primeira-revista-no-windows-phone/</link>
<texto><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/info/files/2011/10/INFO-Windows-Phone-1.jpg" rel="lightbox[200021]"><img class="aligncenter size-full wp-image-200031" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/info/files/2011/10/INFO-Windows-Phone-1.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>A INFO é a primeira revista brasileira a oferecer um aplicativo para o novo Windows Phone. O anúncio foi feito nesta quinta-feira, durante o lançamento do HTC Ultimate, <a href="http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/htc-traz-primeiro-windows-phone-ao-brasil-20102011-30.shl" target="_blank">o primeiro celular com o sistema operacional para smartphones da Microsoft a chegar ao Brasi</a>l. <span id="more-200021"></span>Gratuito e fácil de usar, o app exige poucos cliques para mostrar na telinha do Windows Phone notícias, vídeos, blogs, dicas, fotos, podcasts e reviews de produtos testados no INFOlab.</p>
<p>Com ele, também é possível acompanhar em tempo real as notícias publicadas pela INFO em áreas como internet, tecnologia pessoal, TI, tecnologias verdes, ciências, mercado e carreira.</p>
<p>Uma área dedicada a reviews exibe as análises e testes feitos pelo INFOlab com produtos como placas de vídeo, notebooks, smartphones, TVs e GPS entre outros. São centenas de produtos testados em nosso laboratório com informações que ajudam na hora de escolher e comprar um gadget novo.</p>
<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/info/files/2011/10/INFO-Windows-Phone-3.jpg" rel="lightbox[200021]"><img class="aligncenter size-full wp-image-200061" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/info/files/2011/10/INFO-Windows-Phone-3.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>A seção Dicas oferece centenas de informações que explicam desde como configurar uma rede Wi-Fi em casa até como organizar músicas no celular.<br />
O app também exibe ainda os conteúdos dos blogs da INFO, como Gadgets, Download da Hora e Geek List, além das opiniões antenadas dos editores da INFO sobre tendências e inovações na área de tecnologia.</p>
<p>Vídeos, galerias de fotos e podcasts podem ser vistos direto no aplicativo e exibem os programas da TV INFO, como o noticiário INFO no AR e os reviews em vídeo do Zoom.</p>
]]></texto>
<description><![CDATA[A INFO é a primeira revista brasileira a oferecer um aplicativo para o novo Windows Phone. O anúncio foi feito nesta quinta-feira, durante o lançamento do HTC Ultimate, o primeiro celular com o sistema operacional para smartphones da Microsoft a chegar ao Brasil. Gratuito e fácil de usar, o app exige poucos cliques para mostrar [...]]]></description>
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</item>

<item>
<title><![CDATA[Startup In: Steve Jobs: O empreendedor que "Pensou Diferente"]]></title>
<avatar>http://info.abril.com.br/blog/images/alexandre-canatella60x60.png</avatar>
<img_materia>http://info.abril.com.br/noticias/rede/startup-in/files/2011/10/steve-jobs3-300x222.jpg</img_materia>
<assinatura>Alexandre Canatella</assinatura>
<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 12:32:06 -0300</pubDate>
<link>http://info.abril.com.br/noticias/rede/startup-in/empreendedorismo/steve-jobs/</link>
<texto><![CDATA[<div id="attachment_1661" class="wp-caption aligncenter" style="width: 566px"><a href="http://info.abril.com.br/noticias/rede/startup-in/files/2011/10/steve-jobs3.jpg"><img class="size-medium wp-image-1661" src="http://info.abril.com.br/noticias/rede/startup-in/files/2011/10/steve-jobs3-300x222.jpg" alt="" width="556" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Steve Jobs, 1955 - 2011</p></div>
<p>A cultura que <strong>Steve Jobs</strong> deixará à indústria de inovação é inestimável. Sem dúvida ele pensou e fez seus pares e consumidores pensarem diferente. Mas como empreendedor, Steve teve um outro componente: ele realizou diferente.</p>
<p>É definitivo e consenso que <em>?pensar fora da caixa?</em><span id="more-1491"></span> era nativo de sua forma de encontrar aderência de consumo dos produtos e serviços que idealizou ou ajudou a criar. Mas com um método de realização diferente, com alto nível de exigência de inovação, ele criou não só clássicos da tecnologia, mas também experiências vencedoras na aderência de consumidores, muito além dos macmaníacos que suportaram suas vendas iniciais com devoção.</p>
<p>Foi este salto que pôde tornar sua obra na <strong>Apple</strong> relevante para a indústria a ponto de conduzir a companhia ao status de maior empresa em valor de mercado no implacável balcão de ações da Nasdaq.</p>
<p><strong>Steve Jobs</strong> empreendeu sempre com uma inesgotável exigência de experiências únicas ao consumidor. E vimos este espírito de novo presente na<strong> Pixar</strong> a empresa que comprou da<strong> Lucasfilm</strong> de seu amigo <em>George Lucas</em> para redefinir a forma como as animações seriam criadas em 3D com <strong>Toy Story</strong>. Vendida para <strong>Disney</strong> em 2006 Steve pode emprestar sua visão para <strong>Disney Co</strong>. como membro do conselho e maior acionista individual da companhia, sustentando sem dúvida uma clássica companhia de mídia e entretenimento para caminhos de inovação que o gigante do entretenimento procurava. Tiveram um parceiro certo.</p>
<p>A cultura <em><strong>Steve Jobs</strong></em> que foi transformada em cultura <strong>Apple</strong> era dura na exigência, trazia uma aversão a pesquisa de conhecimento da opinião dos consumidores que sustentariam sua venda mais tarde, já que segundo Steve não poderiam opiniar sobre aquilo que precisam se os componentes de inovação são tão absolutamente únicos quanto a interfaces e design e mesmo se são necessários. As pessoas simplesmente poderiam reprovar seus protótipos sem darem chance a mágica da experiência<strong> Apple</strong>. Sua equipe frequentemente aplicava admiração ao executivo-chefe visionário paralelo ao um medo constante em desapontar as espectativas do chefe e receber sua ira conhecida nestas situações. Steve foi duro com quem pensou diferente com ele, mas foi possivelmente mais duro consigo, hábito dos perfecionistas.</p>
<p>Empreender um projeto, um produto? um serviço, um negócio é a obviedade que jamais caberia a Steve. Ele quis realizar uma obra. E sem dúvida uma obra incrível que misturou design, processo, marketing e tecnologias que encontrassem uma aderência de experiência única. Foi um persistente que entendeu os revés necessários para amadurecer. Soube ter humildade (diferente de ser humilde) quando estendeu o chapéu a sua histórica inimiga <strong>Microsoft</strong> que o salvou da falência comprando 40% da companhia de <strong>Cupertino</strong>.</p>
<p>Ele adicionou seu coração e intuição a arriscados movimentos de inovação que pudessem encontrar pessoas que tivessem realmente dispostas a pensar diferente.</p>
<p>Steve se rendeu a vida e experimentou como poucos ser um criador, respeitando a morte e sabendo que existem implacáveis finais de ciclos para criações e também para vida. Mas Steve sabia que por sua obra teria como ser eterno na história. Steve questionou tudo que faria como se fosse seu último dia. Para Steve este último dia chegou. Parece-me que o sentimento que continuaria a viver em sua obra foi resignação suficiente para seguir querendo através da inovação <strong><em>?ser diferente?</em></strong> até o final.</p>
<p>Não se trata de um final. Para Steve <strong><em>?pensar diferente?</em></strong> nunca acaba. Não há um fim. E ele continuará na insistência de uma infinidade de empreendedores que inspirou e que ainda sua eterna história possivelmente continuará a inspirar.</p>
]]></texto>
<description><![CDATA[A cultura que Steve Jobs deixará à indústria de inovação é inestimável. Sem dúvida ele pensou e fez seus pares e consumidores pensarem diferente. Mas como empreendedor, Steve teve um outro componente: ele realizou diferente. É definitivo e consenso que ?pensar fora da caixa? era nativo de sua forma de encontrar aderência de consumo dos [...]]]></description>
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<title><![CDATA[MundoTec: O movimento "Faça você mesmo"]]></title>
<avatar>http://info.abril.com.br/v0/imagem/blogs/augusto-camargo-60x60.png</avatar>
<img_materia>http://info.abril.com.br/noticias/rede/mundotec/files/2011/09/faca1.jpeg</img_materia>
<assinatura>Augusto Camargo</assinatura>
<pubDate>Tue, 06 Sep 2011 10:28:23 -0300</pubDate>
<link>http://info.abril.com.br/noticias/rede/mundotec/inovacao/o-movimento-%e2%80%9cfaca-voce-mesmo%e2%80%9d/</link>
<texto><![CDATA[<p>Nos EUA já faz um tempo que está na moda o movimento DIY (Do It Yourself) ou, em português, faça você mesmo. Você já tinha ouvido falar? Eu não conhecia até o começo de 2011, quando um amigo esteve no maior evento de DIY do mundo, a <a href="http://makerfaire.com/">Maker Faire</a>, na Califórnia.</p>
<p>Este movimento é tão grande, que uma revista de grande circulação, a Make Magazine, e Dale Dougherty, seu editor, deram um TED Talk sobre o tema:</p>
<p><a href="http://www.ted.com/talks/lang/eng/dale_dougherty_we_are_makers.html">Clique e assista o vídeo.</a></p>
<p>Aqui na Singularity aplicamos o conceito DIY para fazer o Spotter, o robô de telepresença sobre o qual falei no post <a href="http://info.abril.com.br/noticias/rede/mundotec/inovacao/aulas-de-robotica/">Aulas de Robótica</a>.</p>
<p>A cultura DIY está impactando várias áreas, entre elas a genética e a biologia sintética. Sim, está no início, mas no futuro você vai poder criar sua própria bactéria ou ainda sua própria rúcula já com gosto de bacon.</p>
<p>Um equipamento já deu a largada para esta corrida, o <a href="http://openpcr.org/what-is-openpcr/">OpenPCR</a>. PRC significa polymerase chain reaction, ou em linguagem de mortais: multiplicador de DNAs. O que este equipamento faz é pegar uma sequência de DNA e copiá-las muitas, muitas vezes. Por exemplo, em termos de horas, a partir de uma molécula de DNA este equipamento pode gerar 230 moléculas. </p>
<p>Na produção ou sequenciamento de DNAs, o PCR é a primeira principal fase de todo o processo. O OpenPCR é, na genética, o que alguns programas open source (software livre) são para TI.</p>
<p>O sequenciamento e síntese de DNA ainda são feitos com equipamentos pagos, porém veja abaixo o primeiro DIY PRC. Ele foi montado por nós aqui na Singularity e o kit foi comprado da OpenPCR.</p>
<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/rede/mundotec/files/2011/09/faca1.jpeg"><img src="http://info.abril.com.br/noticias/rede/mundotec/files/2011/09/faca1.jpeg" alt="" width="640" height="400" class="aligncenter size-full wp-image-3021" /></a></p>
<p>A cultura de DIY cobre muitas áreas, olha com o que eu dei de cara quando fui ao cinema em um domingo aqui:</p>
<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/rede/mundotec/files/2011/09/facaa2.jpg"><img src="http://info.abril.com.br/noticias/rede/mundotec/files/2011/09/facaa2.jpg" alt="" width="154" height="230" class="aligncenter size-full wp-image-3081" /></a></p>
<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/rede/mundotec/files/2011/09/facaa3.jpg"><img src="http://info.abril.com.br/noticias/rede/mundotec/files/2011/09/facaa3.jpg" alt="" width="336" height="231" class="aligncenter size-full wp-image-3091" /></a></p>
<p>Sim, uma pessoa DIYed (fez ela mesma) um triciclo movido a energia solar!</p>
<p>Eu já gostava de montar várias coisas, agora então!</p>
<p>Até mais. Agora vou montar mais uma parte do Spotter.</p>
]]></texto>
<description><![CDATA[Nos EUA já faz um tempo que está na moda o movimento DIY (Do It Yourself) ou, em português, faça você mesmo. Você já tinha ouvido falar? Eu não conhecia até o começo de 2011, quando um amigo esteve no maior evento de DIY do mundo, a Maker Faire, na Califórnia. Este movimento é tão [...]]]></description>
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</item>

<item>
<title><![CDATA[Trending Blog: Gênios são insubstituíveis]]></title>
<avatar>http://info.abril.com.br/v1/imagem/blogs/avatar/felipe.jpg</avatar>
<img_materia>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/files/2011/08/nasdaquinha-300x199.jpg</img_materia>
<assinatura>Felipe Zmoginski</assinatura>
<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 23:29:34 -0300</pubDate>
<link>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/apple/genios-sao-insubstituiveis/</link>
<texto><![CDATA[
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<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/files/2011/08/nasdaquinha.jpg" rel="lightbox[1021]"><img class="aligncenter size-full wp-image-1031" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/files/2011/08/nasdaquinha.jpg" alt="" width="600" height="398" /></a></p>
<p>Não é preciso ser adivinho para cravar que as ações da Apple vão derreter nesta quinta-feira, dia 25. Tim Cook é um executivo muito bem preparado e, cá entre nós, há tempos é ele quem toca o dia a dia da Apple.</p>
<p>Sob o comando informal de Tim, a Apple tornou-se a empresa de tecnologia mais valiosa do mundo e obtém resultados incríveis de vendas de iPhones e iPads. Quando o iPhone 5 for revelado, em setembro, milhões de consumidores que gastaram uma baba com o iPhone 4 correrão às lojas para comprar a novidade.</p>
<p>O mercado sabe disso e, mesmo assim, venderá ações da Apple amanhã, seguros de que a maçã não será a mesma sem Jobs. Simplesmente porque sabe que gênios não podem ser substituídos.</p>
]]></texto>
<description><![CDATA[Não é preciso ser adivinho para cravar que as ações da Apple vão derreter nesta quinta-feira, dia 25. Tim Cook é um executivo muito bem preparado e, cá entre nós, há tempos é ele quem toca o dia a dia da Apple. Sob o comando informal de Tim, a Apple tornou-se a empresa de tecnologia [...]]]></description>
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<title><![CDATA[INFO ao vivo: Segunda edição do info@trends acontece em setembro]]></title>
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<assinatura>Felipe Zmoginski</assinatura>
<pubDate>Tue, 31 May 2011 18:57:06 -0300</pubDate>
<link>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/infoaovivo/trends/segunda-edicao-do-infotrends-acontece-em-setembro-2/</link>
<texto><![CDATA[
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<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/infoaovivo/files/2011/05/trendinho.jpg" rel="lightbox[951]"><img class="aligncenter size-full wp-image-971" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/infoaovivo/files/2011/05/trendinho.jpg" alt="" width="600" height="325" /></a></p>
<p>O evento info@trends, que discute tendências em tecnologia e inovação, acontecerá em São Paulo nos dias 1º e 2º de setembro.<span id="more-951"></span></p>
<p>Esta será a segunda edição do evento, realizado pela INFO. Em 2010, o evento aconteceu em junho e reuniu nomes como Jimmy Wales, criador da Wikipedia, e Chris Anderson, editor-chefe da renomada publicação americana Wired,</p>
<p>Este ano, o evento que reunirá os nomes mais influentes da internet no Brasil e no mundo acontecerá no hotel Unique, em São Paulo.</p>
<p>A programação detalhada das atrações dos dias 1º e 2º de setembro será divulgada em breve.</p>
]]></texto>
<description><![CDATA[O evento info@trends, que discute tendências em tecnologia e inovação, acontecerá em São Paulo nos dias 1º e 2º de setembro. Esta será a segunda edição do evento, realizado pela INFO. Em 2010, o evento aconteceu em junho e reuniu nomes como Jimmy Wales, criador da Wikipedia, e Chris Anderson, editor-chefe da renomada publicação americana [...]]]></description>
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