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  <title>Na linha do Google - INFO</title>
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  <language>pt-br</language>
  <copyright>Copyright: (C) Editora Abril SA</copyright>
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	<title>Na linha do Google - INFO</title>
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<pubDate>
  Wed, 9 Sep 2009 19:53:06 -0300
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<title><![CDATA[Extensões do Chrome já ameaçam Firefox]]></title>
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        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>O sistema de extensões do Google Chrome está praticamente pronto. Falta muito pouco para o navegador ter a maior vantagem competitiva do seu rival, o Firefox.</p><p>Em <a title="Extensions Status: On the Runway, Getting Ready for Take-Off" href="http://blog.chromium.org/2009/09/extensions-status-on-runway-getting.html"><strong>post publicado nesta quarta-feira (9) no Chromium Blog</strong></a>, o engenheiro de software Aaron Boodman anunciou que todos os usuários da versão para desenvolvedores do browser (4.0.206.1) já podem instalar os complementos. Antes, era preciso adicionar a expressão <strong>--enable-extensions</strong> no final da área “Destino” do atalho do programa. Cada nova versão do navegador também provocava um pandemônio para quem se arriscava.</p><p>Agora, no entanto, o Google terminou de definir como os complementos devem funcionar. <a href="http://code.google.com/chrome/extensions/"><strong>Acabou de ser publicada toda a documentação</strong></a> que traz as instruções para programadores que quiserem criá-los. Falta finalizar a interface de gerenciamento – ela foi melhorada, mas ainda está meio crua. Por enquanto, a página só pode ser acessada por meio do endereço <strong>chrome://extensions</strong>. Também é necessário criar um diretório nos moldes do que existe para o Firefox.</p><p>Mesmo sem estar completo, o sistema do Chrome já tem estimulado a criação de dezenas de extensões. Alguns bons exemplos foram inclusive citados <a href="http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090710_listar.shtml?180308"><strong>em um post anterior aqui no blog</strong></a> (atenção: nesse meio-tempo, um ou outro deixou de funcionar). O site <a href="http://www.chromeplugins.org/"><strong>Chrome Plugins</strong></a> traz várias opções, algumas delas muito úteis.</p><p>É bem provável que a novidade faça com que muitos adeptos do Firefox o abandonem de vez. Afinal, tirando as extensões, o que é que o browser da raposa queimada (ou panda vermelho, para os íntimos) tem que o Chrome não tem? Quem quiser testar os complementos pode baixar <a title="Baixe o Google Chrome 4 no Downloads INFO" href="http://info.abril.com.br/downloads/google-chrome-4-beta"><strong>a versão 4 do Google Chrome no Downloads INFO</strong></a>.</p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
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<pubDate>
  Fri, 4 Sep 2009 19:56:17 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[4 atalhos para entrar no Google Wave]]></title>
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           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1252104769060_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>Faltam poucas semanas para começar o primeiro teste público do Google Wave, marcado para o dia 30. Já arrumou o seu convite? Eu já tenho o meu.</p><p>Foi no fim de julho que o Google me mandou o passaporte de entrada para o serviço, que promete dar uma chacoalhada na web. Não pense que eu tive qualquer tipo de privilégio em relação aos outros internautas. Tive que me empenhar e usei vários dos métodos abaixo para conseguir o meu passe-livre. Não adianta insistir, porque não conto qual foi o que deu certo – nem sob tortura. </p><p>Já aviso que nenhuma das dicas abaixo é garantia certa de sucesso. A chance pode ser mínima ou até mesmo nula. Mas é melhor tentar alguma coisa do que ficar sentado, esperando que um raio caia na sua cabeça. Vamos às opções:</p><p><a href="https://services.google.com/fb/forms/wavesignupfordev/"><strong>1) Peça um convite como desenvolvedor</strong></a> – O Google Wave está ainda em seus primeiros estágios. Por isso mesmo, o pessoal de Mountain View precisa do máximo de ajuda possível para testar o serviço. Eles também estão caçando programadores para desenvolver robôs, gadgets e outras extensões. Preencha os seus dados, diga que está pronto para bugs intermináveis e explique o que pretende criar. Depois, é só esperar, esperar, esperar. Quem sabe não dá certo?</p><p><a title="Sign up for Google Wave updates" href="https://services.google.com/fb/forms/wavesignup/"><strong>2) Peça um convite como um pobre mortal</strong></a> – Pessoas comuns também vão surfar no Wave. Isso ocorrerá a partir do dia 30 deste mês, quando o Google pretende distribuir 100 mil convites para o público interessado no serviço. Ninguém sabe ainda como isso será feito. Por isso, não custa nada gastar uns minutos preenchendo o formulário para obter informações. Como o Wave ainda tem muitos bugs, prontifique-se a informá-los 24 horas por dia.</p><p><a href="http://code.google.com/events/developerday/2009/"><strong>3) Inscreva-se em um Google Developer Day</strong></a> – É mamão com açúcar. Todas as pessoas inscritas na edição brasileira do evento – que ocorreu no fim de junho, em São Paulo – ganharam convites para o serviço, até mesmo as que não compareceram. Que tal participar dos próximos encontros? Eles vão ocorrer no início de novembro, em Praga (República Checa) e Moscou (Rússia). Dasvidaniya!</p><p><a title="Google Wave Community Events" href="http://googlewavedev.blogspot.com/2009/07/google-wave-community-events.html"><strong>4) Inscreva-se em um Google Wave Hackaton (ou similar)</strong></a> – Esses eventos não são patrocinados pelo Google, mas reúnem desenvolvedores e, às vezes, engenheiros de Mountain View. Quem sabe se, com o seu nome lá na lista, não há uma chance de sobrar um convite do Wave? Vai que os irmãos Lars e Jens Rasmussen, criadores do serviço, decidem dar uma força?</p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
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        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090904_listar.shtml?194035
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	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090903_listar.shtml?193781</guid>
		
<pubDate>
  Thu, 3 Sep 2009 20:47:46 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[O Google anda longe do Hemisfério Sul]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1252021567521_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>Sabe por onde se espalham os escritórios do Google na África, nas Américas Central e do Sul e na Oceania? Por apenas quatro países. </p><p>A presença de Mountain View é bem rarefeita no Hemisfério Sul. <a href="http://www.google.com/corporate/address.html"><strong>Na home page que mostra as informações corporativas da empresa</strong></a> estão listados nada menos do que 68 escritórios do Google em várias pelo mundo. As Américas do Sul e Central, a África e a Oceania são as regiões que têm menos unidades: elas ficam no Brasil, na Argentina, no Egito e na Austrália. O resto dos continentes é um deserto.</p><p>Nos Estados Unidos e na Europa, o número de escritórios ultrapassa a casa das duas dezenas em cada uma das áreas. É até compreensível, uma vez que ali está uma grande parte do tráfego mundial da web. Mas não dá para entender por que dois continentes e meio foram completamente deixados de lado. Será que tantos países em desenvolvimento são tão irrelevantes para a internet que não merecem centros de desenvolvimento de software com funcionários inovadores?</p><p>Pensando um pouco, dá para concluir que a origem dessa questão geográfica está, claro, no dinheiro. O Google não escolheu os lugares que precisam de mais engenheiros de software para evoluir. Selecionou os países onde acredita que pode lucrar mais. Para os outros, ficam apenas algumas ações pontuais do <a title="Google.org" href="http://www.google.org/"><strong>Google.org</strong></a>.</p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
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        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090903_listar.shtml?193781
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	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090828_listar.shtml?191946</guid>
		
<pubDate>
  Fri, 28 Aug 2009 16:05:26 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[O povo do Google toma chá de cogumelo]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1251486106473_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>Os funcionários do Google nos Estados Unidos andam tomando porres de chá de cogumelo asiático. É o maior sucesso lá no Googleplex. Muito doido.</p><p>A bebida que as mentes brilhantes de Mountain View adoram entornar é o chá de Camboja. Feito com cogumelos fermentados, sua adição ao menu foi uma ideia do chef Joseph Desmond, do café Oasis. No começo, o pessoal torceu o nariz e não queria nem experimentar. Depois, bem de mansinho, ele conseguiu convencer um aqui, outro ali. Foi o que bastou para que a iguaria se tornasse popular.</p><p>Parece mentira, mas quem conta a história é o próprio Desmond, em <a href="http://www.youtube.com/user/GoogleStudents"><strong>vídeo do canal GoogleStudents, no YouTube</strong></a> (assista abaixo). Lá, há vários outros depoimentos de funcionários de várias partes do mundo, que contam como é trabalhar em uma das principais empresas do planeta. Estudantes universitários também dizem como tem sido o estágio na companhia.</p><p>Além dos restaurantes com comidas das mais exóticas, os benefícios vão muito além e incluem até mesmo massagem. Há também desafios constantes e gente altamente capacitada. Para dar conta do recado, não basta ser esforçado e bem preparado: é preciso ter muita criatividade. Vai um chá de cogumelo aí?</p><p>Foto: <a title="Randy Son Of Robert/Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/randysonofrobert/2059577371/"><strong>Randy Son Of Robert/Flickr</strong></a></p><p /><p><embed src="http://www.youtube.com/v/Bly09BSd9fk&rel=0&color1=0xb1b1b1&color2=0xcfcfcf&feature=player_profilepage&fs=1" width="425" height="344" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></embed /></p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
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        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090828_listar.shtml?191946
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<item>
	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090820_listar.shtml?189871</guid>
		
<pubDate>
  Thu, 20 Aug 2009 14:51:25 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[O Google já sabe prever o futuro]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1250790548232_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>Os engenheiros do Google criaram um método que consegue prever metade das tendências de buscas com um ano de antecedência. Sinistro.</p><p>Em <a title="On predictability of search trends" href="http://googleresearch.blogspot.com/2009/08/on-predictability-of-search-trends.html"><strong>post no blog do Google Research</strong></a>, a empresa explicou que, ao se analisar um grande volume de pesquisas, é possível perceber que alguns padrões se repetem. Mas a maior novidade foram os dados revelados no texto, que mostram de leve o enorme poder que Larry Page, Sergey Brin e seus colaboradores têm nas mãos. A pesquisa foi desenvolvida por Yair Shimshoni, Niv Efron e Yossi Matias, do Google Labs de Israel.</p><p>De acordo com eles, as buscas de algumas áreas conseguem ser previstas com maior eficácia. Em Saúde, dá para conhecer antecipadamente 74% das pesquisas que serão feitas. Na área de Comidas e Bebidas, o acerto chega a 67%. Já em Viagem, o índice fica em 65%. E por aí vai: Compras (63%), Automóveis (58%), Financiamentos e Seguros (53%), Imóveis (50%), Telecomunicações (46%), Entretenimento (35%) e Redes Sociais (27%).  </p><p>Para chegar a esses números, eles usaram o serviço <a title="Google Insights for Search" href="http://www.google.com/insights/search/"><strong>Google Insights for Search</strong></a>, que acaba de ganhar uma versão em português. O sistema adotado foi o seguinte: os pesquisadores determinaram um ponto no passado (agosto de 2008). A partir daí, fizeram previsões de tendências para um ano no futuro (de agosto de 2008 a julho de 2009), com base no histórico das informações do banco de dados do Google (de janeiro de 2004 a julho de 2008). Depois, compararam esses resultados com as tendências de busca que realmente ocorreram ao longo do período.</p><p>A análise usou dados de cinco países, que resultaram em diferentes índices de previsibilidade. O maior ficou com a Alemanha (56%), enquanto o menor foi registrado no Brasil (46%). No meio do bolo aparecem Estados Unidos (54%), Reino Unido (51%) e França (47%). Um tanto quanto assustador. Quem quiser pode brincar de <a href="http://www.maedinah.com.br/"><strong>Mãe Dináh</strong></a> no <a title="Google Insights for Search" href="http://www.google.com/insights/search/"><strong>Google Insights for Search</strong></a>, que agora prevê algumas buscas.</p><p>Estudos como esse (leia o paper abaixo) mostram que o Google sabe muito bem o que se passa na cabeça das pessoas. Com isso, pode programar sua atuação com antecedência. A empresa pode anunciar, sem medo de errar feio, serviços que as pessoas desejam – ou então exibir publicidade que os internautas querem ver em uma determinada época do ano. Está explicado porque eles continuam nadando em dinheiro.</p><p><em>Foto: </em><a title="seanmcgrath/Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/mcgraths/3248483447/"><em>seanmcgrath/Flickr</em></a></p><p /><p><a title="View Google Trends Predictability on Scribd" href="http://www.scribd.com/doc/18940034/Google-Trends-Predictability" style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;">Google Trends Predictability</a> <object codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0" id="doc_704943776849193" name="doc_704943776849193" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" align="middle"	height="500" width="100%" >		<param name="movie"	value="http://d.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=18940034&access_key=key-l1zw2u10jslsysgl215&page=1&version=1&viewMode="> 		<param name="quality" value="high"> 		<param name="play" value="true">		<param name="loop" value="true"> 		<param name="scale" value="showall">		<param name="wmode" value="opaque"> 		<param name="devicefont" value="false">		<param name="bgcolor" value="#ffffff"> 		<param name="menu" value="true">		<param name="allowFullScreen" value="true"> 		<param name="allowScriptAccess" value="always"> 		<param name="salign" value="">    				<embed src="http://d.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=18940034&access_key=key-l1zw2u10jslsysgl215&page=1&version=1&viewMode=" quality="high" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" play="true" loop="true" scale="showall" wmode="opaque" devicefont="false" bgcolor="#ffffff" name="doc_704943776849193_object" menu="true" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" salign="" type="application/x-shockwave-flash" align="middle"  height="500" width="100%"></embed>	</object>	]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
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        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090820_listar.shtml?189871
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	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090818_listar.shtml?189482</guid>
		
<pubDate>
  Tue, 18 Aug 2009 22:28:39 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[Google Drive pode estar a caminho]]></title>
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	<texto_materia><![CDATA[<p>Com a estreia da sincronia de favoritos no Chrome 4.0.201.1, o Google dá indícios de que seu sistema de armazenamento de arquivos na nuvem vai sair do papel.</p><p>Muito já se falou sobre o Google Drive, mas até hoje o serviço continua um mistério. Referências já foram encontradas <a title="Pronto para guardar toda sua vida na nuvem?" href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/012009/30012009-12.shl"><strong>escondidas no código do Google Pack</strong></a> e <a title="Google pode estrear disco virtual em 2009" href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/012009/20012009-31.shl"><strong>em um menu do Picasa para Mac</strong></a>, em janeiro. Depois disso, a empresa começou a sofrer com seguidas panes nos seus aplicativos online e ninguém mais mencionou o assunto. Com tantos bugs em sequência, certamente nem mesmo um maluco toparia deixar sua vida em bits armazenada na nuvem de Mountain View.</p><p>O tempo passou, os serviços voltaram a ficar mais estáveis e veio o anúncio de que será lançado o Google Chrome OS. Ao mesmo tempo, o pessoal do Google Docs avisou que está preparando uma série de mudanças, principalmente na interface. De uma hora pra outra, o atalho que listava os PDFs armazenados teve o nome mudado para “Files”. Estranho, não? Nesta terça-feira (18), quem optou por sincronizar os favoritos do Google Chrome descobriu que eles ficam guardados em uma pasta dentro do Google Docs.</p><p>É pura especulação, mas faz todo sentido pensar que o Google Docs está se transformando lentamente no Google Drive. Com o lançamento do Chrome OS, será importante oferecer uma opção de armazenamento virtual para quem quiser guardar os arquivos na nuvem. É mais um jeito de prender os internautas aos seus produtos. Quanto mais gente aderir, melhor para os anúncios de Mountain View. </p><p>A dúvida que fica é a seguinte: você terá coragem de guardar todos os seus arquivos nas mãos do Google?</p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
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        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090818_listar.shtml?189482
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<pubDate>
  Fri, 14 Aug 2009 20:37:20 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[Google ignora consumidores no Reclame Aqui]]></title>
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        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>Teve problema com algum dos serviços do Google? Deixe o seu protesto no site Reclame Aqui e bola pra frente. Eles não vão responder. Não vão mesmo.</p><p>Até a tarde desta sexta-feira (14), o site já havia recebido 310 reclamações relacionadas à empresa, que se dividiam em 251 para o <a title="Google Brasil no Reclame Aqui" href="http://www.reclameaqui.com.br/indices/8986/google-brasil-inc"><strong>cadastro Google Brasil</strong></a> (desde 31 de outubro de 2007) e 59 para o <a href="http://www.reclameaqui.com.br/indices/7614/google-adwords"><strong>cadastro Google Adwords</strong></a> (desde 7 de novembro de 2005). </p><p>Desse total, apenas 17 – isso mesmo, pessoal, dezessete – foram respondidas. Sobraram 293, que ficarão pairando na internet até que o dia em que Larry Page e Sergey Brin (ou, quem sabe, Eric Schmidt ou Marissa Mayer) aprenderem a falar português.</p><p>O maior número de protestos está relacionado, claro, ao orkut. Usuários da rede social mais popular do país reclamam de terem tido a conta excluída, de fakes, de roubos de perfil, de tentativas mal-sucedidas de exclusão, do desaparecimento de tópicos das comunidades... </p><p>Problemas desse tipo ocorrem mesmo, e causam transtornos imensos para quem foi afetado. Mas, para praticamente todos esses internautas, o Google não deu sequer uma resposta – uma obrigação para qualquer empresa.</p><p>Em parte das 17 reclamações atendidas, a empresa optou por explicações genéricas, do tipo “acesse o fórum de ajuda do orkut”. Em pouquíssimas delas houve uma preocupação maior em explicar como resolver o impasse. Desse jeito, fica difícil saber por quanto tempo vai durar a percepção de que o Google é &quot;cool&quot;.</p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
	<link>
        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090814_listar.shtml?188832
        </link>
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<item>
	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090813_listar.shtml?188438</guid>
		
<pubDate>
  Thu, 13 Aug 2009 12:37:57 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[Google quer destruir o Facebook]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1250177673089_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>O Google decidiu partir pra cima do Facebook, a rede social mais popular do planeta. A batalha começou na quarta-feira (12), com os gadgets sociais do iGoogle.</p><p>O pessoal de Mountain View sabe que corre um risco tremendo. Com mais de 250 milhões de usuários, o site criado por Mark Zuckerberg cresce no planeta a um ritmo alucinante – embora ainda esbarre no orkut no Brasil e na Índia. Isso significa que cada vez mais internautas navegam pelas páginas da rede social e clicam em seus anúncios. Quanto mais tempo ficam lá dentro, menos cliques nos links patrocinados do Google.</p><p>De acordo com <a title="Facebook tem mais audiência que Wikipedia" href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/facebook-tem-mais-audiencia-que-wikipedia-05082009-3.shl "><strong>dados de junho da comScore</strong></a>, o Facebook já é o quarto site mais visitado do mundo. Fica atrás apenas das páginas do Google (1º), da Microsoft (2º) e Yahoo! (3º). Não resta outra alternativa a Larry Page e Sergey Brin do que deter esse avanço. Para isso, a solução encontrada passa por fazer a audiência crescer. Se as pessoas querem comunicar-se socialmente pela web, por que não facilitar isso ao máximo?</p><p>Nesse ponto entram <a title="I scream, you scream, we all scream for iGoogle social!" href="http://googleblog.blogspot.com/2009/08/i-scream-you-scream-we-all-scream-for.html"><strong>os gadgets sociais do iGoogle</strong></a>, que estão disponíveis, por enquanto, para internautas australianos e norte-americanos. <a title="Gadgets sociais do iGoogle" href="http://www.google.com/intl/en_us/help/ig/landing/index.html"><strong>Criados com a plataforma Open Social</strong></a>, eles podem ser compartilhados com os contatos cadastrados no grupo  “Friends” do Gmail. </p><p>O usuário pode ver as atualizações dos amigos, como vídeos que eles assistiram recentemente no YouTube. Também consegue deixar comentários genéricos sobre o que está sentindo ou pensando e pode até mesmo disputar partidas de xadrez online. Se quiser, consegue também bater papo com eles pelo Gtalk.</p><p>Joguinhos online, facilidade de compartilhamento de links interessantes, espaço para dizer o que está pensando... O que isso lembra? O Facebook, claro. Num golpe de mestre, o Google transformou todos os donos de uma conta dos seus serviços em membros de uma rede social planetária. A guerra deve se intensificar nos próximos meses.</p>
<p>
<p>
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/D4AXFZWZ6nI&color1=0xb1b1b1&color2=0xcfcfcf&hl=en&feature=player_embedded&fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/D4AXFZWZ6nI&color1=0xb1b1b1&color2=0xcfcfcf&hl=en&feature=player_embedded&fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"></embed></object>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
	<link>
        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090813_listar.shtml?188438
        </link>
</item>
     
<item>
	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090812_listar.shtml?188212</guid>
		
<pubDate>
  Wed, 12 Aug 2009 14:19:19 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[Teste o Google Caffeine em português]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1250097488043_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>Com um pequeno truque, é possível saber como a nova arquitetura de buscas do Google, o Caffeine, reage a pesquisas feitas em português.</p><p>A dica foi dada na terça-feira (11) pelos próprios engenheiros de software Sitaram Iyer e Matt Cutts, em uma atualização <a title="Help test some next-generation infrastructure" href="http://googlewebmastercentral.blogspot.com/2009/08/help-test-some-next-generation.html"><strong>no post do Official Google Webmaster Central Blog</strong></a>. Para experimentar a versão regionalizada, basta incluir os códigos do idioma e do país na URL da página de acesso ao Sandbox. No caso do Google Brasil, o endereço será o seguinte:</p><p><a title="Google Brasil - Caffeine Sandbox" href="http://www2.sandbox.google.com/webhp?hl=pt&gl=br"><strong>http://www2.sandbox.google.com/webhp?hl=pt&amp;gl=br</strong></a></p><p>Pelo desespero em pedir feedback dos usuários antes de realizar a migração definitivamente para a nova infraestrutura (o que nunca havia acontecido), o Google mostra claramente que está com medo do Bing. Tudo indica que a equipe de Mountain View sentiu-se pressionada a reagir, e rápido, ao novo buscador da Microsoft. E acharam melhor fazer isso antes que se concretizasse a fagocitose da equipe de buscas do finado Yahoo!, contrariando, em parte, a <a title="Yahoo! (1994-2009)" href="http://info.abril.uol.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090804_listar.shtml?186769"><strong>análise feita na semana passada por este blog</strong></a> (é, amigos, vocês tinham razão). </p><p>O maior exemplo foi o fato de Matt Cutts ter dito que o Caffeine não tinha nada a ver com o fato “de uma empresa X ou Y ter feito Z”. Isso mostra que todos em Mountain View estão com a idéia fixa de manter a liderança. Nada mais natural. O Bing não tem ainda a menor relevância fora dos Estados Unidos. Por isso, é importante para o Google atingir um nível de desempenho excepcional em múltiplos idiomas.</p><p>Embora não dê para perceber mudanças muito grandes, dá para notar que as buscas no Caffeine estão mais rápidas e que termos gerais acumulam um volume maior de resultados. Há um sensível destaque para pesquisas em tempo real, dando maior relevância a notícias recentes, por exemplo, sobre um determinado tema. Ainda é cedo, no entanto, para perceber o impacto que essa mudança vai trazer.</p><p><em>Foto: </em><a title="Foto: limaoscarjuliet/Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/limaoscarjuliet/2132290060/"><em>limaoscarjuliet/Flickr</em></a></p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
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        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090812_listar.shtml?188212
        </link>
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<item>
	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090810_listar.shtml?187808</guid>
		
<pubDate>
  Mon, 10 Aug 2009 17:58:57 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[Por que o Facebook não vai superar o orkut]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1249937872966_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>A visita de Mark Zuckerberg, criador do Facebook, ao Brasil teve o objetivo de chamar atenção para a rede social, pouco usada no país. Isso ameaça o orkut?</p><p>Nem de longe. E Zuckerberg sabe disso. Apesar de todos os seus problemas, o serviço do Google tem mais de 35 milhões de usuários brasileiros. Quase todo mundo que navega pela web em terras tupiniquins tem um perfil (real ou fake) lá dentro, o que dificulta o sucesso de outro serviço semelhante. É o mesmo desafio que o Facebook, com seus 250 milhões de usuários no mundo, impõe, lá fora, aos seus adversários. Atingida a massa crítica, as pessoas aderem por osmose: como seus amigos e familiares estão lá dentro, então você entra também.</p><p>A euforia de outros tempos foi-se embora, mas o orkut parece ter atingido uma invejável estabilidade. Uma pesquisa no Google Insights for Search, que exibe as tendências mais fortes em buscas ao longo do tempo – no mundo ou em um país específico –, <a title="Google Insights for Search: buscas sobre orkut, Facebook e Twitter no Brasil" href="http://www.google.com/insights/search/#q=orkut%2Ctwitter%2Cfacebook&geo=BR&date=1%2F2007%2032m&cmpt=q"><strong>mostra que a rede continua em um bom momento</strong></a>. O interesse por Twitter e o Facebook cresceu por aqui desde janeiro, mas não o suficiente para fazer cócegas no rival. Até aí, tudo bem. Por que, então, o Facebook, que está ganhando força, não vai alcançar o serviço do Google?</p><p>Simples como água com açúcar. O orkut explodiu mesmo até dezembro de 2007, quando todo mundo podia fuçar o perfil alheio. Depois disso, buscas relacionadas à rede social, embora registrem altos e baixos, permanecem estáveis. O que houve? Foram adotadas as primeiras medidas para garantir a privacidade, resultado da pressão do Ministério Público. Com isso, a rede social começou a virar uma cópia do Facebook. Não demorou muito para que viessem os aplicativos OpenSocial, os álbuns de fotos com restrições de acesso... </p><p>Hoje, para os brasileiros, a única diferença entre o Facebook e o orkut são os joguinhos de “você-é-alguma-coisa”. Esses miniaplicativos é que vêm atraindo usuários daqui para a rede. Poucas pessoas compartilham fotos lá dentro ou entram em acaloradas discussões nos grupos: preferem o orkut para isso. Se o orkut já é o Facebook, pra que mudar? Não há motivo.</p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
	<link>
        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090810_listar.shtml?187808
        </link>
</item>
     
<item>
	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090807_listar.shtml?187494</guid>
		
<pubDate>
  Fri, 7 Aug 2009 19:18:46 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[O Google é seu amigo? Ou é do mal?]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1249683508750_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>O Google é uma porcaria? Segundo o Google Suggest, esta é uma das buscas feitas por brasileiros. É possível espiar muito mais nos arquivos do Big Brother.</p><p>Para descobrir algumas das pesquisas mais comuns, basta entrar no site do <a href="www.google.com.br"><strong>Google Brasil</strong></a> e começar a digitar um termo, com o cuidado de não dar “Enter”. Dependendo do que for escrito, o resultado é no mínimo surpreendente – e, muitas vezes, engraçado. Escreva o google é e vão aparecer quatro sugestões: “o google é do mal” (deus nos ajude), “o google é deus” (vem aí uma nova seita religiosa), “o google é seu amigo” (será que ele empresta um dinheiro?) e “o google é uma porcaria” (quanto ódio, pessoal).</p><p>E se digitarmos apenas google é? Virão dez opções, com destaque para “google é da microsoft” (como é que é?), “google é a internet” (e o bing, é o quê?) e “google é condenado” (será que vai pra cadeira elétrica?). Vale a pena tentar outra variação. Tecle apenas o google. Também surgem dez resultados, incluindo “o google chrome é bom” (dúvida pertinente), “o google vai dominar o mundo” (essa é batida), “o google installer encontrou um problema e precisa ser fechado” (#fail), “o google chrome travou” (#fail) e “o google das muambas” (olha o Android, olha o Android, olha o Android, dona Maria!). </p><p>Ao escrever o google não, são duas as sugestões: “o google não abre” (se não abre, como é que pesquisaram isso lá?) e “o google não quer que você veja isso aqui” (é a mais pura verdade). Existem repostas até mesmo para os serviços da empresa, como o Gmail. Digite gmail é e verá “gmail é grátis”, “gmail é .com ou .com.br”. “gmail é bom” e “gmail é seguro”, entre outros.</p><p>Se vale para o Google, vale para tudo. Digite sarney é e você verá “sarney é eleito presidente do senado” (isso todo mundo já sabia) e “sarney é satanista” (Nomopadrofilhospritossantamêin!). Faça o teste também e diga o que você descobriu. Não demore. Assim que o Google ler esse post, muitas das buscas acima vão sumir.</p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
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        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090807_listar.shtml?187494
        </link>
</item>
     
<item>
	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090804_listar.shtml?186769</guid>
		
<pubDate>
  Tue, 4 Aug 2009 18:02:30 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[Yahoo! (1994-2009)]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1249419729781_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>O acordo da Microsoft com o Yahoo! marca o fim de um dos buscadores mais populares do planeta. O Google só tem motivos para comemorar.</p><p>Há muito tempo, em uma web muito, muito distante, o Yahoo! viveu os seus dias de glória mundial. Era uma época em que o número de sites podia ser contado na casa dos milhares. Nada mais natural, então, do que distribuí-los em uma lista estilo “páginas amarelas”, com subdivisões por tema/assunto. Foi um grande sucesso, que alavancou a ferramenta e incentivou o desenvolvimento de uma série de produtos pela empresa. De buscador, o Yahoo! tornou-se um portal.</p><p>Mas aí a web cresceu e o serviço tornou-se irrelevante, assim como outros da época. Ao mesmo tempo, surgiu o Google com seu algoritmo macumbeiro. O Yahoo! ficou perdido. No meio do desespero, decidiu fechar um acordo para usar o motor de buscas do Google, em meados do ano 2000. A brincadeira durou nada menos do que três anos e meio, quando a parceria foi interrompida, no início de 2004. Por mais que adquirisse empresas ou tecnologias de pesquisa, o Yahoo! nunca mais conseguiu recuperar  a importância que já teve nessa área.</p><p>Claro que a companhia ainda tem vários trunfos. Seu webmail é o mais usado no planeta. Seu programa de mensagens instantâneas tem uma multidão de usuários, que podem inclusive se comunicar com a rede do MSN. Delicious e Flickr são mais do que respeitados: têm público cativo. Mas e as buscas? Quando uma empresa perde a alma (ou a vende para outra), nada mais importa..</p><p>O Bing vai abocanhar uma parcela das buscas, mas o Google vai ganhar muito mais. Com dois competidores nos calcanhares, Sergey Brin e Larry Page teriam maus bocados pela frente. Agora, é só enfrentar um novo adversário, que ainda está longe de ter representatividade mundial e pertence à Microsoft, vista por milhões como uma “empresa do mal”. Vai ser fácil, muito fácil, continuar na liderança.</p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
	<link>
        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090804_listar.shtml?186769
        </link>
</item>
     
<item>
	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090803_listar.shtml?186530</guid>
		
<pubDate>
  Mon, 3 Aug 2009 18:23:21 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[Vêm aí os temas do Google Chrome]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1249334528510_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>Depois de atualizar o Google Chrome para a versão 3.0.196.2, descobri um fato inusitado: o navegador está prestes a ganhar uma galeria de temas.</p><p>O suporte a diferentes tipos de skins já era esperado. Nos últimos meses, vários desenvolvedores têm criado novas caras para o browser, mas sempre de maneira extra-oficial. Recentemente, a área de Opções do Chrome passou a exibir o botão “Reset to default theme”, o que já era um indicativo do que estava por vir. Agora, no entanto, há um outro botão bem ao lado, que diz “Get themes”. Um clique leva para o endereço <a href="https://tools.google.com/chrome/intl/en/themes/index.html"><strong>https://tools.google.com/chrome/intl/en/themes/index.html</strong></a>. Por enquanto, dá erro 404.</p><p>Acabei encontrando outro indício, no entanto, completamente por acaso. Depois de fazer a atualização do Chrome, decidi excluir todo o histórico. E aí veio a surpresa. A página inicial do browser, criada pelo Google, mostra uma seleção dos sites mais visitados. Mas, quando não há nada armazenado, são exibidas agora duas miniaturas: uma do site do próprio navegador e outra com uma pequena imagem da futura galeria de temas – a foto que ilustra este post.</p><p>A aposta em personalização – com foco, no entanto, nas extensões – foi um dos diferenciais que alavancaram o Firefox. Os temas podem contribuir muito para o crescimento do Chrome, que está em um ritmo bem acelerado de desenvolvimento. Algumas <a title="1,2,3...14 extensões para o Google Chrome" href="http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090710_listar.shtml"><strong>extensões já estão começando a aparecer também</strong></a>. </p><p>Com o anúncio do Google Chrome OS, não é de surpreender que o browser venha recebendo tamanha atenção de Mountain View. As campanhas publicitárias para estimular a sua instalação continuam a poluir uma infinidade de sites, sejam eles de serviços do próprio Google ou não. Os fãs da raposa-panda-que-pegou-fogo que se cuidem.</p><p>Voltada para desenvolvedores, a versão 3.0.196.2 é mais instável que a beta e cheia de bugs. O suporte a extensões foi literalmente implodido. É só habilitá-lo para que o browser trave e feche a cada tentativa de abri-lo. Por isso, os mais ansiosos devem esperar as panes serem resolvidas se quiserem experimentar os temas ou os complementos.</p><p><em>Atualização (05/08): Na noite de terça-feira (4), os temas já entraram no ar. Por enquanto, há 28 opções (além do skin que já vem como padrão no navegador). Recomendo os seguintes: Brushed, Desktop, Glossy Blue, Gradient, Late Night e Minimal.</em></p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
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        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090803_listar.shtml?186530
        </link>
</item>
     
<item>
	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090731_listar.shtml?186104</guid>
		
<pubDate>
  Fri, 31 Jul 2009 18:58:49 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[Onde estão os surfistas do Google Wave?]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1249077472973_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>Passada a empolgação inicial, muitos dos desenvolvedores brasileiros que ganharam convites para o Google Wave pararam de usá-lo. O que aconteceu?</p><p>O desinteresse pode ser notado por uma busca rápida no Twitter. Enquanto semanas atrás só apareciam brasileiros empolgados com o serviço, agora dificilmente os nossos conterrâneos falam qualquer coisa sobre o “e-mail do futuro”. Há inclusive quem tenha escrito que o Google Wave perdeu a graça. Em compensação, ondas e mais ondas de programadores de diferentes países inundam a web com comentários – principalmente elogiosos – assim que recebem os seus convites de acesso.</p><p>O calcanhar-de-aquiles, nesse primeiro momento, pode ser a enorme restrição que pesa sobre o Google Wave Developer Sandbox. Como a ferramenta ainda está em fase pré-alfa, não dá para soltar milhões de convites por aí. Os bugs e panes estão menos frequentes, mas nada garante que a maré não vire de repente. Se ninguém pode bater papo com os amigos que não estão lá dentro (e nem mesmo convidá-los), o silêncio é uma consequência natural.</p><p>Mas há também um outro porém. Conversas com punhados de pessoas viram uma verdadeira baderna no Wave. Se alguém começa a responder no meio da mensagem, e há centenas de intervenções, perde-se o controle. Quem vai ter paciência de ler tudo, item por item, para entender o contexto do que está acontecendo? Talvez seja necessário deixar o autor de um wave definir o modo como a troca de mensagens fluirá.</p><p>Mesmo com os seus altos e baixos, o serviço tem dois meses cruciais pela frente. Quando começarem as distribuições de convites públicos, no fim de setembro, os erros deverão estar resolvidos e as funções pendentes, implementadas. E aí poderemos saber até que ponto os internautas vão continuar a surfar nessas ondas. Todos estão com as pranchas a postos, ansiosos para começar.</p><p>Foto: <a title="mikebaird/Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/mikebaird/2058765024/">mikebaird/Flickr</a></p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
	<link>
        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090731_listar.shtml?186104
        </link>
</item>
     
<item>
	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090728_listar.shtml?185232</guid>
		
<pubDate>
  Tue, 28 Jul 2009 22:35:23 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[Google e o mistério da filha de Bill Gates]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1248831042536_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>De tempos em tempos, fotos que seriam da filha mais velha de Bill Gates têm ressurgido na web. Será que as imagens são dela? O Google diz que sim. Está errado.</p><p>O nome da herdeira do império Windows é Jennifer Katharine Gates. Ela nasceu em 1996 e tem 13 anos, o que dá um certo tom de pedofilia na história toda. As imagens da bela garota <a href="http://www.technoworldinc.com/techno-images/jennifer-katharine-gates-pictures-would-u-like-to-date-her-t64720.0.html"><strong>circulam em fóruns</strong></a> ou blogs e sempre vêm acompanhadas de algum comentário do tipo “Eu namoraria, mas o problema é que moro longe” ou “Nossa, com essa idade ela parece uma mulher. Não é mais adolescente” e também o muito sutil “I want to love her so much”.</p><p>Crimes à parte (<a title="CQC #61 - CQC investiga Pedofilia na Internet parte 1" href="http://www.youtube.com/watch?v=mUOTdC_if1s"><strong>ferro neles, Polícia Federal</strong></a>), o fato é que uma busca no Google por “Jennifer Katharine Gates” mostra uma seleção idêntica de fotos da menina e uma outra imagem dela, ainda bebê, no colo do pai. <a title="Jennifer Katharine Gates no Google Images" href="http://images.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=jennifer+katharine+gates&um=1&ie=UTF-8&ei=oKNvSvvRIYfblAfP7ay-BQ&sa=X&oi=image_result_group&ct=title&resnum=1"><strong>O problema fica maior ainda no Google Images</strong></a>, que confirma se tratar da adolescente. Com isso, o buscador mais famoso do mundo ajuda a perpetuar uma mentira. Não, ela não é a filha de Gates. General Protection Fault para o Google (foi uma licença poética, puristas).</p><p>O que redime (apenas em parte) o pessoal de Mountain View é que, quem for atrás de mais informações sobre a história <a title="Jennifer Katharine Gates Photograph" href="http://vinothkumarm.blogspot.com/2009/04/jennifer-katharine-gates-photograph.html"><strong>acabará descobrindo a verdade</strong></a>. A mulher que está na imagem é uma atriz de 29 anos chamada <a title="Rachael Lee Cook" href="http://www.imdb.com/name/nm0000337/"><strong>Rachael Lee Cook</strong></a>. Ela começou a carreira como modelo, aos 10 anos, e tem uma vasta carreira no cinema. Ao que parece, não esteve ainda em nenhum grande sucesso de bilheteria. Fim de papo.</p><p>É importante notar que, se muitos sites reproduzirem uma mentira, como no caso aqui discutido, ela vira verdade no Google. Quantos internautas vão ficar com a pulga atrás da orelha e pesquisar a fundo a história? Poucos. Há, por isso, um potencial enorme no buscador para destruir reputações ou causar danos morais. </p><p>O algoritmo parece não conseguir dar conta de boatos, mentiras e falsas acusações. É bom que os engenheiros contratados a peso de ouro por Larry Page e Sergey Brin comecem a pensar seriamente sobre o problema. E nem venham me dizer que o Google não tem nada com isso – se for assim, os jornalistas que erraram no caso Escola Base também são inocentes.</p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
	<link>
        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090728_listar.shtml?185232
        </link>
</item>
     
<item>
	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090725_listar.shtml?184134</guid>
		
<pubDate>
  Sat, 25 Jul 2009 00:29:56 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[Santo iGoogle, Batman!]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1248492341040_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>Para aproveitar o frenesi em torno da convenção de HQs Comic-Con, o Google lançou uma coleção de temas de quadrinhos para o serviço iGoogle.</p><p>Ao todo, são <a title="Quadrinhos no iGoogle" href="http://www.google.com/ig/directory?type=themes&cat=comics"><strong>50 opções</strong></a>, que incluem desde super-heróis famosos, como Batman, Homem de Ferro, Hulk e o falecido Capitão América (em fase de ressurreição), até personagens consagrados, como Dilbert, Garfield, Popeye e Snoopy. Há também quadrinhos cult, como os da editora Vertigo. Na quinta-feira (23) – dia de abertura do evento –, usuários americanos puderam ver um doodle comemorativo quando entravam no Google.com (a imagem acima).</p><p>Foi mais uma tentativa da empresa de impulsionar o iGoogle – e de faturar um bocado de dinheiro com isso. Ao permitir a criação de uma página personalizada e atraente (que muita gente acaba adotando como o endereço de entrada do navegador), o Google lança o canto da sereia nos internautas logo de cara. Afinal, a caixa de buscas está ali, dizendo: “Venha... Pesquise... Pesquise... Pesquise...” </p><p>Buscas geram resultados (óbvio) e em torno deles estão os anúncios que garantem a comida das crianças dos funcionários e executivos de Mountain View (mais do que óbvio). Além de personagens dos quadrinhos, o iGoogle também oferece temas para quem gosta de <a title="Games no iGoogle" href="http://www.google.com/ig/directory?hl=en&type=themes&cat=games"><strong>games</strong></a>, <a href="http://www.google.com/help/ig/art/gallery.html"><strong>artes plásticas, moda, música</strong></a> (Celine Dion?) ou <a title="Fotos sobre a natureza no iGoogle" href="http://www.google.com/ig/directory?type=themes&cat=naturecampaign"><strong>fotografias sobre natureza</strong></a>. Até <a title="Ativismo no iGoogle" href="http://www.google.com/ig/directory?hl=en&type=themes&dpos=themes&cat=causes"><strong>ONGs</strong></a> foram contempladas. </p><p>Quanto maior a variedade, mais fácil para atrair adeptos para o serviço e engordar a conta bancária. Santa esperteza, Batman!</p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
	<link>
        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090725_listar.shtml?184134
        </link>
</item>
     
<item>
	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090722_listar.shtml?183288</guid>
		
<pubDate>
  Wed, 22 Jul 2009 16:00:50 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[Houston, o Google tem o código da Apollo 11]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1248289216545_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>Parte dos segredos do projeto Apollo 11 está disponível no Google Code. São trechos do código-fonte usado nos computadores dos módulos lunar e de comando.</p><p>Só pode ser coisa de lunáticos – no bom sentido, claro. A iniciativa faz parte do <a href="http://www.ibiblio.org/apollo/"><strong>Virtual AGC</strong></a> – sigla em inglês para Virtual Apollo Guidance Computer –, que oferece gratuitamente, via web, um emulador muito parecido com o que rodava em todas as célebres espaçonaves americanas do projeto Apollo. O software está disponível para <a title="Download do Virtual AGC" href="http://www.ibiblio.org/apollo/download.html#InstallBinary"><strong>download para Windows, Mac e Linux no site oficial</strong></a>.</p><p>Para comemorar os 40 anos da chegada do homem à Lua, <a href="http://googlecode.blogspot.com/2009/07/apollo-11-missions-40th-anniversary-one.html"><strong>o blog do Google Code</strong></a> trouxe links para três trechos do código usado pelos módulos da Apollo 11: </p><p>1. <a href="http://code.google.com/p/virtualagc/source/browse/trunk/Comanche055/CM_BODY_ATTITUDE.s?r=258"><strong>CM_BODY_ATTITUDE.s </strong></a></p><p>2. <a href="http://code.google.com/p/virtualagc/source/browse/trunk/Luminary099/LUNAR_LANDING_GUIDANCE_EQUATIONS.s?r=258"><strong>LUNAR_LANDING_GUIDANCE_EQUATIONS.s</strong></a></p><p>3. <a href="http://code.google.com/p/virtualagc/source/browse/trunk/FP8/FP8.s?r=258"><strong>FP8.s</strong></a></p><p>Aqueles que conseguirem encontrar um bug ganham uma viagem para Marte (é brincadeira, pessoal). Quem cuida do Virtual AGC é o Massachusetts Institute of Technology (MIT), com autorização da Nasa. No site, há até mesmo um vídeo do emulador em operação. O mais engraçado é que ele roda em um Palm Centro (veja abaixo). </p><p>Será que, depois disso, a empresa de Larry Page e Sergey Brin vai querer dominar a Lua também? </p><p><embed src="http://www.youtube.com/v/hyhI85Rd1kI&color1=0xb1b1b1&color2=0xcfcfcf&hl=en&feature=player_embedded&fs=1" width="425" height="344" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></p><p><em>Foto: </em><a title="Apollo Guidance Computer" href="http://en.wikipedia.org/wiki/File:Dsky.jpg"><em><strong>Wikipedia</strong></em></a></p></embed />]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
	<link>
        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090722_listar.shtml?183288
        </link>
</item>
     
<item>
	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090720_listar.shtml?182701</guid>
		
<pubDate>
  Mon, 20 Jul 2009 19:55:43 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[Quem aí tentou invadir o meu Gmail?]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1248130460256_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>Tarde de domingo e chega um torpedo no meu celular. Era o Grande Irmão – ops! – o Google, para avisar que alguém havia tentado acessar minha conta do Gmail.</p><p>Pensei na hora que a fanfarronice pudesse ter sido cometida por um dos leitores que vivem deixando comentários raivosos aqui no blog. Mas aí me lembrei de que são pessoas civilizadas, incapazes de fazer qualquer maldade. Teria sido então obra de um bot, de um spammer, de um adolescente? Difícil de saber. Talvez alguém tenha apenas se enganado na hora de digitar o login do Gmail e, sem perceber o erro, solicitou a recuperação da senha.</p><p>O mais inusitado de toda a história foi o aviso por SMS enviado pela empresa de Larry Page e Sergey Brin. Desde o início do mês, todos os <a title="Tip: recover your password via text" href="http://gmailblog.blogspot.com/2009/07/tip-recover-your-password-via-text.html"><strong>internautas com contas do Google podem cadastrar o número do celular como uma das formas de recuperar a senha</strong></a>. Basta ir ao site <a title="Google Accounts" href="http://www.google.com/accounts"><strong>www.google.com/accounts</strong></a>, fazer o login e selecionar “Change password recovery options”. Em seguida, no campo SMS, é só selecionar “Brazil” e incluir o número do aparelho (com DDD, sem o zero e também sem o código internacional).</p><p>Fiz o procedimento na semana passada, mas nem dei bola. Imaginei que só fosse precisar disso numa emergência, uma vez que o torpedo inclui um código que ajuda na recuperação da conta. Mas o sistema acaba também servindo como um alerta em tempo real sempre que alguém indevidamente solicitar a senha da sua conta do Google. </p><p>E então? Quem foi o engraçadinho?</p><p><em>Foto: subcircle/Flickr</em></p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
	<link>
        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090720_listar.shtml?182701
        </link>
</item>
     
<item>
	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090717_listar.shtml?182215</guid>
		
<pubDate>
  Fri, 17 Jul 2009 17:59:27 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[Fique milionário com o Google Promotions]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1247864023608_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>Quem quer dinheirooo? Rá-raeee! É o Google Promotions! 100 mil? 200 mil? 300 mil? 400 mil? Não! São 500 mil libras, limpinhas – só pra você!</p><p>A promoção já tem o seu primeiro vencedor: Juliano Barreto, editor da INFO e CEO do blog <a title="Resenha em 6" href="http://resenhaem6.blogspot.com/"><strong>Resenha em 6</strong></a>! Isso mesmo, pessoal! Ele faturou a bufunfa, equivalente a cerca de R$ 1,5 milhão pela cotação atual. É muito mais do que o Big Brother Brasil. Muito mais do que ganhará o vencedor de A Fazenda! Quando disseram que o Google tinha como lema “Don’t be evil”, estavam falando sério.</p><p>Juliano recebeu a surpreendente notícia na Caixa de Entrada da sua conta no Gmail – você pode ver a prova na imagem abaixo. O título já surpreende: “Alerta de sucesso... (Parabéns)”. Qualquer um se sentiria honrado. E aí, segue a explicação de tudo: </p><p>“Seu e-mail foi o vencedor de 500 mil libras em nossa promoção do Google. Os detalhes são os seguintes” <em>– trecho suprimido por mostrar apenas números e mais números.</em> “Entre em contato com o sr. Grahams Benfield, para mais detalhes, pelo e-mail abaixo.”</p><p>É uma pena que o sr. Benfield não exista. E que tudo não tenha passado de um spam, que conseguiu furar o filtro do Gmail sem fazer muita força. <a href="http://www.google.com/support/forum/p/gmail/thread?tid=587efcd6c435470b&hl=en"><strong>Muita gente pode ter caído no golpe</strong></a> e mandado uma mensagem para o nosso amigo da fictícia Google Promotions. A alguns internautas foi prometida a quantia de 850 mil libras!</p><p>O &quot;prêmio&quot; que essas pessoas receberam de fato deve ter sido uma avalanche de mensagens de propaganda, ou coisa muito pior. Por que será que o e-mail não foi barrado? Será que é só botar o nome do Google no remetente e não incluir links externos no corpo da mensagem para driblar o antispam? Que mistério... A internet tem dessas coisas.</p><p><em>Foto do início do post: austinevan/Flickr</em></p><br /><img src="http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/googlepromotions.jpg" /><br />]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
	<link>
        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090717_listar.shtml?182215
        </link>
</item>
     
<item>
	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090715_listar.shtml?181566</guid>
		
<pubDate>
  Wed, 15 Jul 2009 20:42:04 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[Chrome OS mira Windows e atinge Ubuntu]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1247701116358_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>Ninguém sabe se o Google Chrome OS vai conseguir desbancar o Windows. O sistema operacional, no entanto, tem tudo para prejudicar o Ubuntu.</p><p>Um dos primeiros a levantar o alerta foi o jornalista <a title="No, thanks, Google - we've got Ubuntu" href="http://www.zdnet.com.au/insight/software/soa/No-thanks-Google-we-ve-got-Ubuntu/0,139023769,339297306,00.htm"><strong>Renai LeMay, da ZDNET Australia</strong></a>. LeMay destacou que o Linux sofre há décadas com a fragmentação. É a mais pura verdade. <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Linux_distributions"><strong>Centenas de distribuições</strong></a> surgiram, cresceram e morreram, e uma parte do trabalho de um monte de desenvolvedores se perdeu no meio desse processo. Se desde o início todo o esforço tivesse sido concentrado em um algumas versões, o resultado seria outro – e talvez houvesse um sistema operacional livre muito mais avançado hoje.</p><p>O fato é que, nos últimos anos, o Ubuntu começou a despontar como a distribuição mais popular do mundo do pinguim. Tornou-se o mascote da comunidade do software livre, e seu desenvolvimento tem unido esforços antes dispersos. O que vai acontecer com a chegada do Chrome OS? O sistema do Google vai dividir de novo a comunidade do software livre, e o efeito “cool” de Mountain View pode atrair multidões de programadores.</p><p>A Canonical, que mantém o Ubuntu, não tem nem de longe o mesmo volume de recursos que estão depositados nos cofres de Larry Page e Sergey Brin. No quesito “marketing”, a derrota é certa. Outro problema virá <a title="HP e Lenovo já desenvolvem para Chrome OS" href="http://info.abril.com.br/noticias/mercado/hp-e-lenovo-ja-desenvolvem-para-chrome-os-10072009-10.shl"><strong>da relação com os fabricantes de hardware</strong></a>, que já começam a embarcar desesperadamente na canoa do Google. É certo que eles vão priorizar Mountain View. Será que o Ubuntu aguentará o tranco? Vai ser difícil. Ficarão apenas os voluntários realmente engajados.</p><p>Difícil entender por que o Google, que se diz uma empresa boazinha, não se dedicou exclusivamente a melhorar a distribuição da Canonical. Não faria todo o sentido para quem defende a paz mundial e o bem-estar de todos os usuários? Mas, pensando bem, não é tão complicado deduzir por que isso ocorreu. Forçar as pessoas a fazer tudo pela web – o objetivo final do Chrome OS – é um jeito de garantir que a fonte de dinheiro dos anúncios continue a fluir, com cada vez mais força. </p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
	<link>
        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090715_listar.shtml?181566
        </link>
</item>
     
<item>
	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090713_listar.shtml?180769</guid>
		
<pubDate>
  Mon, 13 Jul 2009 20:43:36 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[Office 2010 pode desintegrar o Google Docs]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1247528348199_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>A Microsoft contra-atacou o Google nesta segunda-feira (13), com o anúncio de que o Office 2010 terá uma versão online gratuita. Pobre Google Docs.</p><p>A guerra entre as duas empresas está cada vez pior. Quando as forças de Bill Gates colocaram no ar o Bing, <a title="A Microsoft diz Bing, o Google diz Bang!" href="http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090601_listar.shtml?171051"><strong>o exército de Mountain View respondeu com o Google Wave</strong></a>. Foi uma maneira de ofuscar a chegada do primeiro buscador decente da Microsoft e de dizer “Olhem como as armas deles são ultrapassadas...”. Algumas semanas se passaram e os generais Larry Page e Sergey Brin <a title="Windows 7? O Google Chrome OS vem aí" href="http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090708_listar.shtml?179431"><strong>dispararam o Google Chrome OS</strong></a>. Dias depois caiu outra bomba das nuvens, o Office 2010.</p><p>Difícil dizer quem começou a batalha. O Google Docs foi a primeira provocação? Ou foi o Live Search que deu início ao confronto, muitos anos atrás? Como no conflito entre israelenses e palestinos, os dois lados acham que estão com a razão. Os desenvolvedores do Google se veem como os soldados mais bem preparados. E os da Microsoft, também. Agora, os dois lados cismaram em mostrar que conseguem superar seus adversários. É um caminho sem volta, uma guerra fria digital.</p><p>O fato é que a grande massa de internautas no planeta ainda não usa qualquer suíte de aplicativos online. A pequena parcela que faz isso divide-se principalmente entre Google Docs, Zoho e Thinkfree. A força do nome “Office” pode certamente implodir os três de uma tacada só: milhões de pessoas e empresas devem embarcar na iniciativa da Microsoft se ela funcionar bem. Isso não significa que esses rivais mais antigos deixarão de existir. Mas certamente haverá feridos. Do outro lado do front, o poder da marca “Google” também tem impedido o Bing de decolar. São neuromonopólios.</p><p>Alguém vai se levantar e dizer: “Toda competição é benéfica para o consumidor e essa guerra só trará benefícios”. Pode até ser, mas apenas no curto prazo. Google e Microsoft estão atuando em um número cada vez maior de frentes. Isso tende a se ampliar cada vez mais, levando ambas as empresas a perderem o foco naquilo que sabem fazer melhor. Com isso, todo mundo sairá perdendo – inclusive você.</p><p><em>Foto: Wikimedia Commons</em></p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
	<link>
        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090713_listar.shtml?180769
        </link>
</item>
     
<item>
	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090710_listar.shtml?180308</guid>
		
<pubDate>
  Fri, 10 Jul 2009 20:15:17 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[1,2,3...14 extensões para o Google Chrome]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1247267461057_58.JPG
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>Agora é pra valer: começaram a surgir as primeiras extensões para o navegador Google Chrome. Será que o pessoal vai se manter fiel ao Firefox?</p><p>O sistema de gerenciamento ainda não está pronto, mas já é possível instalar os complementos, usá-los e removê-los. O número de opções também ainda nem se compara ao do navegador da raposa queimada (eu sei que é um panda vermelho – isso foi só para irritar os fanáticos.). Há um outro problema: as atualizações periódicas do browser do Google podem fazer algumas das extensões pararem de funcionar de uma hora para outra – o que também acontece com o Firefox.</p><p>Para entrar nesse novo mundo, é necessário instalar a versão de desenvolvimento do Chrome, bem instável e sujeita a bugs inesperados. Primeiro, <a title="Google Chrome 2 - Download INFO" href="http://info.abril.com.br/download/5564.shtml"><strong>baixe o navegador no Download INFO</strong></a>. Depois, faça <a title="Baixe o Chrome Channel Changer" href="http://dev.chromium.org/getting-involved/dev-channel/using-the-channel-changer"><strong>download do Chrome Channel Changer</strong></a>. Execute o programa e escolha usar o Dev Channel. Atualize o navegador e reinicie. Feche de novo. Vá então ao ícone do Chrome, clique com o botão direito do mouse e selecione “Propriedades”. No final da área “Destino”, inclua a expressão <em>--enable-extensions</em>. Agora, execute o Chrome por esse atalho.</p><p>A instalação dos complementos é simples. Baixe o arquivo no formato .crx e arraste-o para dentro do navegador. Pronto. Ao contrário do Firefox, não é preciso reiniciar. Para remover, digite chrome://extensions na barra de endereços e clique no botão “Uninstall” da extensão que pretende eliminar. Então, mãos à obra. Os add-ons abaixo foram testados pela INFO, mas há vários outros – um bom site para garimpá-los é o <a title="Chrome Plugins" href="http://www.chromeplugins.org/"><strong>Chrome Plugins</strong></a>. Se souber de algum bem interessante, deixe o endereço nos comentários: </p><p><a title="Adblock+" href="http://userscripts.org/scripts/show/46974"><strong>Adblock+</strong></a>, <a title="Adsweep" href="http://www.adsweep.org/"><strong>Adsweep</strong></a> e <a title="Fanboy's Element Hider" href="http://textpad.spaces.live.com/blog/cns!B49C34BD7DE98E2D!509.entry"><strong>Fanboy’s Element Hider</strong></a>: são as extensões mais odiadas pelos publicitários, pois servem para bloquear anúncios. No Adblock+, a função é ativada por Alt+B. O Adsweep remove automaticamente a propaganda e o espaço que ela ocupava. Como o seu desenvolvimento foi descontinuado, um programador criou o Element Hider.</p><p><a title="Aniweather" href="http://www.aniweather.com/"><strong>Aniweather</strong></a>: mostra a previsão do tempo. É só passar o mouse sobre o ícone, na barra inferior do navegador. Não funciona direito com a versão 3.0.192.1 do Chrome (é impossível alterar as configurações).</p><p><a title="Chritter" href="http://groups.google.com/group/chromium-extensions/browse_thread/thread/75a02aa146fcfabd"><strong>Chritter</strong></a>: Permite ler as últimas atualizações do Twitter na barra inferior do Chrome. Dá também para visitar os links indicados.</p><p><a title="Cleeki" href="http://blog.cleeki.com/?p=70"><strong>Cleeki</strong></a>: adiciona funções semelhantes às dos aceleradores do IE 8, mas é um pouco lerdo para carregar páginas... Vai entender...</p><p><a title="DblClickDial" href="http://www.chromeplugins.org/google/chrome-plugins/dblclickdial-new-chrome-extension-7612.html"><strong>DblClickDial</strong></a>: Faz desaparecer a página inicial do Chrome quando se cria uma nova aba. Se o internauta quiser acessá-la, é só clicar duas vezes na área em branco.</p><p><a title="Delicious Bookmarks" href="http://groups.google.com/group/chromium-extensions/browse_thread/thread/75be6f91251f6e0b"><strong>Delicious Bookmarks</strong></a>: É bem mais básica do que a versão para Firefox. Permite apenas salvar bookmarks no site Delicious, do Yahoo!.</p><p><a title="Extensible Video Downloader" href="http://www.chromeplugins.org/google/chrome-plugins/extensible-video-downloader-7743.html"><strong>Extensible Video Downloader</strong></a>: Permite baixar vídeos do YouTube, Break.com, Google Video, Metacafe, Dailymotion... É só clicar no ícone que aparece logo acima da imagem.</p><p><a title="FlashBlock" href="http://userscripts.org/scripts/show/46673"><strong>FlashBlock</strong></a>: Bloqueia todos os elementos em Flash da página. As áreas são substituídas por um botão de “play”. É só clicar neles para executar animações, vídeos, etc. Para habilitar ou desabilitar, pressione Alt+F. Já Ctrl+clique salva o flash/vídeo.</p><p><a title="Gmail Checker" href="http://dev.chromium.org/developers/design-documents/extensions/samples"><strong>Gmail Checker</strong></a>: Mostra o número de mensagens não lidas na caixa de entrada do email do Google. Pressione o botão e uma aba carrega o Gmail. Atenção: baixe a versão 12, cujo link está no fim da página.</p><p><a title="Mouse Gestures by Tordex" href="http://www.tordex.com/chrome/"><strong>Mouse Gestures by Tordex</strong></a>: Adiciona ao navegador controles por gestos do mouse. Pressione o botão direito, movimente e solte. Para esquerda, volta. Para baixo, cria uma nova aba. Para baixo e para a direita, fecha a aba. E assim por diante.</p><p><a title="Sticky Notes" href="http://www.chromeplugins.org/google/chrome-plugins/new-extension-chrome-sticky-notes-7765.html"><strong>Sticky Notes</strong></a>: Abre uma janela para anotações, como um post-it embutido no browser.</p><p><a title="TP Google Reader" href="http://www.chromeplugins.org/google/chrome-plugins/tpgooglereader-much-more-than-other-gr-exts-7799.html#post10606"><strong>TP Google Reader</strong></a>: Permite assinar RSS de sites, além de abrir automaticamente novos itens em abas. Ficou meio baleado depois que o Chrome foi atualizado para a versão 3.0.192.1. </p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
	<link>
        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090710_listar.shtml?180308
        </link>
</item>
     
<item>
	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090708_listar.shtml?179431</guid>
		
<pubDate>
  Wed, 8 Jul 2009 16:16:16 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[Windows 7? O Google Chrome OS vem aí]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1247079918880_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>Bill Gates, you have a Bing – ops! – big problem. O Google vai lançar um sistema operacional. Quem mandou mexer com o pessoal de Mountain View?</p><p>O anúncio do Google Chrome OS foi feito na noite de ontem, por meio de um<a title="Introducing Google Chrome OS" href="http://googleblog.blogspot.com/2009/07/introducing-google-chrome-os.html"><strong> post no blog oficial do Google</strong></a>. Talvez para garantir que o pessoal da Microsoft passasse a noite em claro ou tivesse pesadelos. Acho que Steve Ballmer acordou <a title="Steve Ballmer going crazy" href="http://www.youtube.com/watch?v=wvsboPUjrGc&feature=related"><strong>louco</strong></a>, no meio da madrugada, e deu um grito: <a title="Steve Ballmer going crazy" href="http://www.youtube.com/watch?v=kaJREvJW72g&feature=related"><strong>“Developers!”</strong></a> E Bill Gates, suando frio, pode ter telefonado para Steve Jobs, com o objetivo de propor uma aliança <a title="Gates vs Jobs" href="http://www.youtube.com/watch?v=qHO8l-Bd1O4"><strong>depois de décadas de guerra</strong></a>.</p><p>O fato é que a notícia caiu como uma bomba nuclear. O problema é que todo mundo pode sair ferido pelo impacto – inclusive a própria empresa de Larry Page e Sergey Brin, <a title="O misterioso sistema operacional do Google" href="http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20081210_listar.shtml?136078"><strong>que sempre negou estar envolvida em um projeto desse tipo</strong></a>. Criado com o kernel do Linux e quase nada mais, o sistema operacional será superenxuto, feito sob medida para rodar o navegador Chrome (e provavelmente o Google Gears). Ao que parece, os usuários vão executar todas as aplicações dentro do browser. Adeus, softwares instalados no micro.</p><p>O Chrome OS começará a aparecer em netbooks no ano que vem. Por terem hardware menos potente, eles pedem um sistema mais simples e leve. Serão a primeira frente de ataque do Google à Microsoft, que já <a title="Windows 7 para netbooks será superenxuto" href="http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/windows-7-para-netbooks-sera-super-enxuto-25052009-39.shl"><strong>estava certa de que faria o Windows 7 dominar esse mercado</strong></a>. A empresa de Mountain View, no entano, nega essa intenção. “É um sistema operacional pensado para os dias de hoje”, disse Félix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil, em entrevista coletiva nesta quarta-feira (8). “Hoje em dia as pessoas passam muito mais tempo nos seus computadores online do que fazendo outras atividades.”</p><p>Ximenes admite, porém, que, uma vez que o sistema estiver maduro, poderá rodar em qualquer máquina. Fica a impressão de que o Google, fervoroso adepto da computação em nuvem, quer estimular <a title="Chrome Experiments" href="http://www.chromeexperiments.com/"><strong>o desenvolvimento de aplicativos mais avançados feitos para rodar em browsers</strong></a>. Como o código será aberto, nada impede que, com o passar do tempo, o Chrome OS ganhe mais funcionalidades, passe a rodar softwares além do navegador, e se torne complexo o suficiente para competir de igual para igual com o Windows. Isso o tornaria uma ameaça até para o Ubuntu e as outras distribuições Linux com foco no usuário final. </p><p>O Google também pode sair bem machucado dessa história. A <a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/032009/11032009-20.shl"><strong>estratégia de integrar navegador e sistema operacional foi adotada pela Microsoft</strong></a> tempos atrás, com o Internet Explorer, e destruiu a imagem da companhia, acusada de ser monopolista. Imagine o que os órgãos reguladores dirão de um sistema 100% gratuito, que impede a instalação de outros browsers e de quaisquer outros programas? Para Ximenes, não haverá problemas, uma vez que o código será aberto e qualquer um poderá alterá-lo.</p><p>Também há a promessa de que o Chrome OS será o sistema mais seguro do planeta. “Estamos redesenhando completamente a arquitetura de segurança, para que os usuários não tenham que lidar com vírus, malware e atualizações de segurança. Simplesmente deve funcionar”, disseram executivos do Google no blog oficial. Difícil. Ainda assim, Bill Gates e Steve Ballmer têm, sim, um milhão de motivos para<a title="A Tribute to Windows Blue Screen of Death" href="http://www.youtube.com/watch?v=2GQHNv4zIDg"><strong> não dormir em paz por um bom tempo</strong></a>.</p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
	<link>
        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090708_listar.shtml?179431
        </link>
</item>
     
<item>
	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090706_listar.shtml?178876</guid>
		
<pubDate>
  Mon, 6 Jul 2009 20:13:40 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[Linux, a pedra no sapato do Google Chrome]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1246921934896_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>O desenvolvimento do navegador Chrome para Linux vem se arrastando há meses. A culpa, segundo o Google, é do sistema operacional do pinguim.</p><p>Antes de mais nada, vale dizer que o pessoal de Mountain View adora o Linux. Há inúmeros esforços da empresa com o objetivo de levar seus aplicativos para as várias distribuições existentes. Já é possível rodar em várias delas gadgets feitos para o Google Desktop, o Picasa, o Google Earth... Fora os inúmeros esforços da empresa na área de código aberto: o Google Code, o Android e o Google Wave, por exemplo. Quem começa a trabalhar nos escritórios de Larry Page e Sergey Brin também pode escolher entre um computador com Windows, Mac OS ou uma versão modificada do Ubuntu.</p><p>Acontece que a enorme variedade de distribuições do Linux está emperrando a vida do Chrome. Por quê? Porque até agora não foi possível implementar o sandbox, um sistema que garante um nível maior segurança para o browser. É como uma caixa de contenção: se há uma falha de segurança, o sandbox garante que ela não ultrapasse os limites do navegador. Quem diria, hein? Justo no Linux, que se gaba de ser o mais seguro de todos os sistemas operacionais do planeta.</p><p>Em <a title="Google Chrome Sandboxing and Mac OS X" href="http://blog.chromium.org/2009/06/google-chrome-sandboxing-and-mac-os-x.html"><strong>post publicado no início do mês passado no blog do Chromium</strong></a>, Jeremy Moskovich, engenheiro de software do Google, afirmou, com todas as letras: “O Linux tem um monte de diferentes mecanismos de sandboxing disponíveis. As várias distribuições do Linux vêm com APIs distintas de sandboxing (ou com nenhuma), e encontrar um mecanismo que vá com certeza funcionar nas máquinas dos usuários finais é um desafio.” No Mac, segundo Moskovich, as coisas são bem mais fáceis.</p><p>O fato é que, por enquanto, o Chrome para Linux e Mac encontra-se em versão pré-alfa. E, segundo o Google, <strong><a title="Danger! Mac and Linux builds available" href="http://blog.chromium.org/2009/06/danger-mac-and-linux-builds-available.html">ninguém deve baixá-las</a></strong>, a não ser os programadores. Enquanto isso, no Windows, o navegador já está nas versões 2.0 (oficial) e 3.0 (para desenvolvedores). Por essa nem o Bill Gates esperava.</p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
	<link>
        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090706_listar.shtml?178876
        </link>
</item>
     
<item>
	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090703_listar.shtml?178522</guid>
		
<pubDate>
  Fri, 3 Jul 2009 19:56:40 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[Quero ver o Street View no Morro do Juramento]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1246661782773_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>O Google anunciou que o Street View vai fotografar São Paulo, Belo Horizonte e Rio. Mas os carros do serviço vão rodar por regiões violentas?</p><p>Será uma vergonha se nenhum dos 30 Fiat Stilo, com câmeras acopladas no teto, tiver coragem de circular por ruas com altos índices de criminalidade. Ninguém aqui está falando de vielas estreitas por onde dificilmente um automóvel consegue passar. As três cidades estão repletas de ruas largas encravadas em zonas perigosas. Nem poderia ser diferente: estamos em um dos países com pior distribuição de renda do mundo.</p><p>Mostrar as mazelas de cada uma das três metrópoles só vai contribuir para que o planeta tenha uma noção mais precisa desses problemas. Até agora, o Google Street View ficou conhecido por acusações de violação de privacidade ou pelo oba-oba de permitir ver belíssimas cidades turísticas, como Nova York, Paris, Tóquio... </p><p>Isso pode mudar radicalmente quando os carros mostrarem o Morro do Juramento (na foto acima), palco de um tiroteio entre traficantes nesta sexta-feira (3) que fechou uma das linhas de metrô do Rio. Ou o Capão Redondo, em São Paulo. Isso só para dar alguns exemplos.</p><p>Na entrevista coletiva em que o anúncio do serviço foi feito, na quinta-feira, o Google afirmou que o objetivo do projeto é fotografar tudo. Mas os executivos da empresa desconversaram quando questionados sobre se os carros vão circular também por áreas violentas. Disseram que imagens de zonas sensíveis a questões de segurança pública poderão ser removidas da base de dados, se as autoridades responsáveis pedirem. Isso não responde à pergunta.</p><p>Claro que os motoristas dos carros correm enorme perigo nesses casos. Traficantes, milicianos e policiais corruptos não querem que ninguém conheça com profundidade as regiões em que atuam. Pode haver tiroteio, danos ao equipamento, roubos ou até algo pior. Mas por isso mesmo é fundamental ter fotos desses lugares. </p><p>As imagens detalhadas do Street View podem auxiliar a ação de governantes, polícia e sociedade civil no combate à violência, mostrando onde estão e como são as zonas desprovidas de qualquer ação do poder público. Há o risco, no entanto, de os burocratas preferirem pedir para que a verdade seja deletada. E de o Google aceitar.</p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
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        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090703_listar.shtml?178522
        </link>
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	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090701_listar.shtml?177949</guid>
		
<pubDate>
  Wed, 1 Jul 2009 20:41:23 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[Um primeiro mergulho no Google Wave]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1246496232571_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[
<p>O Google Wave não é uma marolinha. O novo serviço do Google, que deve ser lançado ainda este ano, pode provocar um baita tsunami na web.</p><p>Não resta a menor dúvida de que o <a title="Google Wave. O início de uma nova era?" href="http://info.abril.com.br/professional/network/google-wave-o-inicio-de-uma-nova-era.shtml"><strong>Wave tem potencial para desencadear uma revolução</strong></a>. A ferramenta mistura e-mail, mensageiro instantâneo e wiki, mas <a title="A Microsoft diz Bing, o Google diz Bang" href="http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090601_listar.shtml?171051"><strong>vai muito além disso</strong></a>. Extensões dos mais variados tipos podem adicionar funcionalidades ao serviço ou facilitar a execução de tarefas pela web. Entre os diferentes tipos de complementos, os que mais se destacam são os robôs. Isso mesmo. São pequenos programas que funcionam como assistentes: basta adicioná-los a uma conversa para que eles comecem a trabalhar.</p><p>Para quem não leu nada ainda sobre o serviço, vale explicar que cada <a title="O que é esse tal de Google Wave?" href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/afinal-o-que-e-esse-tal-de-google-wave-31052009-3.shl"><strong>“wave” começa como uma mensagem simples</strong></a>. Aí, basta adicionar mais participantes ou robôs. A conversa pode seguir do modo tradicional, com uma resposta seguida da outra, ou em tempo real, como em um bate-papo por MSN – à medida que os usuários escrevem, os caracteres já aparecem na tela. É possível acrescentar mapas, arrastar imagens direto de uma pasta para o navegador, anexar arquivos e pesquisar no Google e incluir alguns dos links encontrados na wave. As possibilidades são inúmeras.</p><p>Dá para conhecer algumas das extensões já disponíveis em dois sites: o <a href="http://wavety.com/"><strong>Wavety.com</strong></a> e o <a title="Wave Samples Gallery" href="http://wave-samples-gallery.appspot.com/"><strong>Wave Samples Gallery</strong></a>, este último localizado dentro do Google Code. O Bloggy permite postar o conteúdo de uma wave direto em um blog. O Tweety deixa escrever e ler mensagens no Twitter. O Dr. Weather mostra a previsão do tempo de acordo com a cidade digitada, para hoje e para os próximos três dias. A Eliza bate um papo com o usuário. O Convertsy converte medidas. Já o Roshambo joga pedra, papel e tesoura com você.</p><p>É possível ainda adicionar gadgets a uma wave. Um jogo de Sudoku, por exemplo. Ou uma partida de xadrez. Ou fazer um desenho no estilo do Paintbrush. Ou criar um mapa, gerado a partir de um endereço digitado. Com tudo isso incluído em um mesmo produto, <a href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/google-wave-pode-reduzir-trafego-de-e-mails-29062009-19.shl"><strong>quem vai querer enviar e receber e-mails</strong></a> pelas ferramentas tradicionais, como Gmail, Windows Live, Yahoo!? Não vai fazer nenhum sentido. </p><p>A grande dúvida é se os desenvolvedores do Google vão conseguir deixar o Wave pronto ainda em 2009, como têm prometido. No primeiro contato que tive com o serviço, deu para perceber por que poucas pessoas têm acesso aos convites: a versão aberta para desenvolvedores tem muitos bugs e falta implementar uma série de funções. </p><p>Conseguimos acessar o site por três navegadores: Chrome 3.0.190.4, Firefox 3.5 e Safari 4. O Internet Explorer 8 não é suportado. Algumas funcionalidades, como o corretor ortográfico Spelly, não estão funcionando muito bem ainda. Além disso, quando você cria um mapa em um wave, é muito difícil de deletá-lo. Também não é possível excluir contatos.</p><p>Vez ou outra, durante o uso do serviço, apareceu uma grande mensagem de erro que lembrou o “Bad, bad server, no donut for you” dos primórdios do orkut: “‘Everything's shiny, Cap'n. Not to fret!” Unfortunately, you'll need to refresh. Wanna tell Dr. Wave what happened?’”. Ou então: “This wave is experiencing some slight turbulence, and may explode. If you don't wanna explode, please re-open the wave. Some recent changes may not be saved.” Opa! Explosão? Deu medo. Há muitos bugs mesmo.</p><p>É fato que o Wave ainda está muito cru. O engraçado é que, apesar disso, dá vontade de usá-lo e descobrir tudo o que se pode fazer. Impressionante ver também como os <a title="Google Wave API - Google Groups" href="http://groups.google.com/group/google-wave-api/topics"><strong>desenvolvedores parecem engajados em criar extensões para o serviço</strong></a>, antes mesmo de ele ter estreado. Tudo isso mostra como ele tem futuro. A contagem regressiva começou. O maremoto está vindo.</p>

]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
	<link>
        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090701_listar.shtml?177949
        </link>
</item>
     
<item>
	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090701_listar.shtml?177786</guid>
		
<pubDate>
  Wed, 1 Jul 2009 12:48:54 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[Google Wave? Sim, nós temos acesso!]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1246463327861_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>Dê uma boa olhada na imagem. Percebeu? Sim, nós aqui da INFO conseguimos acesso ao Google Wave, graças a dois amigos desenvolvedores.</p><p>No Google Developer Day, que ocorreu em São Paulo na segunda-feira (29), o Google distribuiu algumas centenas de convites para os participantes do evento. Como o mundo não é tão grande, um programador muito gente boa emprestou a sua conta para que pudéssemos analisar o serviço. E outro se dispôs a trocar mensagens conosco, afinal, não dá para testar a ferramenta sem colaboração.</p><p>Como muita gente recebeu contas hoje, o acesso anda meio congestionado. Mas foi possível acessar o Wave no Firefox 3.5 (com algumas panes, é verdade) e na versão para desenvolvedores do Chrome (3.0.190.4).</p><p>Fique de olho no blog! Ainda hoje, publicaremos as impressões iniciais sobre o produto, que ainda está em fase pré-pré-alfa. Como é que era mesmo aquela tag que fez sucesso no Twitter depois do jogo do Brasil?<br /></p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
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        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090701_listar.shtml?177786
        </link>
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	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090629_listar.shtml?177384</guid>
		
<pubDate>
  Mon, 29 Jun 2009 19:57:59 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[Caiu o diploma? O YouTube ensina jornalismo]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1246315848457_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>Estudantes comeram até jornal para protestar contra o fim da exigência do diploma de jornalista no Brasil. Calma, pessoal. Agora dá pra fazer faculdade no YouTube.</p><p>O <a title="YouTube Reporters' Center" href="http://www.youtube.com/reporterscenter"><strong>canal YouTube Reporters’ Center</strong></a>, que acaba de estrear, traz mais de 30 vídeos com dicas de renomados jornalistas norte-americanos. Eles explicam como fazer uma entrevista, falam sobre ética, ensinam a checar informações, dão instruções para gravar vídeos e contam histórias de apuração de reportagens. Todo o conteúdo está em inglês e, por enquanto, não há legendas disponíveis.</p><p>Bob Woodward, um dos jornalistas do The Washington Post responsáveis pelas reportagens do caso Watergate – escândalo que resultou na renúncia do presidente Richard Nixon, em 1974 –, dá <a title="Tips from Bob Woodward on Investigative Journalism" href="http://www.youtube.com/reporterscenter#play/favorites/1/VVKGUctuoXE"><strong>dicas para quem quer trabalhar com jornalismo investigativo</strong></a>. A âncora e editora do CBS Evening News, Katie Couric, <a title="Katie Couric on how to conduct a good interview" href="http://www.youtube.com/reporterscenter#play/favorites/0/4eOynrI2eTM"><strong>ensina a conduzir uma entrevista</strong></a>. Arianna Huffington, cofundadora e editora-chefe do renomado blog Huffington Post, <a title="Arianna Huffington on Citizen Journalism" href="http://www.youtube.com/reporterscenter#play/favorites/5/udJ0SVkuK44"><strong>fala sobre jornalismo cidadão</strong></a>. E por aí vai.</p><p>De acordo com o <a title="Media and citizens meet in YouTube" href="http://googleblog.blogspot.com/2009/06/media-and-citizens-meet-in-youtube.html"><strong>post publicado no blog oficial do Google</strong></a>, o objetivo do YouTube Reporters’ Center é ajudar cidadãos comuns a produzir material de qualidade jornalística. O esforço é bem-vindo, uma vez que hoje milhões de pessoas podem tirar o celular do bolso e filmar um acontecimento de repercussão mundial. Se eles souberem fazer isso com qualidade, melhor para todo mundo. </p><p>Os recentes protestos contra o resultado das eleições no Irã resultaram em uma avalanche de vídeos sobre o desenrolar dos acontecimentos no país. São informações às quais dificilmente teríamos acesso tempos atrás. O maior problema do canal do YouTube está em não trazer legendas ou opções de áudio em outros idiomas – milhões de potenciais jornalistas não são fluentes em inglês.</p><p>Vale notar que em nenhum momento o pessoal do Google diz achar desnecessário fazer faculdade ou curso de especialização para ser jornalista. Mas será que, depois de assistir a todo o material disponível online, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) não vão poder sair por aí, escrevendo/gravando reportagens?</p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
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        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090629_listar.shtml?177384
        </link>
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<item>
	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090626_listar.shtml?176972</guid>
		
<pubDate>
  Fri, 26 Jun 2009 15:02:53 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[Google X Bing, a batalha por Michael Jackson]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1246039299852_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>Na busca por resultados sobre Michael Jackson, quem leva a melhor? Google ou Bing? Para saber, fiz uma pesquisa simples e analisei dez itens.</p><p>Claro que esse tipo de avaliação é insuficiente para dizer qual dos dois serviços é o mais completo. Os algoritmos de ambos estão em constante evolução, com equipes atentas para o que pode ser melhorado. Em questão de algumas horas, uma correção aqui e um ajuste ali podem fazer toda a diferença e virar o jogo. </p><p>Por outro lado, esse tipo de busca funciona como uma fotografia, um registro de quem está mais preparado em um determinado momento. E os grandes acontecimentos do planeta são verdadeiros testes para qualquer ferramenta de pesquisa na web. Confira quem venceu cada categoria do tira-teima, feito nesta sexta-feira (26), às 10h30, com as versões em inglês dos dois serviços:</p><p><strong>1) Notícias:</strong> Enquanto o Bing mostrou a comoção dos fãs em três reportagens e ainda mais quatro vídeos de emissoras de TV americanas, o Google trouxe três histórias: uma sobre o leilão de objetos do artista, outra sobre a reação de Madonna e outra sobre a reação de um profissional da indústria. Ponto para o Bing.</p><p><strong>2) Vídeos do artista:</strong> O Google exibiu, bem no início da página dos resultados, os clipes de “Thriller” e “Beat It”. Já o Bing deixou os links para os vídeos no final dos resultados. Além disso, das quatro opções selecionadas pelo buscador, três eram de matérias de TV (de novo). Ponto para o Google.</p><p><strong>3) Site oficial:</strong> O Google exibiu a URL da home page do cantor como segundo resultado, logo depois das notícias. O Bing deu o site oficial mais abaixo, com link para a loja virtual e não para a home page de entrada. Ponto do Google.</p><p><strong>4) Biografia:</strong> O Bing trouxe seis páginas relevantes com informações sobre a vida do cantor. Já o Google mostrou apenas três. Ponto para o Bing.</p><p><strong>5) Imagens:</strong> O Google exibiu uma seleção de quatro imagens do cantor no alto da página e o Bing, só no final dos resultados. Google marca ponto.</p><p><strong>6) Letras das músicas:</strong> O Bing indicou dois sites para quem quer conhecer as letras do artista. O Google não indicou nenhum. Ponto do Bing.</p><p><strong>7) Músicas para ouvir:</strong> O Google trouxe a página de Michael Jackson no MySpace, que permite escutar algumas das suas principais canções por streaming. Já o Bing indica três sites para baixar MP3 – dois fajutos, sem arquivos para download, e um muito pouco confiável, da Rússia. Ponto para o Google.</p><p><strong>8) Termos relacionados:</strong> No pé da página, o Google indica oito pesquisas relacionadas que ajudam a encontrar informações mais aprofundadas. O Bing? Nada. Ponto do Google.</p><p><strong>9) Textos de blogs:</strong> O Google apresenta três bons textos de blogs (Huffington Post, Michelle Malkin e Mashable!). Mais uma vez o Bing ficou devendo. Outro ponto do Google.</p><p><strong>10) Compra de produtos:</strong> O Bing dá seis opções de lojas virtuais que vendem artigos relacionados a Michael Jackson. O Google não ajuda nisso. Ponto do Bing</p><p><strong>Placar final:</strong> Google 6 X 4 Bing.</p><p><em>Foto: Malcolm Jackson/Flickr</em></p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
	<link>
        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090626_listar.shtml?176972
        </link>
</item>
     
<item>
	<guid>http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090625_listar.shtml?176636</guid>
		
<pubDate>
  Thu, 25 Jun 2009 12:41:33 -0300
</pubDate>
	
<title><![CDATA[O super-herói que fará o Android voar]]></title>
	<img_materia>
           http://info.abril.com.br/imagem/fwa/1245944466141_58.jpg
        </img_materia>
	<texto_materia><![CDATA[<p>Com uma interface impressionante, o HTC Hero – terceiro modelo do mundo a rodar a plataforma Android – tem tudo para massacrar o iPhone. </p><p>Sugiro aos applemaníacos que leiam o texto todo antes de disparar a metralhadora giratória nos comentários – e já aviso que não, não sou fanboy do Google. O HTC Hero não é apenas mais um smartphone com Android. O aparelho marca a primeira grande evolução do sistema, que, apesar de fácil de usar, não tinha a mesma elegância do iPhone OS.</p><p>O mérito vai todo para o time da HTC, que criou a interface HTC Sense. Totalmente customizável, ela dá um salto de anos-luz à frente do que se via no G1 e no HTC Magic. Para ter uma boa ideia de como o modelo funciona, assista ao vídeo abaixo. O Hero conta com multitoque no navegador e traz ainda algo que o iPhone está longe de conseguir tão cedo: Flash. Além disso, possui câmera de 5 megapixels, Wi-Fi, GPS, tela de 3,2 polegadas e aceita cartões microSD.</p><p>Até aí, tudo bem. O HTC Hero, no entanto, pode causar um problemão para a Open Handset Alliance e para o próprio futuro do Android: a multiplicação de interfaces, uma bagunça semelhante à das múltiplas distribuições do Linux. O certo seria a HTC liberar o código para que qualquer fabricante possa adotar a nova interface. </p><p>Se isso não ocorrer (como o símbolo “TM” ao lado do nome Sense parece indicar), cada empresa fará as suas inovações e se recusará a compartilhá-las, criando uma imensa salada. As atualizações globais da plataforma vão ser dificultadas, bem como a evolução geral do sistema.</p><p>O lançamento do HTC Hero na Europa ocorrerá até o fim de julho e, na Ásia, até setembro. A chegada do smartphone nos Estados Unidos está prevista para este ano.</p><p><p><embed src="http://www.youtube.com/v/Z_joPueVBh8&hl=pt-br&fs=1&" width="480" height="295" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></embed /> </p>]]></texto_materia>
	<description><![CDATA[]]></description>
	<autor_materia><![CDATA[
        >         		Mauricio Moraes
         ]]></autor_materia>
	<link>
        http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090625_listar.shtml?176636
        </link>
</item>
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     

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