SÃO PAULO – Que a China e o Vietnã bloqueiam conteúdos de sites não é novidade. Agora, porém, a Austrália se junta ao grupo e nega acesso a 10 mil páginas na web.
O investimento neste filtro aplicado na internet do país custou cerca de US$ 70 milhões.
Os provedores de internet locais advertem que a velocidade de acesso, em decorrência do bloqueio, irá cair em 85%.
O governo australiano não revelou a composição do catálogo de conteúdos reprimidos, mas disse em comunicado que entre eles estão redes P2P, a pornografia infantil e artigos extremistas.
A população que se mantém contrária ao bloqueio diz que o recurso pode ser usado para favorecer o governo atual.