SIOUX FALLS - Usuários de notebooks, celulares e iPods cansados de ter que recarregar seus dispositivos após poucas horas de uso podem comemorar.
Pequenas células de combustível que usam líquidos ou gases inflamáveis há tempos são citadas como uma alternativa para as baterias que se acabam rapidamente. Elas são capazes de manter um notebook carregado durante dias, apenas com a troca de refil.
Mas essas células ainda não chegaram ao mercado porque as empresas estão tentando torná-las menores, mais baratas e com maior rendimento, além de garantir que não vão se superaquecer.
Neste ano, o governo norte-americano retirou do caminho um grande obstáculo para a produção dessas células em série, quando o Departamento de Transportes autorizou uma emenda na regulamentação para componentes perigosos, permitindo o uso de células com metanol, butano e ácido fórmico.
Nas células de combustível, uma pequena quantidade de líquido inflamável flui para um chip, gerando eletricidade sem entrar em combustão.
Esse processo permite que usuários de eletrônicos não precisem ligar os aparelhos na tomada para que eles continuem funcionando, basta trocar o cartucho de bateria.
“Estamos próximos, muito próximos de um modelo de célula de combustível comercializável”, declarou Sara Bradford, consultora de sistemas de energia da Frost & Sullivan.