SÃO PAULO - O jornal americano Wall Street Journal estuda abrir totalmente seu conteúdo na internet, embora o serviço online tenha 1 milhão de assinantes.
O magnata dono do grupo que controla o WSJ, Rupert Murdoch, afirmou à agência AP que há estudos avançados para abrir o conteúdo do jornal financeiro.
O WSJ é um dos últimos grandes jornais dos Estados Unidos a manter seu conteúdo online fechado para assinantes. Seu competidor mais direto, o The New York Times, tomou a decisão de abrir o conteúdo em setembro deste ano.
A decisão é curiosa, pois o WSJ é um sucesso em venda de assinaturas e, recentemente, atingiu a marca de um milhão de usuários pagantes de seu serviço online. Segundo a AP, a receita com assinantes online é de US$ 50 milhões ano para o WSJ.
Apesar disso, a possibilidade de abrir o conteúdo visa ampliar a influência do jornal e gerar renda com venda de publicidade online, um mercado que cresce em ritmo acelerado nos Estados Unidos e no mundo.
<p><a href="" rel="bookmark" title="INFO Online">WSJ estuda abrir mão de assinantes online</a>, Felipe Zmoginski, do Plantão INFO - SÃO PAULO - O jornal americano Wall Street Journal estuda abrir totalmente seu conteúdo na internet, embora o serviço online tenha 1 milhão de assinantes.
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