São Paulo - Os investimentos na web 2.0 são promissores no Brasil? Na opinião de Renato Shirakashi, co-fundador e diretor de tecnologia da Via6, e do DJ Billy, diretor-presidente da Billy Umbrella Produções Musicais, a resposta é afirmativa.
Em 2006, os investidores deixaram um pouco de lado o temor causado pelo estouro da bolha e ficaram mais abertos aos novos negócios na web porque o modelo americano começou a dar resultados, afirma Shirakashi, citando os fenômenos Facebook e Skype. “A tendência é crescer”, diz.
Como ocorre em outras áreas, no entanto, o sucesso dos empreendimentos no Brasil acontece em proporções menores e de forma mais lenta. Para Shirakashi, a explicação está no fato de que a penetração da internet no país ainda é restrita e a média dos usuários não tem a mesma facilidade de usar a web que os internautas americanos. “O número de early adopters nos Estados Unidos é maior”, afirma ele.
DJ Billy concorda que a internet brasileira tem um ritmo diferente. Segundo ele, além de ter poucos acessos, os podcasts, por exemplo, são prejudicados por fatores externos. “As pessoas não baixam os podcasts porque têm medo de sair com o iPod na rua”, afirma. O mais comum por aqui é que os internautas ouçam os programas no próprio site, sem fazer o download e transferir o conteúdo para os players. “As pessoas não entendem muito a tecnologia e o que ela faz”, diz.
Enquanto os grandes investimentos não chegam, as empresas têm usado outros meios de monetizar os negócios, incluindo publicidade e marketing de conteúdo, na forma de patrocínios. A maioria dos serviços da web 2.0 ainda é gratuita para os internautas.
<p><a href="" rel="bookmark" title="INFO Online">Web 2.0 deve atrair novos investidores</a>, Maria Isabel Moreira , da INFO - São Paulo - Os investimentos na web 2.0 são promissores no Brasil? Na opinião de Renato Shirakashi, co-fundador e diretor de tecnologia da Via6, e do DJ Billy, diretor-presidente da Billy Umbrella Produções Musicais, a resposta é afirmativa.
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