SÃO PAULO - O Bradesco iniciou a fase de testes do uso de tecnologia de biometria em caixas automáticos.
Atualmente, dois caixas operam com a função, um em Osasco e outro em Alphaville, ambos na região metropolitana de São Paulo.
De acordo com o banco, a tecnologia de biometria vai dispensar o cliente de validar com senhas suas operações nos caixas. No sistema em teste, quem usa o cadastro biométrico fica dispensando de validar as operações com letras de acesso. Correntistas do Bradesco usam, além da senha bancária, um código de letras de acesso.
O método biométrico escolhido pelo banco é a leitura das veias na palma da mão do cliente. O correntista posiciona a mão sobre o leitor que valida ou não seu acesso a determinada conta. O leitor PalmSecure testado nos caixas do Bradesco são produzidos pela Fujitsu.
Segundo a instituição financeira, a opção pela leitura da palma da mão foi feita em função da segurança deste método e para evitar leitores de digital. A direção do Bradesco avaliou que ler digitais é uma ação que poderia constranger o usuário, já que este método está fortemente associado ao cadastro de criminosos no mundo todo.
Além dos caixas em Alphaville e Osasco, o banco planeja instalar outros 50 terminais automáticos com biometria no Estado de São Paulo. A experiência será avaliada pelo banco em 2007, quando a instituição planeja discutir sua implementação em larga escala no país.