SÃO PAULO - Fundação considera indenizações insuficientes. Envolvidos se reúnem nesta segunda-feira (7).
Representantes da fundação Procon de São Paulo vão se reunir com diretores da Telefônica para discutir as indenizações que a companhia pagará a seus usuários paulistas.
Na semana passada, a Telefônica propôs dar um desconto, em fatura, um pouco maior que o equivalente às 36 horas que os usuários ficaram sem o serviço.
Além disso, a companhia pagará um valor a um fundo público como forma de compensar os “prejuízos à sociedade” causados pelas dificuldades de acesso à internet.
O Procon considerou a proposta tímida e argumenta que os assinantes do Speedy tiveram prejuízos muito maiores que o custo da banda larga por 36 horas.
Os prejuízos seriam ficar um longo tempo sem poder trabalhar, enviar e-mails, pagar contas e outras atividades que envolvem o uso da internet.
A reunião visa criar um consenso entre a fundação e a Telefônica. Além destas indenizações, a companhia poderá gastar mais recursos pagando multa à Anatel e em acordos com seus clientes corporativos.