SÃO FRANCISCO - As vendas de equipamentos usados na fabricação de microchips têm previsão de alta de 1% este ano.
Com a alta, o total deste mercado deve chegar em US$ 40,9 bilhões uma desaceleração se comparado com a expansão de 23 por cento em 2006, informou um grupo industrial norte-americano nesta segunda-feira.
O mercado deve crescer 7 por cento em 2008 e 4 por cento em 2009, afirmou Stanley Meyers, presidente da Semiconductor Equipment and Materials International.
"É inevitável que as taxas de expansão de dois dígitos de uma indústria nova, observados nos últimos anos, mude para um dígito ou 10 por cento de crescimento, conforme a indústria se torna... mais madura", disse Meyers.
Os grandes fornecedores de equipamentos de semicondutores são as norte-americanas Applied Materials, Novellus Systems e KLA-Tencor, a japonesa Tokyo Electron e a holandesa ASM International .
A indústria teria suporte neste ano e no próximo com os gastos e novas técnicas de produção que usam wafers maiores de silício e circuitos de menores dimensões, afirmou Meyers.
O maior segmento da indústria, o processamento de wafers, cresceria cerca de 4 por cento, para 29,8 bilhões de dólares, enquanto os equipamentos para testar os chips cairiam 8 por cento, para 5,9 bilhões de dólares, segundo o grupo.
O mercado para montagem e empacotamento de ferramentas ficaria estável, em aproximadamente 2,5 bilhões de dólares.
Taiwan, sede de várias grandes fabricantes de chips que estão fazendo parte da indústria cada vez mais, seria o maior mercado em crescimento, com um avanço de mais de 20 por cento.
As vendas na China, onde o mercado total ainda é pequeno, se expandiriam em 15 por cento. Na Coréia do Sul, o número avançaria 1 por cento, enquanto no Japão ele seria estável. A comercialização na América do Norte e na Europa têm previsão de recuo de 9 por cento.
<p><a href="" rel="bookmark" title="INFO Online">Mercado de chips fica estável este ano</a>, Reuters - SÃO FRANCISCO - As vendas de equipamentos usados na fabricação de microchips têm previsão de alta de 1% este ano.
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