SÃO PAULO - Na onda dos serviços de web 2.0, estréia nesta quarta a versão brasileira do WeShow, com a proposta de ser um agregador de vídeos.
Já no ar nos Estados Unidos, o endereço reúne em sua base o conteúdo de serviços de vídeo como YouTube, Soapbox e portais de conteúdo que produzem vídeos para seus usuários. A empreitada está sendo tocada pelo carioca Marcos Wettreich, que na década de 90 criou a empresa de eventos de tecnologia Mantel e, depois, o iBest. Segundo ele, 8 milhões de dólares serão investidos na iniciativa nos próximos 12 meses.
A meta da empresa é ambiciosa: o serviço quer ter em sua base de dados cerca de 90% dos vídeos publicados na internet. O portal WeShow, no entanto, não vai hospedar vídeos, apenas classificar e dar destaque aos clipes que julgar mais relevantes para seus usuários.
Para classificar os vídeos, que serão divididos em 200 categorias, o WeShow conta com uma equipe de 70 pessoas. A idéia é organizar o conteúdo disponível na internet e sugerir links interessantes.
Além dos 200 canais de conteúdo e serviço de buscas, o portal produzirá programas diários, numa espécie de "TV WeShow" com VJs apresentando os vídeos mais interessantes encontrados na internet. Os usuários poderão, ainda, se cadastrar no serviço para receber, por e-mail, sugestões de vídeos das áreas que mais lhes interessem.
Uma versão britânica do portal deve estrear na Inglaterra nos próximos dias. A expectativa de Wettreich é explorar publicidade online, com links patrocinados, banners e até mesmo vídeos de publicidade.
<p><a href="" rel="bookmark" title="INFO Online">WeShow vai no conceito de agregador de vídeos</a>, Felipe Zmoginski, do Plantão INFO - SÃO PAULO - Na onda dos serviços de web 2.0, estréia nesta quarta a versão brasileira do
WeShow, com a proposta de ser um agregador de vídeos.
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