SÃO PAULO – A Sun Microsystems tem um plano de três anos para o Brasil, que inclui mais contratações. Só neste ano, o número de funcionários cresceu 10%, para 350.
Rodolfo Fontoura, presidente da Sun no Brasil, não quis dar muitos detalhes sobre valor e áreas de investimento, mas antecipa que a matriz pretende concentrar investimentos no primeiro ano do plano trienal, mesmo com redução da taxa de crescimento ou até mesmo um prejuízo.
No segundo ano, a meta da Sun Brasil é obter o break even no segundo e no terceiro a empresa pretende superar a média atual de crescimento anual, hoje em 20%. A taxa é bem superior ao percentual mundial, de 4%. “Ainda temos muito market share para ganhar no Brasil”, diz Fontoura.
A Sun fabrica servidores de alto desempenho, sistemas de armazenamento e é uma das maiores jogadoras no campo do software de código aberto, com a suíte OpenOffice e a linguagem de programação Java. A oportunidade de trabalho está justamente no crescente mercado de aplicações Java para telefones celulares, área em que o Brasil tem a maior comunidade de programadores do mundo, segundo informa a Sun.
No campo do hardware, a Sun quer avançar em virtualização de servidores, de storage e de desktops. “O mercado não vai crescer mais como na virada dos anos 90 para 2000.Hoje, as empresas estão à busca de mais eficiência, acentuando a curva da evolução tecnológica”, diz Fontoura.
<p><a href="" rel="bookmark" title="INFO Online">Sun planeja investimento e contratações</a>, Max Alberto Gonzales, da INFO - SÃO PAULO – A Sun Microsystems tem um plano de três anos para o Brasil, que inclui mais contratações. Só neste ano, o número de funcionários cresceu 10%, para 350.
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