O mercado já valoriza os profissionais que dominam essa ferramenta.
Os conhecimentos sobre Django deram uma força importante para Allan Douglas de Oliveira, 23 anos, conseguir seu emprego atual na Poli Júnior, da Escola Politécnica da USP, em São Paulo. Marinho Brandão, 26 anos, de Goiânia, praticamente dobrou sua renda — que saltou de 1 850 para 3 500 reais em novembro — com os trabalhos extras de desenvolvimento que pôde fazer usando o Django.
Esses são só dois exemplos da diferença que o Django já começa a fazer na carreira profissional — e no bolso — dos desenvolvedores que adotaram essa ferramenta. "No mercado de trabalho o Django já vem dando um diferencial ao currículo", afirma Allan Oliveira. Na Poli Júnior, ele coordena uma equipe de oito desenvolvedores que ele mesmo treinou em Django.
"É muito grande o interesse das empresas por profissionais que trabalham com Django", confirma Marinho Brandão. Ele conheceu a ferramenta em 2005 e até criou uma comunidade no Google, chamada Django Brasil — http://groups.google.com/group/django-brasil —, que tem quase 250 membros. "A principal vantagem da ferramenta é a agilidade, que torna viáveis projetos que antes ficavam engavetados", diz. Brandão usa o Django nos trabalhos extras que faz para várias empresas —e que ajudam a engordar sua renda. Em 2008, ele planeja trocar o emprego fixo por um escritório próprio, dedicado a prestar serviços em Django.
RÁPIDO NO DESENVOLVIMENTO
José Pereira, 25 anos, também conseguiu um emprego novo no início deste ano, depois que se especializou em Django. Antes, ele trabalhava como desenvolvedor iniciante numa empresa de Recife, Pernambuco. "Hoje, ganho três vezes mais", conta.
Já Andrews Medina, 22 anos, que mora em Rondonópolis, no Mato Grosso, dobrou sua renda mensal — de 1 200 para 2 400 reais — desde que aderiu ao Django. "Agora faço em uma semana o que antes levava um mês", diz Medina.
Essa agilidade é uma mão na roda para quem trabalha como free lancer. É o caso de Guilherme Mesquita Gondim, 22 anos, de Formiga, Minas Gerais. Administrador de sistemas GNU/Linux, ele queria uma receita extra, mas tinha pouco tempo para desenvolver projetos como free lancer. "Com o Django, consegui a agilidade e a flexibilidade de que precisava", afirma Gondim.
Christiano Anderson, 28 anos, de São Paulo, também encontrou no Django uma opção para desenvolvimento rápido. Há dois anos ele foi chamado para um desafio: ajudar a criar, no menor tempo possível, um site de buscas de imóveis. Foi Anderson quem apresentou as vantagens do Django à equipe de desenvolvimento. "A implementação de novas funcionalidades é rápida e o reaproveitamento de código é muito grande", diz. Resultado: a empresa teve o site no prazo que queria e ele ganhou um emprego novo. Hoje, Anderson só trabalha na plataforma Django.
<p><a href="" rel="bookmark" title="INFO Online">Django dá dinheiro?</a>, Cibele Gandolpho, na revista INFO de dezembro de 2007 - O mercado já valoriza os profissionais que dominam essa ferramenta.
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