SÃO PAULO - A Health Agency, equivalente ao ministério da Sáude, na Inglaterra vai pesquisar a radiação emitida por Wi-Fi.
A decisão da agência governamental atende a pedido da Associação Inglesa dos Professores, entidade sindical que ameaçava paralisar o ensino na Inglaterra se um estudo aprofundado sobre a conseqüência para a saúde de redes Wi-Fi não fosse realizado.
Na Inglaterra, 80% das escolas do ensino médio possuem redes Wi-Fi, índice que cai para 50% nos colégios de ensino fundamental. O sindicato pede que sejam suspensas instalações de rede sem fio nos colégios ingleses até que estudos confiáveis garantam a segurança deste tipo de conexão.
De acordo com o jornal inglês The Guardian, o governo inglês vai solicitar pesquisas às universidades locais, mas descartou paralisar o avanço das redes nas escolas locais. A Health Agency afirma que o mesmo temor foi levantado quando os celulares começaram a se popularizar no Reino Unido.
A agência inglesa afirma que, embora vá solicitar pesquisas independentes, possui estudos que apontam que as redes Wi-Fi são ainda mais inofensivas que celulares. A exposição durante um ano a uma rede Wi-Fi oferece a mesma quantidade de radiação que uma conversa de 20 minutos ao celular, diz a agência.
<p><a href="" rel="bookmark" title="INFO Online">Estudo avalia se Wi-Fi faz mal à saúde</a>, Felipe Zmoginski, do Plantão INFO - SÃO PAULO - A Health Agency, equivalente ao ministério da Sáude, na Inglaterra vai pesquisar a radiação emitida por Wi-Fi.
[...]</p>