SÃO PAULO – Após conturbada estréia no Campeonato Paulista, no jogo entre Corinthians e Palmeiras, há uma semana (26/3), o ponto eletrônico usado por árbitros de futebol voltou a ser alvo de polêmica esse domingo.
Desta vez, a tecnologia foi usada no clássico entre São Paulo e Santos. A partida, vencida pelo São Paulo por 3x1, foi marcada por lances polêmicos.
Logo no início do jogo, o São Paulo marcou um gol legítimo, que o assistente anulou apontando impedimento do ataque são paulino. O assistente comunicou pelo sistema de comunicação a suposta irregularidade ao árbitro, que anulou o gol.
Ao longo da partida, pênaltis e impedimentos voltaram a ser definidos em função da rápida comunicação via rádio entre o trio de arbitragem. Santos e São Paulo queixaram-se do trio.
Na experiência anterior, no jogo entre Corinthians e Palmeiras, um gol do Corinthians foi anulado equivocadamente. Críticos da comunicação por rádio alegam que o uso do ponto tem diminuído a concentração dos árbitros.
Além do ponto eletrônico, o juiz da partida atuou usando outros dois equipamentos tecnológicos. Um deles, uma braçadeira com chip GPS, permite calcular qual foi o deslocamento do árbitro pelo campo. O árbitro Rodrigo Cintra correu 14 km nos 90 minutos de jogo.
Outra braçadeira, esta com sistema vibratório, permitia ao juiz saber quando um de seus auxiliares levantava a bandeira apontando uma irregularidade. A braçadeira vibra sempre que um dos assistentes aciona a bandeira.
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