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Twitter pago de Marcelo Tas gera polêmica
Daniela Moreira, de INFO Online Sexta-feira, 20 de março de 2009 - 17h55Divulgação |
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Marcelo Tas protagoniza polêmica ao receber patrocínio no seu perfil do Twitter |
SÃO PAULO - A foto do jornalista Marcelo Tas estampou o caderno de negócios do Wall Street Journal na última quinta-feira (19/03). O motivo: uma iniciativa pioneira de patrocínio do seu perfil no Twitter pela Telefônica.
Um dos brasileiros mais populares no serviço de microbloging, Tas fechou um acordo de publicidade e dicas patrocinadas com a operadora espanhola no Brasil. A proposta é fomentar o uso de serviços que consumam mais banda para promover a internet por fibra ótica da Telefônica, chamada Xtreme.
Além de exibir um pequeno banner no perfil, durante um ano, Tas concordou em dar dicas patrocinadas - em média 20 por mês – para os seus seguidores.
Mas mais que orgulho do “produto nacional”, a ação idealizada pela agência digital iThink gerou polêmica na twitosfera. Seria a postura do jornalista aceitável ou estaria ele vendendo a sua opinião?
Diante do burburinho, Tas veio a público para esclarecer toda a história em seu blog. “Não tenho obrigação de ‘falar bem’, ‘vender’ ou mesmo fazer qualquer menção ao serviço da Telefônica”, defendeu o jornalista. As dicas em questão, sobre as quais a Telefônica ou a iThing não terão qualquer ingerência, serão identificadas pela tag #xtreme para diferenciá-las do restante do conteúdo editorial, ele acrescentou.
“Trabalho e sou remunerado pelo meu trabalho desde os 15 anos de idade. Ainda não encontrei outra forma melhor de ganhar a vida a não ser essa de trocar o meu farto suor e relativo talento por algum dinheiro. Quem se importar com isso, não precisa me seguir. Afinal, não sou novela, ok?”, ele provocou.
Segundo Marcelo Trípoli, CEO da iThink, a polêmica em torno da iniciativa era esperada. “Tudo que é novo e envolve mídia social tem um risco”, diz o publicitário. Ele defende ainda que ao vir a público e colocar os pingos nos “is”, Tas colocou um ponto final rápido e certeiro na polêmica.
Há controvérsias. Entre os mais de 150 comentários no post em que o jornalista explica o acordo com a Telefônica há inúmeros elogios, sem dúvida. Na verdade, a maior parte das manifestações é de fãs que acreditam que o patrocínio atesta a competência e credibilidade do jornalista e que ele tem o direito de ser remunerado pelo seu trabalho.
Mas há também muita gente que condena a iniciativa. Leitores que chamam Tas de vendido, que questionam a isenção das dicas e que o criticam por associar seu nome a uma das marcas mais “odiadas” do País. Alguns ameaçaram deixar de seguir o perfil do comunicador.
O fato é que mesmo com toda a controvérsia, o saldo por enquanto parece ser positivo. O número de seguidores de Tas no Twitter subiu algumas centenas desde então, de pouco mais de 18 mil para mais de 19,4 mil.
A moda pode pegar. Já existe até uma agência nos Estados Unidos, a Twittad, que coloca em contato as celebridades do Twitter com potenciais anunciantes.
Você toparia seguir um Twiiter patrocinado? Deixe sua opinião.
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Vc não podem esquecer que além de jornalista, o Tas hoje também é uma celebridade. Os famosos não fazem propaganda?
enviado por: Fernanda dos Reis Pereira em 21/10/2009 - 17:41 -
Como ele mesmo disse. Ele vive de seu trabalho. Não acredito que o fato de ser a Telefônica tiraria a credibilidade dele.. e se fosse outra marca? Em um contrato como esse consome a idéia quem quer.. e não quem está divulgando. Parabén Tas pelo seu talento.
enviado por: welton matos da cruz em 11/04/2009 - 14:45 -
Só no Brasil temos esta visão não-comercial da coisa... quem disse que jornalista não pode ganhar dinheiro? Ele só não vai falar mal do patrocinador, mas nem por isso vai mentir sobre ele. Simples assim.
enviado por: Anônimo em 26/03/2009 - 00:00 -
Pra quem não gosta, unfollow é serventia da casa!
enviado por: Anônimo em 23/03/2009 - 00:00 -
E os posts continuam anônimos...
enviado por: Anônimo em 23/03/2009 - 00:00 -
O problema não é ele fazer posts patrocinados, mas sim ter como patrocinador uma das empresas recordes de reclamação no Procon.
enviado por: Alex Leandro em 23/03/2009 - 00:00 -
È marcelo
vc esta igual deputado,com grana vc fecha a matraca
Tá certo vc,melhor se unir com os inimigos ricos de que continuar nas pessoas que acreditavam em vc .Pobres.
Esta empresa que vc esta apoiando é aquela campeaã de reclamaçoes no procon,Nao esta fugindo um pouco dos seus principios que declara no seu programa?
Daqui uns dias vc estara abraçado com o maluf,roberto jeferson,jenuino e outros que vc meteu o pau
boa sorte nesta nova faceta.HAA.faça propaganda aqui no brasil
pois nao temos condiçoes de ler jornais americanos.
Afinal nao temos amigos do seu nivel
enviado por: Anônimo em 21/03/2009 - 00:00 -
Não vejo problema algum em seguir alguma pessoa que vende seu espaço social para a publicidade, mesmo que á empresa que está comprando o espaço não seja uma das mais queridas. É apenas um modo de troca de favores, que não atrapalha o vínculo social ou de publicação e produção de conteúdo de uma pessoa.Á não ser que a pessoa não tenha uma credibilidade de manter as suas contribuições com á comunidade sobre aquele determinado assunto, já que anunciantes não querem que sua marca seja vínculada á pessoas que não são comprometidas e nem populares.Cada um é que deve ter em mente uma questão de preferência sobre o que deve ou não ver em questão de publicidade e deve entender que á pessoa que está vendendo seu espaço teve seus motivos e teve a competênca de decidir se aceitaria á proposta publicitária.
enviado por: Aniel Bispo da Cruz em 20/03/2009 - 00:00





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