SÃO PAULO - A Universidade de Harvard está usando aplicativos desenvolvidos para análise médica no estudo de estrelas.
O grupo de estudos astronômicos de Harvard conduz um projeto que visa analisar como se formam as estrelas, desde a concentração de gazes que pode originar um astro até sua morte, quando pára de emitir luz.
O estudo é feito por medições que usam ondas de rádio e sinal infravermelho para identificar mudanças na estrutura física de estrelas distantes.
Para processar os dados graficamente, o Initiative for Innovative Computing (IIC) de Harvard testou vários aplicativos para a construção de imagens 3D e concluiu que a plataforma mais adequada são programas usados por médicos para analisar tumores em seres humanos.
De acordo com o IIC, aplicativos de imagens 3D usados na TV ou no cinema, considerados os mais avançados no setor, exigem tanta capacidade de processamento que seria preciso dezenas de supercomputadores para conduzir o projeto.
Asssim, Harvard considerou os aplicativos em código-aberto 3D Slicer e OsiriX os mais apropriados para pesquisas. Os programas processam imagens e dados coletados pelos pesquisadores para simular, em gráficos 3D, a evolução de um corpo, que pode ser um tumor ou uma estrela em formação.
Segundo o IIC, os aplicativos são tão leves que podem ser rodados até em laptops. Para a pesquisa, o grupo usará, no entanto, servidores para processar as informações.
<p><a href="" rel="bookmark" title="INFO Online">Software médico permite estudar constelações</a>, Felipe Zmoginski, do Plantão INFO - SÃO PAULO - A Universidade de Harvard está usando aplicativos desenvolvidos para análise médica no estudo de estrelas.
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