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Estudantes criam PC educacional de US$ 12
Fabiano Candido, de INFO Online Sábado, 21 de fevereiro de 2009 - 12h06reprodução |
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Antigo Nintendo será usado para educação de crianças dos países pobres |
SÃO PAULO - Alunos da Universidade de San Diego, na Califórnia, trabalham no desenvolvimento de um computador educacional com preço de 12 dólares.
O modelo usa como base o microprocessador do videogame Nintendo de 8 bits, que fez muito sucesso na década de 80. O chip desse console, lançado há 25 anos, tem a patente expirada. Além do mais, ainda encontra-se em produção e é muito barato.
Fora o chip, o computador educacional tem teclado, mouse e controle de videogame. A tela é um aparelho de televisão qualquer, mesmo em preto e branco, e o software roda a partir de um cartucho. Quando desenharam o produto, os alunos pensaram na classe média de países emergentes como a Índia, onde a maioria dos lares tem uma TV, mas não um PC.
Agora, os estudantes testam o computador - querem descobrir detalhes como resistência do equipamentos e possíveis problemas. Quando terminarem essa etapa, vão disseminá-lo para a educação de milhões de crianças na Índia, África e até mesmo Brasil, entre outros países em desenvolvimento.
Segundo os estudantes, o uso de computador no aprendizado é importante, porque, entre outras vantagens, desenvolve a habilidade de digitar e procurar informações, o que pode valorizar a pessoa do ponto de vista profissional.
O estudante Derek Lomas é o criador do projeto, que surgiu quando ele foi a Índia estagiar na fabricante de componentes Qualcomm. Recentemente, Derek fundou a Playpower.org, uma organização não-governamental composta por colegas da UC San Diego, do MIT, da Stanford, da USP e outras instituições. Os membros do Playpower.org trabalham de maneira virtual, e se mantêm conectados via wikis, videos e e-mail.
- Falar sempre foi mais fácil. Quando alguém tira as nádegas da cadeira e faz algo, aparecem os folgados de plantão. E nesse meio encontram-se os nerds de varanda, os políticos de toda classe, os bons samaritanos egoistas, e assim vai. qdo criticava o projeto do sr. Nicolas Negroponte do MIT, a alguns anos, recebi várias críticas, e não deu em nada prático. Agora que realmente alguém acena com algo possível, lá vem a turma outra vez.
Falta educação fundamental sim, senão acontece como no Rio de Janeiro, qdo o Brisola doou os Cingapuras (foi ele que trouxe e não o Maluf) e os ocupantes venderam os fios, as torneiras, os aparelhos sanitários, as pias.....e retornaram para a favela, agora chamada de comunidade.
Tenho por hábito comentar as coisas que estudo, pesquiso, utilizo e por isso conheço. O resto é para aprender, degustar, ou simplesmente aproveitar a oportunidade de ficar quieto.
enviado por: Marcos A. Silva em 25/02/2009 - 20:36 - Acho exceletne a idéia do(s) estudante(s) americano(s) de levar a inclusão aos menos fvorecidos mundo afora. Mesmo com o scomentários depreciativos anteriores, fico a idéia dos criadores para, pelo menos, mostrar a quantas andam a boa vontade de quem se preocupa com quem nada tem. Oxalá a idéia se propague e nossos políticos sem vergonha na cara enxerguem que, se desejarem, poderão muito fazer para o nosso povo, mormente os injustiçados sem eira nem beira. Numa entrevista recente na Vrevista Veja da semana passada um ex-ministro sul americano traz luz à falta de educação e de criatividade ewm vários campos educacionais. Que suas palavras também tenham eco e sirva de alerta para muita gente que se aboleta nas suas poltronas e nada fazerm de produtivo para seus familiares, seus vizinhos, muito menos para nossos irmãos que vivem à mingua, falsamente satisfeitos com essas "bolsas-alguma-coisa-esmola-eleitoreira-que-se-propaga-por-aí".
enviado por: ARTUR DE SOUZA MACIEL em 23/02/2009 - 19:29 - Gente a coisa não é bem por ai!
Esses dias atrás estava vendo no Discovery Channel, que pelo menos 50% da população mundial nunca sequer atendeu um telefone.
Ai tem coisa, existem paises emergentes e existem paises pobres, felizmente a nível de Brasil este computador não nos atende, mas em países mais pobres certamente vai ajudar e muito.
enviado por: André de Araujo Garcia em 23/02/2009 - 14:54 - Certamente que os dois primeiros comentários foram muito contundentes nas suas críticas a mais uma iniciativa de inclusão digital dos menos favorecidos (pobres, o emprego de eufemismos não altera nada a situação destas pessoas) e certamente que iniciativas de solidariedade merecem mais consideração, principalmente em relação ao mais necessitados. Porém, se o Mark e o Aniel erraram na forma, devo reconhecer que os mesmos acertaram no mérito desta questão: inclusão digital dos pobres.
Lembro de outra grande tentativa com a mesma intenção, o laptop de US$100,00, que inclusive o governo federal brasileiro tentou implementar, mas que já foi abandonada pelo mesmo motivo desta nova tentativa: falta de fundamentação. Os pobres não são pobres porque não possuem computador, portanto, mesmo que fossem fornecidos computadores topo de linha e treinamento aos pobres, estes permaneceriam pobres.
Ainda que eu valorize muito a solidariedade, devo expressar que a eficácia deste tipo de iniciativa é muito tênue; o furo é muito mais acima. A instrução formal (escola) de boa qualidade proporcionaria um resultado muito melhor, mas ela também não é suficiente para erradicar a pobreza. A pobreza não é um produto da desatenção, da imcompetência ou da falta de iniciativas das autoridades oficiais, não é um descuido. A pobreza é fabricada pela ganância (orgulho) e mesquinhez (egoísmo) de poucos e com o auxílio da complacência (indiferença) de muitos.
Mais uma vez tenta-se tratar dos sintomas e não das causas da moléstia.
enviado por: Henrique Jorge Hurley Martins em 22/02/2009 - 22:59 - Toda iniciativa que vise o bem do próximo, do menos favorecido (não importando onde ele esteja) é sempre bemvinda.
Enquanto no mundo existirem atitudes positivas e desapegadas, valorizando o indivíduo, o futuro certamente será de menos violência e de mais desenvolvimento.
A crítica, a carranca, as atitudes e palavras depreciativas não têm nenhum valor e nada constroem.
Para reflexão, aqui vai um trecho do livro de Dale Carnegie:
"Há uma lei da conduta humana da máxima importância.
Se obedecermos a esta lei, quase nunca teremos preocupações.
De fato, tal lei, sendo seguida, nos ensejará um número sem
conta de amigos e constante felicidade. Mas, assim que a violarmos,
teremos logo de enfrentar uma série infinda de transtornos.
A lei é a seguinte: Fazer sempre a outra pessoa sentir-se importante."
enviado por: Armando Pustelnikas em 21/02/2009 - 20:48 - O desenvolvimento desse computador foi completamente em vão, já que nos dias atuais a necessidade computacional(mesmo para softwares simples)é maior do que a 25 anos atrás.Mesmo para que seja para fins educacionais é uma humilhação já que hoje em dia as classes mais pobres(tanto de países desenvolvidos ou em desenvolvimento) se preocupam muito mais com a educação do que antes e gastam muito mais com eletrônicos do que as clases mais ricas, então vamos desenvover melhores computadores e não uma coisa ultrapassada como os processadores 8 bits
enviado por: Aniel Bispo da Cruz em 21/02/2009 - 17:37 - chega dessa palhacada de que pais pobre precisa de computador pobre e limitado. Ate nos Estados Unidos ja ficou comprovado que quem mais compra iPhone sao as classes mais pobres. O que os menos favorecidos nos paises emergentes precisam e de computadores comuns para diminuirem a defasagem em relacao aos paises ricos e poder competir de igual no mercado globalizado. Dando computadores limitados para os desfavorecidos estes sempre estarao a margem da sociedade e limitados em seus aprendizados. Basta ver a revolucao que LAN Houses em favelas do Rio e outras cidades grandes do Brasil estao fazendo pelos seus cidadaos que podem gerenciar seus pequenos negocios mantendo contato com seus clientes ou prestando servicos a comunidade, isso, usando computadores descentes e nao processadores de 8 bits...
enviado por: Mark Thirteen em 21/02/2009 - 12:25





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