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Estudantes criam PC educacional de US$ 12

Fabiano Candido, de INFO Online Sábado, 21 de fevereiro de 2009 - 12h06


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Estudantes criam PC educacional de US$ 12
Antigo Nintendo será usado para educação de crianças dos países pobres
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Comentários
  • Falar sempre foi mais fácil. Quando alguém tira as nádegas da cadeira e faz algo, aparecem os folgados de plantão. E nesse meio encontram-se os nerds de varanda, os políticos de toda classe, os bons samaritanos egoistas, e assim vai. qdo criticava o projeto do sr. Nicolas Negroponte do MIT, a alguns anos, recebi várias críticas, e não deu em nada prático. Agora que realmente alguém acena com algo possível, lá vem a turma outra vez. Falta educação fundamental sim, senão acontece como no Rio de Janeiro, qdo o Brisola doou os Cingapuras (foi ele que trouxe e não o Maluf) e os ocupantes venderam os fios, as torneiras, os aparelhos sanitários, as pias.....e retornaram para a favela, agora chamada de comunidade. Tenho por hábito comentar as coisas que estudo, pesquiso, utilizo e por isso conheço. O resto é para aprender, degustar, ou simplesmente aproveitar a oportunidade de ficar quieto.
    enviado por: Marcos A. Silva em 25/02/2009 - 20:36
  • Acho exceletne a idéia do(s) estudante(s) americano(s) de levar a inclusão aos menos fvorecidos mundo afora. Mesmo com o scomentários depreciativos anteriores, fico a idéia dos criadores para, pelo menos, mostrar a quantas andam a boa vontade de quem se preocupa com quem nada tem. Oxalá a idéia se propague e nossos políticos sem vergonha na cara enxerguem que, se desejarem, poderão muito fazer para o nosso povo, mormente os injustiçados sem eira nem beira. Numa entrevista recente na Vrevista Veja da semana passada um ex-ministro sul americano traz luz à falta de educação e de criatividade ewm vários campos educacionais. Que suas palavras também tenham eco e sirva de alerta para muita gente que se aboleta nas suas poltronas e nada fazerm de produtivo para seus familiares, seus vizinhos, muito menos para nossos irmãos que vivem à mingua, falsamente satisfeitos com essas "bolsas-alguma-coisa-esmola-eleitoreira-que-se-propaga-por-aí".
    enviado por: ARTUR DE SOUZA MACIEL em 23/02/2009 - 19:29
  • Gente a coisa não é bem por ai! Esses dias atrás estava vendo no Discovery Channel, que pelo menos 50% da população mundial nunca sequer atendeu um telefone. Ai tem coisa, existem paises emergentes e existem paises pobres, felizmente a nível de Brasil este computador não nos atende, mas em países mais pobres certamente vai ajudar e muito.
    enviado por: André de Araujo Garcia em 23/02/2009 - 14:54
  • Certamente que os dois primeiros comentários foram muito contundentes nas suas críticas a mais uma iniciativa de inclusão digital dos menos favorecidos (pobres, o emprego de eufemismos não altera nada a situação destas pessoas) e certamente que iniciativas de solidariedade merecem mais consideração, principalmente em relação ao mais necessitados. Porém, se o Mark e o Aniel erraram na forma, devo reconhecer que os mesmos acertaram no mérito desta questão: inclusão digital dos pobres. Lembro de outra grande tentativa com a mesma intenção, o laptop de US$100,00, que inclusive o governo federal brasileiro tentou implementar, mas que já foi abandonada pelo mesmo motivo desta nova tentativa: falta de fundamentação. Os pobres não são pobres porque não possuem computador, portanto, mesmo que fossem fornecidos computadores topo de linha e treinamento aos pobres, estes permaneceriam pobres. Ainda que eu valorize muito a solidariedade, devo expressar que a eficácia deste tipo de iniciativa é muito tênue; o furo é muito mais acima. A instrução formal (escola) de boa qualidade proporcionaria um resultado muito melhor, mas ela também não é suficiente para erradicar a pobreza. A pobreza não é um produto da desatenção, da imcompetência ou da falta de iniciativas das autoridades oficiais, não é um descuido. A pobreza é fabricada pela ganância (orgulho) e mesquinhez (egoísmo) de poucos e com o auxílio da complacência (indiferença) de muitos. Mais uma vez tenta-se tratar dos sintomas e não das causas da moléstia.
    enviado por: Henrique Jorge Hurley Martins em 22/02/2009 - 22:59
  • Toda iniciativa que vise o bem do próximo, do menos favorecido (não importando onde ele esteja) é sempre bemvinda. Enquanto no mundo existirem atitudes positivas e desapegadas, valorizando o indivíduo, o futuro certamente será de menos violência e de mais desenvolvimento. A crítica, a carranca, as atitudes e palavras depreciativas não têm nenhum valor e nada constroem. Para reflexão, aqui vai um trecho do livro de Dale Carnegie: "Há uma lei da conduta humana da máxima importância. Se obedecermos a esta lei, quase nunca teremos preocupações. De fato, tal lei, sendo seguida, nos ensejará um número sem conta de amigos e constante felicidade. Mas, assim que a violarmos, teremos logo de enfrentar uma série infinda de transtornos. A lei é a seguinte: Fazer sempre a outra pessoa sentir-se importante."
    enviado por: Armando Pustelnikas em 21/02/2009 - 20:48
  • O desenvolvimento desse computador foi completamente em vão, já que nos dias atuais a necessidade computacional(mesmo para softwares simples)é maior do que a 25 anos atrás.Mesmo para que seja para fins educacionais é uma humilhação já que hoje em dia as classes mais pobres(tanto de países desenvolvidos ou em desenvolvimento) se preocupam muito mais com a educação do que antes e gastam muito mais com eletrônicos do que as clases mais ricas, então vamos desenvover melhores computadores e não uma coisa ultrapassada como os processadores 8 bits
    enviado por: Aniel Bispo da Cruz em 21/02/2009 - 17:37
  • chega dessa palhacada de que pais pobre precisa de computador pobre e limitado. Ate nos Estados Unidos ja ficou comprovado que quem mais compra iPhone sao as classes mais pobres. O que os menos favorecidos nos paises emergentes precisam e de computadores comuns para diminuirem a defasagem em relacao aos paises ricos e poder competir de igual no mercado globalizado. Dando computadores limitados para os desfavorecidos estes sempre estarao a margem da sociedade e limitados em seus aprendizados. Basta ver a revolucao que LAN Houses em favelas do Rio e outras cidades grandes do Brasil estao fazendo pelos seus cidadaos que podem gerenciar seus pequenos negocios mantendo contato com seus clientes ou prestando servicos a comunidade, isso, usando computadores descentes e nao processadores de 8 bits...
    enviado por: Mark Thirteen em 21/02/2009 - 12:25

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