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Conectiva segue sendo Conectiva, por enquanto
Quinta-feira, 24 de fevereiro de 2005 - 17h49
SÃO PAULO - Na fusão com a Mandrake, anunciada hoje (24), a Conectiva manterá seu nome e sua marca... "enquanto for forte o suficiente e mantiver sua personalidade", conta o CEO Jacques Rosenzvaig.
O executivo explica que esta é uma fusão diferente e que a Mandrake prefere manter a autonomia regional das empresas que adquire. "A idéia é criar uma federação de empresas Linux", conta Rosenzvaig. "Não existe um modelo a assumir, as empresas devem trabalhar em conjunto por um objetivo em comum", diz.
O que vai acontecer daqui para frente é a convergência dos produtos das duas companhias em apenas uma solução, que pegue os melhores recursos de cada uma das aplicações, a ser vendida mundialmente. "São soluções complementares em mercados geográficos complementares", justifica, explicando que haverá crescimento em serviços para a Mandrake e em portfólio para a Conectiva. O nome dessa solução convergente - se adotará o nome de uma das empresas ou será criada uma nova marca - só será decidido daqui a aproximadamente dois meses.
É uma grande oportunidade para a Mandrake, uma das principais distribuições Linux do mundo e o nome mais forte na Europa, entrar com tudo na América Latina, que hoje representa menos de 0,5% de suas receitas - segundo Rosenzvaig.
Para absorver a novidade e atender os projetos internacionais, a Conectiva pretende ampliar seu time técnico. Ainda não há um plano exato, mas quatro vagas já foram abertas no escritório de Manaus. E mais contratações e planos de estágio vêm por aí, diz o executivo.
Renata Mesquita, do Plantão INFO
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